«Hospital não vai destruir esperma de homem que morreu» - Público

Revista de Imprensa 14-02-2020 07:09
Por Redação

«Mulher que pediu alteração à lei para conseguir ter filho de marido falecido declara-se “imensamente feliz e aliviada” com decisão do Hospital de São João.

 

O Centro Hospitalar Universitário São João, no Porto, revelou esta quinta-feira que não irá destruir o esperma de um homem que, antes de morrer, o criopreservou nesta unidade, estando a mulher viúva a lutar pelo direito à inseminação pós-morte.

 

“Pela presente vimos informá-la da nossa posição, de que demos já notícia a sua excelência o senhor secretário de Estado da Saúde, a qual é a de conservar o material biológico em causa, não exercendo a faculdade legal de proceder à respectiva destruição”, refere uma carta dirigida à mulher a que a Lusa teve acesso esta quinta-feira.»

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