«Sair do banco é normal numa equipa que luta para ser campeã»

FC Porto 23-05-2022 17:02
Por Redação

Em declarações ao portal Fútbol Portugués desde España, o ponta de lança espanhol Toni Martínez fez um balanço positivo da temporada tanto a nível pessoal como, evidentemente, ao nível coletivo, com os dragões a conquistarem a dobradinha.

 

«Estou feliz. Estive bem quando o treinador precisou de mim e acabo esta época com boas sensações. Não posso deixar de pensar na próxima época, mas também é importante descansar e desfrutar da minha filha. Tem nove meses e passei pouco tempo com ela. São muitos jogos, muitas concentrações e viagens. É o momento de carregar baterias», afirmou o avançado.

 

O futebolista sente-se feliz em Portugal, assegura: «Sinto-me como em casa e estou muito agradecido. O Famalicão abriu-me as portas e deu-me oportunidade de chegar a esta liga, no FC Porto pude dar um salto de qualidade e chegar a um dos melhores clubes do mundo. É muito bom ganhar títulos, que as pessoas te conheçam e te situem no mapa. Assim como ter pessoas em Espanha a desfrutar do futebol português. Que continue assim.»

 

Questionado sobre a importância da união de grupo no êxito azul e branco, Toni Martínez afirmou: «Faz a diferença, é claro. Digo sempre isso e é bem verdade. Luto por um lugar com o Evanilson e ele é um dos jogadores de que estou mais próximo. A minha filha e o seu filho nasceram no mesmo dia. Depende do treinador quem joga, mas depende de nós, do nosso comportamento, conseguir o bem da equipa.»

 

No que concerne as responsabilidades no FC Porto, o espanhol reagiu: «É algo bom. Este ano tocou-me sair do banco, é que algo normal em equipas que lutem para ser campeãs. O desafio dos que ficam de fora é que se sintam importantes e que estejam prontos para entrar e somar. Foi o que se viu este ano, por exemplo no jogo da meia-final da Taça com o Sporting. Tive poucos minutos, mas há que entrar e dar o máximo. Independentemente de serem 5, 20 minutos ou ser titular, como na Liga Europa frente à Lazio [apontou dois golos na 1.ª mão, no Dragão]. Jogue quem jogar, deve haver sempre uma competitividade a colocar a equipa em primeiro lugar.»

 

Quanto às sensação de ter participado na final da Taça de Portugal no Estádio Nacional, Toni Martínez partilhou: «Sempre me falaram de uma forma incrível da final da Taça no Jamor, mas até agora, devido à pandemia, nunca tinha tido oportunidade de o ver com os meus próprios olhos. É realmente especial. Para mim foi bom somar minutos na final e ajudar a equipa a criar situações de golo. Estou muito contente.»
 

Por último, uma palavra à falange de apoio azul e branca: «É uma sorte poder viver estes momentos, lutar por títulos e poder desfrutar de uma atmosfera como a que desfrutámos no Jamor. Foi espectacular, porque mesmo jogando longe da nossa cidade, sentimo-nos como se estivéssemos a jogar em casa.»

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