SÁBADO, 23-05-2015, ANO 16, N.º 5593
Eusébio
EUSÉBIO (1942-2014)
Eusébio: Governo decreta três dias de luto nacional
11:23 - 05-01-2014
O Governo decretou esta manhã que se vão realizar três dias de luto nacional pela morte de Eusébio.

O Pantera Negra morreu esta madrugada, aos 71 anos, devido a paragem cardiorrespiratória.

O gabinete do primeiro-ministro considerou o antigo futebolista como «um génio do futebol, um atleta de excelência e um homem generoso e solidário».
Redação

comentários

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uri19431
05-01-2014 11:37
Não consigo parar de chorar meu grande EUSÉBIO.

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destaques

Com o Rali de Portugal na estrada, nem imagina como foi 1902 (e antes e depois também...)
A correr no Tempo Com o Rali de Portugal na estrada, contamos-lhe como foi a primeira prova de automobilismo que por cá se fez – e, entre várias outras espantosas revelações, revelamos-lhe por que não pôde ser a um domingo e por que ao entrar-se numa localidade a velocidade tinha de baixar para menos de... 10 quilómetros por hora. Mas, ainda mais: também lhe falamos de um ícone, da última prova da monarquia, dessa monarquia que vivia, apaixonada entre automóveis: Rampa da Pimenteira, ganha por um piloto com o corpo todo ligado... Emile Levassor era engenheiro, trabalhava para um industrial francês. Quando ele morreu – casou com a viúva. Para expandir o negócio comprou a Gottlieb Daimler, um dos inventores do automóvel, licença para construção de motores na fábrica. Depois, em sociedade com René Panhard, passou a fazer carros também. E foi com um Panhard et Levassor de 2 cilindros que concorreu à primeira corrida de automobilismo de que há registo: Paris-Bordéus-Paris, 1190 quilómetros. Com largada a 11 de Junho de 1895 e 27 concorrentes. As previsões apontavam para que se atingisse Bordéus ao raiar da manhã mas Levassor chegou muito antes, por volta das 2.30 horas – e não tinha nenhum fiscal à sua espera. Teve de procurá-los num hotel, acordá-los – para que certificassem o tempo. Antes de se fazer de novo à estrada, por entre charretes e animais, «comeu sanduíches e bebeu champanhe» – e deu a pé uma volta pela cidade para «desentorpecer os músculos». A 50 quilómetros de Paris parou num restaurante – para mais uma refeição e à meta chegou ao cabo de 48 horas e 48 minutos. À média de 24,5 km/h – e um jornal escreveu que velocidade assim era um... «assombro». Como seu Panhard et Levassor só tinha dois lugares em vez dos quatro que se previam nos regulamentos não lhe deram 31 mil francos de prémio. Um ano depois, ao tentar desviar-se de um cão no Paris-Rouen, despistou-se, levaram-no em coma, politraumatizado, para o hospital, lá morreu, alguns meses depois. Povo que o recebera em euforia no dia da primeira vitória – pediu, em lágrimas, que fizessem estátua de Emile Levassor na Porte Maillot, uma das mais antigas entradas de Paris, onde, então, se pusera a meta. Lá está. Na primeira viagem do primeiro automóvel em Portugal, um burro morto e pagou a 18 mil réis... Foi um Panhard et Levassor, o primeiro automóvel que houve em Portugal. Chegou em 1895, importado pelo Conde de Avilez. Na Alfândega de Lisboa logo se levantou a dúvida: que taxa aduaneira aplicar a tão «estranho artefacto». Máquina agrícola ou... «locomobile» que era como se chamavam as máquinas movidas a vapor? Ficou «locomobile». Os Avilez tinham palácio em Santiago do Cacém – e na primeira viagem, de Cacilhas para lá, o primeiro acidente: atropelou um burro carregado de canas, matou-o – e ao dono pagou «o melhor de 18 mil réis quando um burro naqueles tempos custava apenas 5000 réis». (Sete anos o teve, vendeu o automóvel por 700 contos de réis a Mariano Sodré de Medeiros, açoriano com negócios em Lisboa porque se encantara com o modelo da Peugeot que vira na Exposição Industrial de Paris – não tinha rodas em aros de ferro, já tinha pneus e câmaras de ar, mas antes de fechar negócio o Conde de Avilez morreu.) Ainda nesse ano de 1895, há notícia no jornal O Velocipedista – de que no Velódromo das Devezas, Benedicto Ferreirinha, que ganhou fama também como ciclista e jogador de ténis, percorreu 10 mil metros em 17.01 minutos – recorde para uma ««bicycleta com motor a petróleo». Era assim que se chamavam às motos – e no jornal vincava-se que fora a primeira vez que «a machina se apresentara em público». (Esse ainda era o tempo em que casas de banho só havia em casas muito, muito ricas - e um fato para os homens levarem à praia não custavam menos de 1000 réis, os de mulheres, os «chiques» que se importavam de Paris, eram quase como vestidos, tudo tapando do corpo - e andavam pelos 2800 réis, mais ou menos metade do que aquilo que se pagava por meio burro, com aquele que o automóvel matou, numa feira de gado...) ...
