Foi assaltado e tentaram serrar-lhe as pernas com uma motosserra

Triatlo 08-03-2018 22:26
Por Redação
A criminalidade na África do Sul é devastadora, com Durban a ser uma das cidades mais afetadas, com uma média de 51 homicídios por dia. Agora o visado foi o triatleta Mhlengi Gwala, um dos mais populares do país, cuja história de redenção após um passado de álcool e drogas emocionou o país.

Gwala estava a treinar-se de bicicleta nas imediações de Durban, na madrugada de terça-feira, pelas três da manhã, quando um gang constituído por vários elementos o derrubou da bicicleta para o assaltarem. O triatleta, segundo alguns relatos, rapidamente entregou aos assaltantes os pertences que trazia: bicicleta, carteira e telemóvel. No entanto, num ato de barbaridade, os assaltantes, com uma motosserra, tentaram ainda cortar-lhe as pernas. Mhlengi Gwala não conseguia perceber o dialeto dos criminosos nem a razão pela qual pretendiam serrar-lhe as pernas.

Após o ataque, o triatleta conseguiu rastejar, até que um automobilista o avistou e o transportou ao hospital, onde foi submetido a operações a fim de lhe tentarem salvar as pernas. As perspetivas são animadoras, uma vez que as artérias principais dos membros inferiores não foram afetadas. No entanto, o bárbaro ataque causou alarme entre os atletas, muitos dos quais aproveitam a madrugada ou as primeiras horas da manhã para se treinarem. «Quão seguros estamos nas estradas da África do Sul?», questionou no Twitter Henri Schoeman, o mais conceituado triatleta sul-africano, terceiro classificado nos JO Rio-2016.
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