«Diz-se nos corredores que havia um mandado»

Futebol 11-10-2018 15:37
Por Redação

Bruno de Carvalho explicou o que o levou a deslocar-se, esta quinta-feira, por iniciativa própria, ao DCIAP e posteriormente ao DIAP, a fim de ser ouvido no âmbito dos casos em que viu o seu nome envolvido, nomeadamente o ataque à Academia do Sporting, em Alcochete.

 

«Vim demonstrar, de forma voluntária, que não é preciso nada, basta dizer que precisam de falar comigo e eu vou. Não tenho visto os jornais, não tive conhecimento absolutamente nenhum a não ser quando me vieram avisar no escritório do que tinha acontecido. Só aí fui para a Academia, só soube do ataque depois de estar a acontecer», afiançou o antigo presidente dos leões, vincando que esta iniciativa nada tem que ver com a detenção, na passada terça-feira, de Bruno Jacinto, antigo Oficial de Ligação aos Adeptos no clube de Alvalade.

 

«Preventivamente foram detidas muitas pessoas no mundo inteiro», observou.

  

«Ontem [quarta-feira], chegou ao meu conhecimento que havia um mandado para esta sexta-feira para eu ser inquirido. É o que se diz nos corredores. Não tenho medo de nada», vincou Bruno de Carvalho, acrescentando: «Não se trata de uma questão de estratégia, tem a ver com personalidade, caráter e educação.»

 

«Não quero prevenir nada, quero colaborar em todos os processos em que houver necessidade, com todos os conhecimentos e dúvidas que tenho sobre os assuntos. A polícia tem de fazer o seu trabalho e eu faço o meu, que é estar disponível para a justiça», sublinhou o antigo presidente leonino.

 

E deixou a garantia: «Tenho cinco anos e meio de Sporting e a consciência totalmente tranquila em todos os assuntos, desde auditorias forenses, ao cashball e ao ataque à Academia.»

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