Ministra da Saúde crê que adeptos terão o bom senso que agora se exige

COVID-19 31-05-2020 10:48
Por Nuno Saraiva Santos

Futebol é sinónimo de grandes concentrações de pessoas, paradigma que, inevitavelmente, o Covid-19 veio alterar. Mas com o reinício do Campeonato agendado para a próxima quarta-feira, a resposta dos adeptos, privados de se deslocarem aos estádios e muitos deles sem acesso aos canais, pagos, detentores dos direitos de transmissão, é uma incógnita, assume-se como uma das preocupações maiores das autoridades sanitárias, ainda que as regras estejam bem definidas, com os ajuntamentos com mais de 20 pessoas proibidos no País, à  exceção da Área Metropolitana de Lisboa, em que, pelo menos para já, não poderão ser superiores a dez.

 

A ministra da Saúde não nega que cafés, esplanadas e restaurantes sejam focos de potenciais ajuntamentos diários, porém, acredita que o bom senso e o sentido de cidadania se sobreporá a clubites...

 

«É importante sublinhar, uma vez mais, que, sendo os jogos transmitidos em canal fechado, isso levará a que as pessoas tenham a tendência para se juntar em determinados locais, mas também que isso tem de ser feito em condições distintas das que tradicionalmente aconteciam. Tenho a convicção de que, quer proprietários, quer indivíduos, terão a capacidade suficiente para ser vigilantes relativamente aos seus comportamentos», afirmou Marta Temido, ela que, há precisamente uma semana, já notara ser evidente que ver futebol hoje «não vai poder acontecer da forma a que estávamos habituados».

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