«Rodrygo vê o golo com facilidade. Há que cuidar dele, sem pressas»

Real Madrid 08-11-2019 10:04
Por Redação

Depois dos três golos apontados frente ao Galatasaray, na passada quarta-feira, Rodrygo tornou-se o centro das atenções, tendo já sido alvo de comparações a Raúl e Butragueño.

 

Não obstante, alguns veteranos do Real Madrid, em declarações ao diário AS, pediram calma e alertaram para as comparações que possam prejudicar o jovem jogador brasileiro.

 

Rafa Alkorta:

 

«O Raúl parecia que já jogava há anos, tinha uma grande personalidade, era diferente. Via-se que tinha algo e assim o mostrou. É melhor não o comparar a Rodrygo, faríamos mal. Temos que o deixar amadurecer. Saba mexer-se e tem faro para o golo.»

 

Paco Buyo:

 

«Nos treinos, já se via o jogador que Raúl ia ser. Em Zaragoza fez tudo bem, exceto a sua especialidade: o golo. Foi imparável. O Rodrygo vê o golo com facilidade, ainda que diferente. Há que cuidar dele, sem pressas.»

 

Luis Milla:

 

«Fiz o jogo como comentador e disse que me fazia lembrar do Raúl, pela idade, pela maturidade que demonstra… é anormal para a sua idade. Tudo o que faz em campo, faz sentido. Se o Zidane o leva a jogo, é porque sobe o nível.»

 

Santi Cañizares:

 

«Não acho que faça bem ao Rodrygo compará-lo ao Raúl. Em outras situações, isso não foi positivo. Até o Raúl se ’deslocou’ por uns meses. Gosto muito de ver um jovem assim, mas é melhor não lançar fogos de artifício.»

 

Vicente del Bosque:

 

«Com o Emilio saíram outros avançados muito bons, como o Alfonso e os da Quinta. Quando os via pensava: sobram-me dois chuveiros. Com o Rodrygo acontece algo parecido: é fino, elegante…tem algo distinto que se vê muito rápido.

 

Isidoro San José:

 

«O Emilio deu-nos aquele jogo frente ao Cádiz e quando aparece um jovem como ele, com ideias novas, agradece-se. Que sejam decisivos como o Rodrygo, que mostram grande frescura, são necessários. As suas possibilidades são brutais.»

 

Isidro Díaz:

 

«O Butraguño em Cádiz, mostrou o grande jogador que foi. Tinha saber estar, era importante, tinha boa tomada de decisão. Via-se claramente, como o Raúl. O Rodrygo fez um grande jogo, marcou e associou-se muito bem. Mas não nos vamos precipitar.

 

Rafael Martín Vázquez:

 

«Quando um técnico lança um miúdo de 17 ou 18 anos para se estrear, a palavra que o pode definir é maturidade. Eu não me atrevo a comparar o Rodrygo com o Raúl ou o Butragueño, mas está claro que o rapaz respondeu à altura a Zidane.»

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