Pedro Proença, presidente da FPF, com o diretor Rui Caeiro e Luciano Silva, presidente da APAF
Pedro Proença, presidente da FPF, com o diretor Rui Caeiro e Luciano Gonçalves, presidente do Conselho de Arbitragem (FPF)

Euro 2025 feminino: «O futebol português é verdadeiramente uma fábrica de talento»

Pedro Proença, presidente da FPF, acompanhado pelo diretor Rui Caeiro e Luciano Gonçalves, presidente do Conselho de Arbitragem, apoiou Catarina Campos na estreia como primeira portuguesa a apitar em fases finais de Europeus

GENEBRA — Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, esteve, esta terça-feira, no jogo entre Alemanha e Dinamarca (2-1), no Estádio St. Jakob Park, em Basileia, referente à 2.ª jornada do Grupo C do Euro Feminino, a acompanhar a equipa de arbitragem portuguesa que dirigiu o encontro: Catarina Campos foi assistida pelas compatriotas Vanessa Gomes e Andreia Sousa e Tiago Martins foi o AVAR.

O dirigente esteve acompanhado por Luciano Gonçalves, presidente do Conselho de Arbitragem, e Rui Caeiro, diretor da FPF, e, no final do encontro, fez questão de estar com a árbitra Catarina Campos e restante equipa de arbitragem.

Catarina Campos em estreia em fases finais do Europeu (FPF)

«Enquanto presidente da FPF, numa semana muito difícil depois do falecimento do Diogo Jota e do André Silva, continuamos a cumprir aquele que é o nosso objetivo. Ontem a nossa Seleção Nacional deu-nos uma alegria, num trabalho profundo que a FPF está a fazer, juntamente com os clubes, no desenvolvimento do futebol feminino em Portugal. Hoje, eu e o presidente do Conselho de Arbitragem estivemos aqui presentes porque também é no modelo de desenvolvimento da arbitragem que se faz o caminho do desenvolvimento do futebol português. Deixo aqui uma palavra de elogio ao trabalho da Catarina Campos e à sua equipa. Vamos continuar a dar este apoio, sabemos aquilo que queremos fazer na FPF, o crescimento das jovens jogadoras, das jovens árbitras, das jovens treinadoras», salientou.

«O futebol português é verdadeiramente uma fábrica de talento. É um orgulho imenso para um país como Portugal, a Catarina Campos elevou bem alto a bandeira de Portugal. Todos os portugueses têm de se sentir orgulhosos. O futebol português faz-se desta comunidade toda», acrescentou.

Pedro Proença traçou ainda os objetivos para os próximos tempos: «A arbitragem tem de ter um papel fundamental neste plano de desenvolvimento do futebol nacional, é um esteio importantíssimo. Por parte do executivo e por parte do Conselho de Arbitragem vamos criar condições, aquilo que vamos implementar na nova época é verdadeiramente disruptivo. Parabéns ao Conselho de Arbitragem pelo trabalho e audácia para criar um momento de rutura. Com calma e tranquilidade, o futuro do futebol português passa também pelo aumento da qualidade da arbitragem nacional.»

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