Dragão ganha fôlego para o clássico

FC Porto 25-02-2021 12:36
Por Paulo Pinto

Com um calendário sobrecarregado pelo facto de estar ainda a discutir três provas (Liga, Taça de Portugal e Champions), a equipa do FC Porto tem tido uma sequência louca de jogos com pouco intervalo de tempo entre si, em alguns casos mesmo com menos das 72 horas regulamentadas pelos estatutos da Liga. Em alta competição é assim e os grandes clubes, compostos por plantéis mais extensos, estarão certamente preparados para esta realidade, ainda que no contexto de pandemia, com tantas adversidades pelo meio, seja bem diferente.

 

«Depois de fazer tantos jogos em muito pouco tempo, quando temos mais um ou dois dias do que nos últimos vinte e tal, aproveitamos para não trabalhar muito em cima de alguma fadiga que existe no grupo de trabalho. Como grande clube que somos, temos de estar habituados a este ritmo competitivo. Já tive oportunidade de falar da calendarização e li sobre uma reunião que a Liga quer promover com os treinadores sobre este assunto, e é uma boa iniciativa, mas deviam fazê-lo também com os clubes e departamentos médicos, seria importante para o futebol português. Depois do Marítimo, jogamos com o Sporting, no sábado, aí já terei algum tempo para trabalhar de uma forma diferente», disse Sérgio Conceição no lançamento do jogo com os insulares.


A BOLA fez um levantamento exaustivos dos períodos de dias que mediaram todos os encontros oficiais do FC Porto esta temporada e rapidamente se chega à conclusão de que os azuis e brancos têm sido sujeitos a uma carga extensa de trabalho, com a maioria dos treinos a cingirem-se a observações através de vídeo e o trabalho de campo propriamente dito a ser relegado para segundo plano, precavendo-se o risco de lesões de índole muscular e até traumáticas.
 

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