DOMINGO, 07-02-2016, ANO 17, N.º 5853
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destaques

Lutou judo mas vai ser Presidente de um clube de Futebol Galês
Para lá do que se vê Com uma carreira de mais de 20 anos entre televisão e cinema, Naomi Watts não para de surpreender. Namorou o romântico Heath Ledger, é casada com o também ator e produtor americano Liev Schreiber e ninguém a conhece melhor do que Nicole Kidman, a amiga de longa data. Filha de uma hippie e vendedora de antiguidades e de um engenheiro de som da banda musical Pink Floyd, desde cedo mostrou vocação para as artes. Começou com pequenos trabalhos como modelo, até dar o salto para o grande ecrã. Como atriz principal vestiu a pele de Princesa Diana, e fez das suas nos filmes ´21 Gramas´, ´King Kong´ e o ´Impossível´, o que por duas vezes já foi indicada ao Óscar de melhor atriz. E se não tivesse chamado a atenção dos grandes palcos de Hollywood, certamente que Naomi teria um futuro garantido como desportista nata. Apaixonada por ténis e boxe, já foi lutadora de judo e prepara-se agora para ser Presidente, e logo de um clube de futebol… A visibilidade em torno das celebridades tem aumentado cada vez mais nos últimos anos, e as atrizes famosas bem sabem que privacidade é algo que não lhes assiste, num mundo rodeado de ´paparazzi´ à caça da melhor história. Ela tem os pés bem assentes na terra, e apesar de também ser vítima da fama, acredita que nada se compara à popularidade das irmãs Kardashian, musas das ´selfies´ e ´primeiras´ no centro das atenções sempre que estala uma polémica em Hollywood. «Existe muito foco nas celebridades atualmente. Estamos na era Kardashian e isso é um pouco assustador». O beijo a Nicole Kidman A carreira de Naomi Watts começou através de séries de televisão, telenovelas australianas e anúncios publicitários. Mas a fama propriamente dita, surgiu depois de ter conhecido Nicole Kidman, a amiga de longa data que a incentivou a lutar por uma carreira de sucesso em Hollywood. Uma amizade que não as inibem de trocarem ´beijos´ na boca perante as câmaras sempre que sem encontram na passadeira vermelha. Naomi Watts passou parte da infância na sua cidade natal, em Shoreham, Reino Unido, onde nasceu a 28 de setembro de 1968. Filha de Gilette Edwards, uma negociante de antiguidades e Peter Watts, engenheiro de som dos Pink Floyd até 1974, viu o casamento dos pais chegar ao fim quanto tinha apenas quatro anos. Mais tarde, com a morte do seu pai, quando tinha sete anos, Naomi acabou por mudar-se com a mãe para a cidade de Llangefni, ao norte do País de Gales, onde residiam os seus avós, Hugh e Nikki Roberts. Naomi viveu em Llangefni até aos 14 anos, quando se mudou para a Austrália em busca de melhores oportunidades. Como a sua avó Nikki era australiana, Naomi não teve dificuldades em também conseguir a cidadania. De modelo a lutadora de judo Enquanto atriz, Naomi Watts já trabalhou com os melhores diretores cinematográficos: Woody Allen, Clint Eastwood, David Lynch e Peter Jackson, embora ser uma estrela de Hollywood não tenha sido a primeira escolha de Naomi. Em 1986 mudou-se para o Japão onde trabalhou como modelo. Mas a aventura não durou muito tempo. Quando regressou à Austrália, Naomi arranjou trabalho como assistente de um editor de uma revisa de moda australiana, numa altura em que começou a desenvolver uma paixão pelo desporto. Naomi começou a treinar judo e chegou inclusive a participar em campeonatos menores. Mas um convite para atuar numa pequena peça mudou-lhe novamente o destino. Largou tudo e voltou-se para o cinema para então ser uma atriz completa. Entre os vários filmes que protagonizou, destacam-se ´21 Gramas´, ´The Ring´, ´King Kong´ e o ´Impossível´, uma história verídica que conta o drama e a destruição das pessoas que perderam a vida durante o tsunami que invadiu a Tailândia em 2004. Presidente de um clube de futebol Hoje é o yoga e o Jiu-Jitsu que lhe ocupam os tempos livres. Já não se dedica ao judo, mas o desporto permanece ativo na vida de Naomi Watts. Apaixonada por boxe, ténis e futebol, a atriz prepara-se agora para mais uma aventura… vai ser Presidente de um clube de futebol que milita na terceira divisão do País de Gales. Até aqui, o Glantraeth FC era dirigido por Sir George Meyrick de Bodorgan State, um amigo da família real que estava há 20 anos no comando do clube. Foi desta forma que, o praticamente desconhecido Glantraeth FC ganhou destaque nos jornais britânicos nos últimos dias. O clube que, por média tem cerca de 40 adeptos, escolheu a atriz para ser a nova Presidente, muito por culpa do seu passado. «Queríamos alguém com ligações locais e como ela cresceu muito perto daqui, em Llangristiolus (Anglesey), pensámos que seria perfeita», apontou o responsável de comunicação do clube, Stan Strickland. «É obviamente um cargo honorário, mas adoraríamos convidá-la para assistir a um jogo, quando estiver por perto e conhecer o pessoal do clube». E Naomi não hesitou na hora de aceitar a oferta… ...
