Convénio do ciclismo longe do consenso 

Ciclismo 27-07-2021 10:59
Por Fernando Emílio

Mantém-se o impasse na assinatura do convénio para proteção e valorização do ciclismo português, iniciativa da Federação Portuguesa de Ciclismo, que inclui a Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais (APCP), Podium Events como entidade organizadora da Volta a Portugal e as nove equipas Continentais. O documento, que deveria ter sido assinado a 11 de abril, visa impedir a participação na Volta a Portugal das equipas que ao abrigo do acordo não estejam em condições de serem convidadas para a competição, por motivos relacionados com dopagem ou não cumprimento das regras de fair play financeiro, não tem conseguido o consenso, o qual  se apresenta cada vez mais difícil. Nas reuniões já efetuadas e na falta de um acordo global, o presidente, Delmino Pereira, está na disposição de sensibilizar individualmente os parceiros para encontrar uma solução que leve à assinatura do compromisso, depois de terem sido feitas algumas alterações ao documento original.


Quando tudo parecia estar no bom caminho, surgiram alguns contratempos. A APCP, que não viu algumas das suas propostas serem consideradas, não parece interessada em assinar, salvo se forem encontradas soluções que defendam os interesses dos ciclistas, e o mesmo acontece com algumas das equipas.

 

A notícia da vinda à Volta a Portugal da Vini Zabú, equipa italiana que foi suspensa 30 dias pela UCI, entre 7 de abril e 6 de maio devido a dois casos de doping no período de 12 meses, que obrigou os seus dirigentes a retirá-la da Volta à Itália, depois de pressionados pela RCS Sport, organizadora do evento, veio criar muitos pontos de interrogação.

 

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