Rogério Alves assume: «A divisão no clube está patente»

Sporting 11-10-2019 00:40
Por Redação

Rogério Alves, presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting, falou aos jornalistas no final da reunião-magna, fazendo questão de considerar que não está em causa a continuidade da atual Direção.

«Não compete à Mesa fazer análise política dos votos. Compete à Mesa fazer aquilo que os Estatutos mandam. Uma vez mais, todas as pessoas que se inscreveram usaram a palavra e o Conselho Diretivo respondeu através de vários dos seus membros. Agora compete ao Conselho Diretivo analisar estes resultados. Da minha parte, tivemos aqui 1352 sócios, mas temos um universo muito mais vasto. Temos de encontrar uma maneira - que, na minha opinião, passa por uma reformatação dos Estatutos - para que muitos mais sócios participem na vida do clube. Os resultados são o que são, os sócios votaram como quiseram e relatório foi aprovado. As ilações políticas deverão ser tiradas pelo Conselho Diretivo», disse.

As contas foram aprovadas por 52,95 por cento e Rogério Alves assumiu que «a divisão no clube está patente». «Por vezes é mais exacerbada, outras menos, o que desejo é que o sucesso do clube seja o reboque que vai levar à união. Como sportinguista interessa-me muito que sejamos capazes de fazer esse trajeto. Não podemos olhar para uma ou outra coisa que correu mal e hipotecar um projeto que terminará em 2022. Por isso, digo que, como fator crítico do sucesso, deve estar a nossa união e o nosso apoio», apontou.
 

Questionado diretamente se Frederico Varandas tem condições para continuar à frente do clube, Rogério Alves referiu: «Na minha opinião, sim. Mesmo que o relatório tivesse sido rejeitado, isso não implicaria a queda da Direção. Do meu ponto de vista, após a aprovação do Relatório e Contas, não está em causa um referendo à Direção.»

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