Estilos e Espantos Se há algo capaz de fazer a América tremer é o Super Bowl, o maior espetáculo de futebol americano dos Estados Unidos, e um dos eventos desportivos mais aguardados em todo o mundo. A contagem decrescente já começou, só para assistir ao grande duelo entre Carolina Panthers e Denver Broncos, que este ano se apresentam como concorrentes de peso. De um lado um ´Xerife´ que bem conhece os cantos à casa, do outro, um ´novato´ com fome de vitórias. Mas para os amantes do futebol americano, o Super Bowl é muito mais que um jogo, até porque, os bilhetes não estão ao alcance de qualquer carteira. Fora de campo, os anúncios publicitários exibidos no intervalo da partida também têm uma palavra a dizer, sobretudo se contarem com a presença das ´angels´ da Victoria’s Secret. Vestidas a rigor, as modelos da conceituada marca de lingerie, como já manda a tradição, abandonaram as asas e transformaram-se em autênticas profissionais de futebol… ´Score More´ (Pontua mais) foi o tema escolhido pelos ´anjos´ da Victoria´s Secret, naquele que é, o segundo anúncio publicitário da marca para ser transmitido num dos intervalos do Super Bowl 50. Este ano, para a ocasião, Adriana Lima, Alessandra Ambrosio, Elsa Hosk, Jasmine Tookes e Taylor Hill foram as modelos escolhidas para deixarem de lado a lingerie a que já habituaram os fãs, e vestirem-se a rigor, como se de verdadeiras jogadoras de futebol americano se tratassem. Anjos e Diabos E se há quem pense que os anúncios publicitários são secundários em relação ao foco da grande final da NFL, desengane-se. O intervalo do Super Bowl é um dos espaços publicitários mais cobiçados pelas marcas, já que o evento é televisionado para o mundo inteiro e é um dos mais comentados nas redes sociais. Para celebrar o Super Bowl 50 2016, a Victoria’s Secret, patrocinadora do evento e que todos os anos surpreende com os seus provocantes comerciais durante os intervalos, escolheu como protagonistas as brasileiras Adriana Lima e Alessandra Ambrosio, além de Elsa Hosk, Jasmine Tookes e Taylor Hill para entrarem em campo num jogo que põe frente a frente ´Anjos´ e ´Diabos´. Para gravar o anúncio, as modelos tiveram acompanhamento e receberam ´dicas´ de jogadoras profissionais de futebol americano, revelou Taylor Hill à ´Vogue´ americana. O jogo acaba com a vitória dos ´Anjos´, depois de um ´touchdown´ e uma dança de celebração. Sara Sampaio ´despe-se´ para o Dia dos Namorados O vídeo protagonizado pelas modelos da Victoria’s Secret para o Super Bowl, serve também para chamar a atenção para o Dia dos Namorados, que se realiza já no próximo dia 14 de fevereiro. E se Adriana Lima e Alessandra Ambrosio preferiram vestir-se de ´jogadoras´, Sara Sampaio, modelo portuense que integra o restrito lote das ´angels´, optou por celebrar a ocasião de uma forma mais arrojada. Despiu-se de preconceitos e exibiu toda a sua sensualidade ao apresentar de forma ousada as peças transparentes lançadas pela marca para celebrar o dia dos apaixonados. No final de 2015, Sara Sampaio ficou entre os 20 ´anjos´ da Victoria’s Secret mais bonitos de sempre, numa lista publicada pela revista masculina ´Maxim´. ...
Estrela de Diamante Na primeira edição do evento, foram os Green Bay Packers que saíram vitoriosos sobre o Kansas City Chiefs, mas longe de atrair os olhares que hoje pagam fortunas para os ver correr com uma bola na mão. A televisão não se importava com a sua cobertura, os bilhetes eram uma ´pechincha´, e o intervalo era animado por pequenas bandas de faculdade. Mas isso mudou. O amor à camisola, as histórias dos seus ídolos, o simples grito de ´touchdown´ revolucionaram a história. Desta vez não são meros estudantes que agitam as bancadas, mas estrelas mundiais. Katy Perry já por lá passou, este ano a musa que se segue é Beyonce, acompanhada de Bruno Mars e Coldplay. E dentro de campo os astros não se deixam esperar. De um lado está um ´Xerife´ às direitas, Peyton Manning, o quarterback do Denver Broncos, um dos maiores nomes da história, e o mais velho jogador a lutar pelo troféu de campeão no Super Bowl 50. Do outro lado está Cam Newton, o melhor jogador da temporada nos últimos tempos ao serviço do Carolina Panthers. Fora o futebol, tem um talento especial para a dança, principalmente o ´dab´, tirar selfies e imitar o Super-Homem. Mas não é por isso que lhes pagam. Não é por isso que os adeptos os seguem. Sabem bem o que está em jogo. Depois do Mundial de Futebol, o Super Bowl assume-se como o segundo maior evento de futebol americano do mundo. E os números falam por si. Só nos Estados Unidos, o evento é assistido por mais de 115 milhões de pessoas e movimenta mais de 14 bilhões de dólares na economia do país. E se pensa que arranjar um lugar para o jogo é tarefa fácil, desengane-se. O bilhete mais barato custa agora cerca de 2.560 mil euros. Mas se preferir um lugar de sonho nos camarotes do Levi´s Stadium, a fasquia fica ainda mais arrojada. Nada mais do que 25.762 mil euros… É oficial. Já não se fala de outra coisa e é já no próximo domingo, dia 7 de Fevereiro. O Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia (Estados Unidos) abre as portas para aquele que é o maior evento desportivo que a NFL conhece: o Super Bowl, que na 50ª edição coloca frente a frente ´Denver Broncos´ e ´Carolina Panthers´. E aqui não é só o desporto que está em cima da mesa, mas também música, negócios, cinema e muito, mas muito dinheiro. Mas o que realmente os jogadores querem é o ´Vince Lombardi´…...