Jogadores ponderam avançar com queixa-crime contra Bruno de Carvalho

Sporting 16-05-2018 09:53
Por Redação

Quase todo o plantel, o treinador Jorge Jesus e, pelo menos, Mário Monteiro e Nélson Pereira, da equipa técnica, bem como o diretor de scouting, Manuel Fernandes, estiveram na esquadra da GNR do Montijo para apresentar queixas-crime contra os autores materiais das agressões. Foi o primeiro passo para depois poderem avançarem com processos para as rescisões de contrato com justa causa, que estão a ser ponderadas, assim como nova queixa-crime, também em equação, contra o autor moral dos acontecimentos: Bruno de Carvalho.

Ainda a quente, foi convicção do grupo que poderia o dirigente estar por detrás da situação. E desde logo, perante o terror e o choque, os jogadores a considerarem avançar para as rescisões unilaterais dos vínculos. Bas Dost, por exemplo, apurou A BOLA, dizia que não era apenas no Sporting que não queira jogar: não queria mais atuar em Portugal. E enquanto alguns contactavam os empresários, contando o que acabava de acontecer e manifestando a intenção de deixar o clube, outros avisavam as famílias, alertando as mesmas para saírem de suas casas, pois os agressores tinham ameaçado, que sabiam as matrículas dos carros, as moradas e as escolas dos filhos - Bruno Fernandes, por exemplo, disse para a mulher e a filha seguirem de imediato para o Porto.


Mais a frio, passado algum tempo, a formalização das queixas, para já apenas contra autores materiais, mais tarde, mediante ponderação, contra o autor moral. E essa responsabilidade, acreditam, recai sobre Bruno de Carvalho.





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