Bruno Lage como Eriksson

Benfica 18-08-2019 13:07
Por Redação

O Benfica versão 2019/2020 soma e segue. Terceiro jogo oficial da época, ontem, terceiro triunfo consecutivo dos campeões nacionais em título, o menos robusto até agora, é certo, depois das duas manitas aplicadas a Sporting, primeiro, no jogo da Supertaça, no Estádio Algarve, há duas semanas, e a Paços de Ferreira, depois, no pontapé de saída da Liga na Luz, mas que também contribui para reforçar junto dos adeptos a ideia de auspicioso início de temporada.

 

Mas além dos triunfos há mais um factor comum a este arranque de 2019/2020 dos homens comandados por Bruno Lage: Odysseas Vlachodimos ainda não sofreu qualquer golo e a baliza das águias continua inviolada ao cabo de 270 minutos de competição.

 

Este dado é tanto mais relevante se tivermos em conta que a última vez que o Benfica conheceu este contexto - de vencer e não sofrer golos nos primeiros três jogos oficias da temporada - remonta a... 1990/1991. Sim, há 29 anos que o Benfica não protagonizava arranque tão consistente do ponto de vista defensivo.

 

Há quase três décadas foi o sueco Sven-Goran Eriksson que liderou os encarnados a arranque semelhante. Então, Eriksson começou a época a vencer em Guimarães por 2-0, para o campeonato, seguiu-se resultado idêntico ao Penafiel, já na Luz, e ao terceiro jogo deslocou-se a Vidal Pinheiro, para defrontar o Salgueiros e vencer por 3-0.

 

Se recuarmos um pouco mais, em 1974/1975 encontramos um Benfica não apenas com vitórias nos três primeiros jogos oficiais, mas também com os mesmos 12 golos marcados e zero sofridos. Então era o jugoslavo Milorad Pavic o treinador das águias, que aplicaram chapa quatro a Belenenses e Farense nas duas primeiras jornadas, e também aos dinamarqueses do Vanlose (Taça das Taças).

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