«Sinto-me parte do grupo da Seleção»

Sporting 16-07-2019 13:53
Por Eduardo Marques

Luís Neto tem tido galo com a Seleção Nacional. Não integrou os 23 de Fernando Santos no Euro-2016 nem na Liga das Nações, que Portugal venceu, fez apenas parte do grupo que foi à Taça das Confederações.

 

«Primeiro que tudo quero que Portugal ganhe sempre, estando presente ou não», frisou, em entrevista a A BOLA, prosseguindo: «No Euro era uma decisão com que contava porque regressou o Ricardo Carvalho e havia a opção do José Fonte. Além disso, também tive uma fase menos positiva no Zenit. Era esperado, foram chamados os melhores e acho que Portugal ficou muito bem servido no Europeu. Aliás, até acabaram por jogar os quatro e terminámos com o título, um dos maiores feitos de Portugal. Na Confederações perdemos com o Chile nas meias-finais e também foi uma boa experiência e, agora, na Liga das Nações, penso que a minha ausência se deveu à mudança de clube, ao facto de ter jogado pouco a partir de janeiro depois de ter anunciado a minha decisão. Mas independentemente de estar ou não, fico muito feliz pelos títulos, sinto-me de alguma maneira parte daquele grupo porque tenho feito parte das qualificações.»

 

Luís Neto expressa o seu orgulho por representar o País: «É um objetivo e tenho o sentimento verdadeiro de que não existe nada superior a poder representar o nosso país. É uma felicidade enorme a fase que a Seleção está a passar e continuo a manter a minha esperança de poder estar presente a qualquer momento.»

 

Certo é que os centrais da Seleção já são trintões, há apenas Rúben Dias, e mais cedo ou mais tarde haverá renovação: «Portugal, com o desenvolvimento da formação, quer a nível de clube, quer da federação, chegou a um ponto que existem quatro/cinco elementos para cada posição. O mister já referiu várias vezes que o grupo que tem para analisar é vastíssimo e todos com muita qualidade. Por isso, a renovação será feita naturalmente. O mister já disse também, em relação aos centrais, que gosta de ter algumas certezas, não gosta de mexer muito. E, apesar da idade, enquanto existir competência, qualidade e os jogadores estiverem bem fisicamente temos de respeitar todas as opções.»

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