«Jesus olhava para a tua cara e conseguia sentir se tinhas bebido álcool»

Flamengo 10-10-2019 15:52
Por Redação

O brasileiro Gélson Bareli foi jogador de Jorge Jesus quando o agora treinador do Flamengo estava no Vitória de Setúbal, na temporada 2000/01, e aproveitou para dar o seu parecer ao técnico luso e contar algumas histórias.

 

«Ele trabalhava o jogador no limite em todos os treinos, mesmo na parte física e tática. Muitos jogadores não compreendiam, levavam para o lado pessoal e ficavam ofendidos. È um treinador que vive o futebol 24 horas por dia e transmite muita emoção. Às vezes até se excede. Mas quando passas a conhecê-lo, percebes que ele faz isso para melhor a equipa. O jogador precisa de perceber a maneira dele lidar com o grupo», comentou, à ESPN.

 

A história dos telemóveis, já conhecida, bem como as regras do refeitório, foram corroboradas pelo antigo jogador, mas… Não só.

 

«Ele não deixava levar os telemóveis para o refeitório. Só nos levantávamos da mesa quando o último acabasse de comer. Ou seja, ninguém comia rápido para se ir trancar no quarto. Ele usava as refeições para conversar com os jogadores», confirmou.

 

«Nos jogos ao fim de semana não havia estágio. Ele ficava parado no túnel que dava acesso ao campo todos os sábados à espera de todos os jogadores para os treinos de manhã cedo. Eras obrigado a apertar a mão dele e a dar bom dia em alto e bom som. Com isso, ele conseguia ver se tinhas ido para a noitada. Olhava para a tua cara e conseguia sentir se tinhas bebido álcool durante a noite», concluiu.

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