«Benfica? Temos de fazer um jogo quase perfeito»

Tondela 22-10-2019 11:51
Por Arménio Pereira

Cláudio Ramos fez a antevisão ao jogo de domingo (15 horas) entre Tondela e Benfica, no Estádio da Luz, referente à oitava jornada da Liga.

 

O guarda-redes internacional português considera que o grupo já teve tempo suficiente para assimilar as ideias do treinador Natxo González. Receber o atual campeão nacional significa colocar em prática a estratégia do técnico espanhol e tentar ser feliz. A eliminação de sábado da Taça de Portugal, diante do Feirense, faz parte do passado, agora o foco é apenas o jogo de domingo no Estádio João Cardoso.

 

Cláudio Ramos sabe que frente ao Benfica o grau de exigência vai muito para além do normal. Concentração máxima dos jogadores é meio caminho andado, sem olhar para a grandiosidade do adversário.

 

«Quando jogamos contra candidatos ao título nem adianta falar na diferença de orçamentos. Acho que temos de fazer um jogo quase perfeito para conseguirmos ganhar ou levar pontos deste jogo», destacou.

 

As memórias de um passado recente não esmorecem as expectativas do capitão de equipa para o jogo com os encarnados: «Num passado não muito longínquo já conseguimos ganhar a todos os candidatos ao título. Por isso estamos preparados e sabemos o que temos de fazer para o conseguirmos.»

 

Motivação extra não falta para defrontar o Benfica, mas mesmo que não houvesse determinação para jogar com a equipa de Bruno Lage, vencer pela primeira vez, esta época, no Estádio João Cardoso completamente cheio, bastaria.

 

«Já há muito tempo que queremos dar a primeira vitória aos nossos adeptos. Eles merecem. Ainda no último jogo, com o tempo que estava, eles foram-nos apoiar à vila da Feira».

 

O jogo com o Benfica é mais uma oportunidade para tentar oferecer a primeira vitória em casa e conquistar os três pontos.

 

«Toda a gente gosta de jogar com o estádio cheio, se calhar as bancadas não vão estar como gostaríamos. Preferíamos que estivesse pintado mais de outra cor do que vai estar, mas sim a motivação é outra», concluiu.

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