Segundo lugar premeia reforço de prestígio e fim do ‘fair play’

FC Porto 17-05-2021 10:36
Por Pascoal Sousa

O FC Porto carimbou, em Vila do Conde, o bilhete para a entrada direta na Liga dos Campeões. Será a 25.ª participação dos azuis e brancos na mais importante prova da UEFA em 30 edições, igualando o registo do já campeão alemão, Bayern de Munique. Só Real Madrid e Barcelona superam esse registo dos portistas, com 26 presenças na Champions.


O segundo lugar não é um prémio que elimine a deceção de uma campanha em que os dragões não conseguiram revalidar o título, nem atingir a final da Taça de Portugal. Ganharam a Supertaça, que este ano, excecionalmente, foi disputada em dezembro, e fizeram uma extraordinária Liga dos Campeões, muito acima das expectativas, atingindo os quartos de final,  onde foram eliminados por um dos finalistas, o Chelsea. Na memória de muitas gerações ficará perpetuada a épica queda da Juventus aos pés do FC Porto.


Mas tem, apesar de tudo, uma tremenda importância no quadro desportivo e económico do FC Porto. A valorização de muito dos jogadores mais apetecíveis do plantel está garantida pela simples presença na edição 2021/2022 da prova, sem esquecer que a entrada direta representa dinheiro fresco muito bem-vindo para a SAD. São 38,5 milhões de euros logo à partida, uma bazuca que se junta aos quase 75 milhões de prémios angariados esta época na Liga dos Campeões, além de 10,5 milhões em receitas televisivas (market pool).


A iminente saída do FC Porto do controlo financeiro da UEFA dependia muito da garantia de que os milhões da UEFA não escapariam. Sérgio Conceição fez a sua parte.

 

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