«São estas competições que contam e nas quais gosto de lutar»

Judo 11-01-2021 12:30
Por Miguel Candeias

Telma Monteiro (-57 kg) comentou o significado pessoal do Masters que, entre hoje e quarta-feira, decorrerá em Doha, na futurística Lusail Sports Arena.


«Para mim o Masters sempre foi uma competição muito importante porque é um pouco diferente das restantes do Circuito. Começou por ser disputada apenas com as 16 melhores do ranking mundial, o que fazia dela o evento mais semelhante aos jogos olímpicos, mas, entretanto, passou a integrar o top 36 de cada categoria mas o nível mantém-se: são as melhores das melhores», afirmou.


Edição onde Portugal surge com uma Seleção de sete judocas, nenhum estreante, mas para a qual havia qualificado nove atletas, só que Maria Siderot (-48 kg/30.ª ranking) e Patrícia Sampaio (-78 kg/13.ª) encontram-se a recuperar de lesões. No total estarão em ação 399 judocas, 215 dos quais masculinos, em representação de apenas 69 países. Todos em busca de pontos, ganhar dá 1800 pts e só participar 200, para a qualificação olímpica.


«Trata-se de uma prova importante em termos de carreira, especialmente esta época em termos de teste para os Jogos de Tóquio, mas, como costumo dizer, é também uma daquelas que conta para o currículo», refere Telma rindo-se. «São estas competições que contam e nas quais gosto de lutar. Felizmente de um modo geral o Masters tem-me corrido bem e este ano tive tempo para me preparar devido às circunstâncias», conta.

 

Leia na íntegra na edição impressa ou digital de A BOLA.

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