Estilos e Espantos Do look clássico de Messi, ao glamour de Ronaldo, passando pela rebeldia de Neymar, todos os craques de futebol tem o seu estilo, mas uns chamam mais a atenção que outros. Lá vai o tempo em que o jogador de futebol era encarado apenas como um conjunto de músculos em movimento na perseguição de uma bola. Perceber os jogadores não é fácil, entender a vida deles muito menos, mas no que diz respeito à moda, não são precisas muitas palavras, as imagens falam por si. Conheça o novo estilo Dandy que já conquistou o guarda-roupa de Xavi Alonso, Didier Drogba, Samuel Eto’o e Claudio Marchisio... São encarados como cavalheiros charmosos, um pouco levianos, não precisam ser cultos ou homens de letras, basta apenas terem estilo, serem bem-falantes e terem a sapiência de saber apreciar as coisas boas da vida. Entre os dandies que fizeram história encontram-se, talvez como seus maiores símbolos, Oscar Wilde, o influente escritor, poeta e dramaturgo de origem irlandesa, e Lord Byron, o destacado poeta britânico que também foi nadador de sucesso, a figura mais influente que o romantismo conheceu. Partilhavam o culto da imagem e, em alguns casos, eram os primeiros a apresentar as inovações na postura, nos cuidados físicos e no próprio vestuário. Dandy: a moda de falar através da aparência A Moda Dandy tem conquistado cada vez mais adeptos, mas foi no futebol que encontrou os seus maiores seguidores - Xavi Alonso, Didier Drogba, Samuel Eto’o e Claudio Marchisio. O movimento que começou na Inglaterra no século XIX destinava-se aos homens de bom gosto e apurado sentido estético, que não precisavam pertencer à nobreza. O termo teve algumas variações, mas continua a adaptar-se a quem se preocupa muito com a aparência e elegância. E é no culto ao prazer e na possibilidade de se expressar através da imagem que o movimento ´dandy´ encontra na sociedade atual um terreno fértil e cada vez com mais seguidores. É que além das mulheres, são cada vez mais os homens que se preocupam com a imagem e que gostam de se vestir bem, acompanhando as grandes tendências da moda. Nos últimos anos temos assistido a uma nova postura do sexo masculino, com estilos que vingaram e fizeram história no passado, como o punk ou o hippie – os dandies, em que a imagem acaba por ser o ponto forte e a referência, ao contrário do estilo rival, o lumbersexual, numa alusão ao estilo ´homem lenhador´. ...
Estilos e Espantos Tinha 13 anos quando perdeu a mãe num trágico acidente de viação. Valeu-lhe o apoio do irmão, o outro príncipe de Inglaterra já casado e com dois filhos. Quanto a ele, é aos 30 anos o solteiro mais cobiçado de todos os tempos, mas quem o conhece diz que nunca chegará ao trono. Apaixonado por desporto não há nada que o pequeno príncipe não saiba fazer – futebol, atletismo, basquetebol, râguebi. Mas o seu ponto fraco são as mulheres. Levou uma ex-modelo para a prisão, envolveu-se com uma prima e terá tido um caso amoroso com uma empregada de bar, uma cópia da bela Kate Middleton. Conheça o outro lado do Bad Boy, o quinto na linha de sucessão ao trono que foi acusado de insultos racistas e foi visto com um uniforme nazi... Se há alguém na corte capaz de desafiar as leis impostas pela monarquia, é ele: Henry Charles Albert David. Para alguns só Harry é o suficiente, embora Bad Boy também lhe sirva na perfeição. As circunstâncias teriam que ser extremamente incomuns para que se tornasse rei, o que lhe dá uma liberdade que o irmão nunca teve. E nessa liberdade de vida há, além de polémicas, desporto - e no desporto o mostrar das suas últimas habilidades foi na promoção do Mundial Sub 20 da Nova Zelândia - o Mundial onde a seleção de Hélio Sousa vai estar a sonhar, a sonhar com o pédio por que já passaram outras, as seleções de Carlos Queirós e a seleção de Ilídio Vale - que já o disse acredita, acredita que Portugal possa sair de lá com o tricampeonato do mundo até... ...