Final Fantasy VII: O regresso de um clássico épico

Jogos 29-05-2020 13:15
Por David Villamarin

Quando em 1997 foi lançado na Playstation o Final Fantasy VII ninguém poderia prever o enorme impacto que este «role playing game» iria ter no mundo dos videojogos.

 

Agora, passados 23 anos, o estúdio Square-Enix decidiu fazer um remake do clássico Final Fantasy VII, após os pedidos de milhões de «gamers» e que está disponível na Playstation 4.

 

A evolução gráfica passados tantas décadas é incrível. Essa será a primeira coisa que irá chamar à atenção de qualquer jogador.

 

Mesmo quem não conhece o FFVII irá ficar impressionado com a qualidade da animação, dos detalhes das personagens, do universo, das batalhas e dos efeitos. 

 

Perante a envergadura deste projeto, este será apenas o primeiro capítulo deste jogo, ou seja, a história de FFVII não termina com este título.

 

Em Final Fantasy VII o gamer irá ter acesso ao mercenário Cloud, que foi contratado pelo alegado grupo eco terrorista Avalanche para destruir um reator da mega corporação Shinra em Midgar.

 

A partir desse momento, Cloud, que é guerreiro com um passado misterioso e assombrado por visões de uma personagem clássica deste jogo, que é Sephiroth, vai conhecer as restantes personagens.

 

Nomeadamente, Barret, Tifa Lockhart e Aerith, que são personagens que vamos ter também acesso e ainda Jessie, Wedge e Biggs, que pertencem ao grupo Avalanche.

 

 

Cloud começa por ser um anti-heroi, frio, distante e incompreendido, que apenas quer receber dinheiro para completar as missões, mas com o passar do tempo vai perdendo todas as essas características e começa a criar uma forte união com o grupo. Chega mesmo a arriscar a vida para salvar os seus amigos, algo completamente contrário à imagem inicial de lobo solitário.

 

A relação entre as personagens vai crescendo à medida que vamos explorando a cidade Midgar e os diferentes setores.

 

O jogador terá que realizar missões fantásticas e defrontar monstros colossais, mas terá missões secundárias realmente estranhas, que passam desde descobrir onde estão vários gatos, a partir caixas num jogo, a fazer de detetive, a limpar zonas que foram invadidas por estranhos animais…

 

Em termos de jogabilidade as mudanças são enormes comparando ao original, porque em vez de jogar por turnos, onde o jogador fazia uma ação e depois o inimigo reagia e por aí diante, agora é tudo muito mais rápido, porque podemos mexer as personagens da nossa equipa e evitar os ataques, depois apenas temos de esperar que barra (ATB) encha para fazermos ataque especiais físicos, utilizar diferentes magia ou chamar personagens gigantescas, que passam desde monstros de chamas, a fadas do gelo ou uma espécie de preguiça gigante e gorda, entre outros.

 

Durante as batalhas é importante ir trocando de personagem, podemos ter um grupo de dois ou três, porque cada uma delas ter características diferentes que podem fazer a diferença no combate.

 

O aspeto de evolução das personagens também está muito desenvolvido. O jogador terá acesso a novas armas e equipamentos que terá de comprar ou que ganha após matar um inimigo e que são fulcrais para ter sucesso no jogo.

 

Depois cada uma das armas tem características especificas que amplificam as habilidades de cada guerreiro e que são apenas acessíveis com os pontos conquistados ao subir de nível.

 

As magias regressam com as «matérias», que são ativadas quando as colocamos nas armas ou nos acessórios. Essas matérias garantem acesso a vários poderes como, por exemplo, elétricos, fogo, vento, gelo, barreiras, recuperar energia, entre outras e têm vários níveis. Isto quer dizer que também evoluem e ficam mais poderosos com o passar do jogo.

 

A quantidade de matérias é enorme, pelo que o jogador deverá ser inteligentes nas escolhas que faz para as personagens, porque só pode utilizar algumas, visto que o espaço nas armas e acessórios é limitado.

 

Depois, temos ainda as matérias especiais que permitem chamar incríveis personagens, que atacam os adversários durante algum tempo e quando partem terminam com um ataque devastador e graficamente impressionante.

 

 

Em termos sonoros, quem já jogou FFVII irá reconhecer a banda sonora, que está devidamente reproduzida. É também possível comprar músicas em diferentes bancas nas diferentes zonas.

 

Embora a expetativa em torno do lançamento de Final Fantasy VII fosse muito elevada, tendo em conta a grandeza desta «franchise, a Square conseguiu fazer um jogo que irá agradar aos que jogaram a primeira versão e a novo gamers que nunca tiveram um acesso a este clássico dos videojogos e gostam deste género de jogos.

 

FFVII é um dos maiores lançamentos de 2020, vai concorrer ao prémio de melhor jogo do ano e poderá ser mesmo um dos títulos mais marcantes desta geração.

 

 

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