«A falta de passaporte europeu fechou-me as portas de bons clubes»

México 28-10-2019 21:50
Por Redação

Considerado um dos grandes guarda-redes do futebol mexicano, Guillermo Ochoa parece nunca ter confirmado ao nível de clubes o potencial que demonstrou na seleção azteca. Com passagens modestas por Ajaccio, Málaga, Granada e Standard, o guardião de 34 anos assumiu que não chegou a outros patamares devido à falta de um passaporte europeu.

 

«Em 2014, no Mundial do Brasil fiz grandes exibições e tive contactos de vários diretores desportivos, muitos deles com ofertas concretas. No entanto, quando chegava a altura de negociar, o facto de não ter passaporte europeu fechou-me as portas de bons clubes», desabafou.

 

O guardião mexicano acabou por se mudar nesse ano do Ajaccio para o Málaga e em Espanha deu início a uma naturalização que só ficou concluída quando regressou ao país natal.

 

«É irónico, mas recebi o passaporte europeu quando voltei para o México. Fiz todos os exames e cumpri todos os requisitos necessários, mas acabei por dar início ao processo numa altura muito complicada e fui afetado por isso», concluiu.

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