Presidente do Estoril responde ao Benfica

Estoril 12-09-2018 13:23
Por Redação

Alexandre Faria, presidente do Estoril, refuta qualquer responsabilidade do clube na sanção de um jogo à porta fechada imposta ao Benfica na sequência do comportamento dos adeptos encarnados no jogo entre as duas equipas, disputado no passado mês de abril, no estádio António Coimbra da Mota.

 

Em comunicado, argumentou o Benfica que competia ao Estoril, na condição de visitado, «assegurar a segurança do jogo, designadamente, a contratação de policiamento e de assistentes de recinto desportivo, realizar a revista de pessoas e bens, proibir a entrada de objetos proibidos ou perigosos no estádio e, em geral, o garantir da ordem e da disciplina no recinto desportivo.»

 

Sublinharam ainda as águias que a alocação dos adeptos «à bancada central nascente, quando o deveriam ter sido na bancada de topo norte», mereceu a «discordância prévia e expressa» do clube junto do Estoril, Liga e forças de segurança, «por então considerar que se estava a potenciar o risco de arremesso de objetos para o interior do recinto.»

 

Esta quarta-feira, em declarações à Renascença, Alexandre Faria atribuiu a responsabilidade às forças policiais presentes na Amoreira.

 

«A situação ficou muito clara na altura para todos os intervenientes, Benfica incluído. Todos tiveram a perfeita noção que a decisão final da escolha da bancada ficou a dever-se à força policial responsável pelo jogo, a GNR, e essa decisão foi desta entidade. O Estoril é alheio a este facto», argumentou.

 

«O Estoril sempre teve um bom relacionamento com todos os clubes e não será este episódio que vai manchar as relações com o Benfica. Mas é necessário que sejamos sérios e tenhamos a noção de quem toma as decisões e quem foi o responsável por essa decisão, e não foi o Estoril Praia», asseverou Alexandre Faria.

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