Leonel Pontes assume sentido de missão no comando dos leões

Sporting 14-09-2019 16:05
Por Redação

Leonel Pontes fez a primeira conferência de Imprensa desde que foi nomeado sucessor de marcel Keizer no comando da equipa principal do Sporting. O treinador mostra-se orgulhoso com o desafio.
 

«Foi com sentimento de orgulho e gratidão que aceitei este desafio. Foi inesperado, pois estava a ter muito prazer de trabalhar nos sub-23, mas fiquei muito grato e orgulhoso, com sentido de missão de poder fazer o meu melhor em prol do Sporting», começou por dizer o treinador.

A primeira semana de trabalho, contudo, não foi fácil. «Praticamente só tivemos 10 jogadores. Conseguimos integrar jogadores de sub-23, encontrei um grupo motivado, de grande qualidade, que se empenhou ao máximo para demostrar o que são enquanto jogadores. Foi naturalmente difícil, porque só na quinta-feira tivemos todos os jogadores. Naturalmente, todos os treinadores são diferentes e têm sempre novas ideias, por isso trabalhámos de forma a tentarmos uniformizar a minha forma de ver o jogo», considerou.

Questionado se sente que está a prazo, Leonel Pontes referiu: «Todos os treinadores estão a prazo. Dependem de resultados, de rendimento, de criar dinâmicas positivas e ganhar jogos. Neste momento sou treinador do Sporting e dependo dos resultados como qualquer outro treinador das equipas da Liga.»

Como tal, prosseguiu, no Estádio do Bessa «ainda não estará o novo Sporting». «Temos de passar ideias, ensinar o nosso jogo, temos de treinar e repetir, por isso não será um jogo à imagem da equipa que pretendo, mas o Sporting tem um conjunto de grandes profissionais, que querem ganhar e dar imagem diferente da que ficou no último jogo», disse, garantindo que, independentemente de qualquer tipo de alteração tática, será lutar pelo melhor resultado desportivo.

O treinador não contará com qualquer ponta de lança de raiz, uma vez que Luiz Phellype e Vietto são baixas devido a lesão. «A missão do treinador não é fácil, também devido às incidências que passámos esta semana. Estivemos a trabalhar com 10 jogadores, integrámos dois jogadores (Bolasie e Jesé), por isso é preciso alguma ginástica para colocar a equipa com novas ideias. Trabalhámos alguns aspetos importantes na organização coletiva e de certeza que teremos soluções. Há equipas campeãs da Europa que iogaram sem pontas-de-lança», disse, apontando de seguida: «Temos o Jesé, que pode jogar em qualquer posição do ataque, o Camacho, que é extremo mas pode jogar por dentro, assim como o Plata, mas há mais.»

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