«Na minha carreira sempre pensei pela minha cabeça»

Benfica 08-11-2019 13:56
Por Redação

Bruno Lage voltou a ser questionado sobre as mudanças que faz na equipa nos jogos de Liga e de Liga dos Campeões, nomeadamente saídas de Pizzi, André Almeida ou Seferovic. Sobre se deixar  de fora jogadores que são titulates na Liga não é contraditório com o discurso sobre a recuperação da dimensão europeia das águia. A resposta foi simples, é opção, mas contada com uma história mais comprida.

 

«Terminei o curso há 23 anos; entre 15 e 20 colegas foram dar aulas, eu não fui, queria ser treinador; diziam-me ´vais ganhar 100 euros e como professor podes ganhar mais´, mas pensei pela minha cabeça e fui atrás do sonho. Vim para o Benfica aos 27 anos e depois quis mudar, sair, mas diziam ´ninguém sai do Benfica´; fui à minha vida, saí passei pelo Dubai e Inglaterra, depois voltei à equipa B...pensei pela minha cabeça. Independentemente dos resultados, são 20 anos a pensar pela minha cabeça; saí adjunto do Vitória, ganhava 100 euros e estou aqui como treinador da equipa A», recordou de um fôlego.

 

«Por isso as escolhas passam pela minha forma de pensar e ver; O Pizzi só não fez o último jogo da Champions, o André Almeida não jogou, esteve o Tomás; [quanto a]o Seferovic... o Vinícius tinha feito um bom jogo e dois golos, são opções. O que queremos é fechar o jogo anterior o mais rápido possível. Se olharmos para trás não vamos vencer no futuro», acrescentou.

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