‘Vice’ do Flamengo fala da saída de Jesus e do possível título do Sporting em ano de pandemia

Brasil 02-03-2021 19:42
Por Redação

Além da pandemia de Covid-19, a época do Flamengo ficou também marcada de forma indelével pela ‘dança’ de treinadores: começou com Jorge Jesus (saiu para o Benfica em julho de 2020), passou pelo espanhol Domènec Torrent (despedido ao fim de pouco mais de três meses) e terminou com Rogério Ceni, o qual lograria conduzir os cariocas à conquista do bicampeonato.

 

Marcos Braz, vice-presidente do clube brasileiro, reconheceu o ano atípico do Flamengo, num percurso pautado por altos e baixos que, ainda assim, terminaria com a revalidação do título no Brasileirão.

 

«Acho que ninguém acreditaria no que aconteceu sobre essa pandemia. Todas as análises foram caindo. Quem era o favorito em Inglaterra? Liverpool? Olha o que aconteceu. Em Itália, Juventus? A Juventus não foi bem. Em Portugal, os dois favoritos que se intercalam, Benfica e FC Porto. Hoje, tem a chance de o Sporting ser campeão», apontou, em declarações ao Globoesporte.

 

Marcos Braz puxou a fita atrás para recordar a saída de Jorge Jesus para o Benfica.

 

«O Flamengo teve de ir fazendo ajustes. A primeira grande dificuldade: leva quatro, cinco meses para renovar com o Jorge Jesus. E 25 dias depois ele sai. É evidente que aqui não tem criança, isso é do processo, um processo muito limpo. Quando estávamos no processo lá atrás, tentando renovar com o Jorge, tínhamos algumas alternativas. Depois de ele renovar, soltamos as alternativas. Normal», referiu o ‘vice’ do Flamengo, prosseguindo: «E aí o Jorge vai embora e começámos do zero, começando a ver o processo de novo.»

 

«O Flamengo foi ajustando, resolvendo a vida. Graças a Deus, ainda assim, foi a terceira melhor temporada da história do Flamengo. Conseguimos superar-nos e tenho a certeza que foi um bom ano para o Flamengo. Com certeza, foi o mais complicado», sublinhou.

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