Andreas Pereira explica porque Cristiano Ronaldo é o seu «herói»

Manchester United 12-09-2019 17:10
Por Redação

O brasileiro Andreas Pereira que vai tendo a sua temporada de afirmação no Manchester United, concedeu uma entrevista ao site oficial do clube inglês, onde confessa que Cristiano Ronaldo é o seu herói.

 

«Quando comecei a ver os jogos do United na televisão com o meu pai, haviam tantos jogadores de qualidade naquela equipa. Para mim, no entanto, um destacava-se dos outros. Havia este jogador, mais jovem que a maioria dos colegas, que estava sempre a mostrar habilidades. Atiravam-no para o chão mas ele levantava-se e tentava fintar exatamente o defesa que o tinha deitado ao chão. Muitos são atirados e desaparecem. Mas este rapaz não. Queria sempre mais e mais.

 

- Mais ainda que o espírito, amava a maneira como ele jogava, especialmente a forma como rematava. A forma como acertava na bola, os tiros de longa distância, por isso é que para mim sobressaia sempre, porque o que ela fazia era o que eu queria fazer. Ele conseguia fazer tudo, mas mais importante, marcava o tipo de golos que eu queria marcar… Na verdade, é o que ainda quero fazer. E é por isso que o Cristiano Ronaldo era o meu herói no futebol», confessou o extremo de 23 anos.

 

O internacional brasileiro relembrou também a primeira vez que conheceu o craque português, no ano de 2014. Andreas Pereira aproveitou ‘a boleia’ de Nani e Anderson, num encontro particular em Old Trafford entre Portugal e Argentina. Na altura, Ronaldo já estava no Real Madrid, mas nem por isso deixou de aconselhar o jovem jogador. «Estás no clube certo, continua a fazer o que fazes, trabalha duro. Conheço as pessoas no United e elas vão te ajudar a tornares-te num jogador melhor».

 

Antes, num Man. United-Real Madrid, em 2013, Andres Pereira era um dos apanha-bolas, e Cristiano acabou por lhe oferecer as luvas do jogo, que garante «estarem guardadas em minha casa e ninguém lhes toca». Voltaram a encontrar-se já no relvado, quando Andres Pereira estava no Granada. Nesse encontro, tentou trocar de camisola com o capitão da Seleção Nacional, mas não conseguiu. No ano seguinte, quando esteve emprestado ao Valência, voltou a tentar e desta vez com sucesso. Sobre essa camisola, garante: «Está emoldurada em minha casa. Toda a gente pode ver, ninguém pode tocar».

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