Pichardo já só pensa no Mundial (vídeo)

Atletismo 13-08-2019 08:23
Por Sofia Coelho

Pedro Pablo Pichardo já pensa na próxima oportunidade para vestir o equipamento da Seleção Nacional. O saltador português de origem cubana estreou-se no último fim de semana, no Europeu de Equipas, e tem marca de qualificação para o triplo dos Mundiais de pista de Doha (Catar), no final de setembro - e para os Jogos Olímpicos Tóquio-2020.


«Temos de trabalhar para levar o nome de Portugal e o do Benfica ao mais alto nível e penso que o momento mais importante, agora, será o Mundial», apontou o atleta, ontem, no aeroporto de Lisboa, no regresso de parte da Seleção que conquistou a subida à Superliga, ao vencer a I Liga, que decorreu em Sandnes, na Noruega, entre sexta-feira e domingo - alguns atletas tinham viajado para o Porto. Pichardo contribuiu com o triunfo no triplo (16,98 m) e Portugal estará entre a elite do atletismo europeu em 2021, edição na qual a Superliga integrará apenas os oito melhores países - em vez dos 12 que competiram este ano.


«Foi uma sensação muito boa. Era o que estava à espera, fazer o meu trabalho para que a equipa ganhasse. Foi o que aconteceu», sublinhou, à BTV, o recordista nacional (17,95 m) e 5.º de sempre (18,08 m), que já fez 17,53 esta época. «Ser considerado o melhor atleta foi muito importante, mas o mais importante é o coletivo e o que fizemos em equipa», disse ainda, referindo-se à eleição por parte da organização como melhor atleta da I Liga. Além de Pichardo, também Carlos Nascimento (100 m), Lorene Bazolo (200 m) e Irina Rodrigues (disco) contribuíram com triunfos para Portugal nas respetivas provas. «Ainda é surreal saber que ganhámos e que estaremos na Superliga. Tenho um orgulho enorme. Era difícil, mas provámos que não era impossível. Estou grata por pertencer a esta equipa e a um País que cada vez mais vai dando cartas nas mais diferentes áreas», partilhou, por seu turno, Irina, atleta do Sporting.


Será a terceira vez em que Portugal estará na elite do Europeu de Equipas (depois de 2009 e 2011), mas a primeira em que a Superliga terá apenas oito Seleções em vez das 12 habituais. 
 

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