Melhor defesa do ‘top 12’ da UEFA

Benfica 10-10-2019 14:52
Por Rogério Azevedo

O Benfica sofreu três golos em sete jornadas da liga: dois do FC Porto (jornada 3) e um do Moreirense (6). Dá menos de meio golo por jogo, o que faz com que os encarnados tenham a defesa menos batida da prova, seguidos por FC Porto, Boavista e Santa Clara, trio com mais um golo encaixado.


Embora esta comparação tenha de ser contextualizada em virtude dos diferentes níveis competitivos, nenhuma equipa pertencente ao top-12 da UEFA sofreu menos golos.

 

Só equipas da República Checa (13.ª do ranking), Grécia (15.ª), Chipre (16.ª) e Israel (23.ª) foram menos batidas nas respetivas ligas: os gregos do Olympiakos (2 golos em seis jornadas), os cipriotas de Anorthosis (2/4) e APOEL Nicósia (2/2), os checos do Slavia de Praga (2/12), os israelitas do Hapoel Sheva (2/6) e do Maccabi Tel Aviv (0/6).

 

Para tentar explicar este bom momento do Benfica na Liga e em termos defensivos, poderíamos falar de uma fase com adversários teoricamente mais acessíveis. E é verdade. Os encarnados já jogaram frente a quatro dos seis piores ataques da prova: V. Setúbal, Gil Vicente, Belenenses e Paços de Ferreira. Mas também já defrontaram FC Porto e SC Braga, duas das mais poderosas equipas portuguesas.

 

O rendimento de Vlachodimos, Rúben Dias, Ferro e Grimaldo, sobretudo destes, tem sido elevado. São eles, aliás, os únicos totalistas do Benfica na Liga: 630 minutos. No lado direito, sim, tem havido alternância:  André Almeida (4 jogos, 344 minutos), Nuno Tavares (3/270) e Tomás Tavares (1/13). Globalmente, com a óbvia ajuda dos médios mais recuados (Fejsa, Florentino Luís, Gabriel, Taarabt ou Samaris), o Benfica tem sofrido poucos golos no campeonato. Nos últimos 20 anos, por exemplo, apenas em 2007/2008, sofrera menos golos à mesma jornada 7: dois (um do Leixões e outro da UD Leiria).
 

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