Dono do Movistar: «Ricardinho foi Maradona, foi Messi, foi tudo no futsal»

Futsal 07-06-2020 08:12
Por Redação

O fundador e dono do Movistar Inter explica o caso Ricardinho. Não poupa elogios ao craque português, mas diz que tudo tem um fim. Acabou o ciclo do mágico em Espanha. À imagem de Di Steffano ou Cruyff. Contudo, pretende homenageá-lo. Em grande, claro. O cinco vezes Bola de Ouro vai para França com tudo pago, garante. 

 

- A história mostra que não há nenhum jogador que tenha estado ao nível mais alto e que não tenha dificuldades em admitir que no clube onde brilharam já não contam com ele. Basta lembrar, no futebol, os casos de Di Steffano que passou do Real Madrid para o Espanhol, do Kubala que foi do Barça para o Espanhol, do Maradona, que saltou do Nápoles para o Sevilha ou do Cruyff que chegou a vestir a camisola do Levante. É a lei da vida. Creio que, ao fazer essas declarações, Ricardo cometeu um erro a que não se deve dar demasiada importância. Não é verdade que ninguém do clube o tenha contactado. É certo que eu não o pude fazer,  porque estou confinado fora de Madrid com a minha mulher que está doente, mas o nosso diretor-geral falou com ele.


- Também se queixa que o clube o meteu em lay-off sem o ter consultado…


- Ele soube-o como toda a equipa e sendo subcapião ainda mais esteve devidamente informado.


- É verdade que, decretado o estado de emergência, o clube não o deixou passar a quarentena em Portugal?


- Essa é outra queixa que não entendo. A nós não nos pediu nenhuma autorização, todos os jogadores brasileiros do plantel foram para o seu país. E com mais razão, por estar aqui ao lado, o Ricardo poderia ter ido para Portugal se nos tivesse solicitado.

 

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