QUINTA-FEIRA, 03-09-2015, ANO 16, N.º 5696
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destaques

Conheceu o amor numa aula de Taekwondo a única mulher no mundo que sem braços consegue pilotar aviões
Para lá do que se vê Jessica Cox é ainda hoje um ficheiro arquivado sem resolução. Tinha tudo para vir a ser uma criança saudável, até nascer sem os membros superiores, mas isso não a impediu de fazer o que queria. Em casa nunca se sentiu diferente, mas na rua, os olhares alheios eram inevitáveis. «Nunca digo: `Eu não posso fazer isso`». A sua forma de vencer e coragem são mais fortes que qualquer obstáculo ou deficiência. Jessica nasceu sem braços, não se adaptou às próteses mas conseguiu ser independente ao usar o que melhor tinha: os pés. Tornou-se faixa preta de artes marciais, aprendeu a pilotar aviões, toca piano, faz surf, mergulho e também dança. O seu nome é já um dos mais comentados do ´Guiness Book´ e a sua história de vida é conhecida além-fronteiras. Mas é na China que reside a maior fã – Ruth Evelyne, uma menina de três anos para quem o abraço impossível de Jessica, significou o mundo. Tudo começou em 2005, quando foi abordada por um piloto que lhe perguntou se gostava de voar num avião monomotor. Na altura Jessica sentiu medo mas aceitou o desafio. Não só gostou da experiência como lhe tomou o gosto. Fiel à ideia que nada era impossível, decidiu aprender a pilotar. Três anos depois, conseguia a licença de piloto. Uma licença especial e única no mundo, uma vez que Jessica também é especial: nasceu sem braços. Quando se troca as mãos pelos pés «Quando eu nasci, os meus pais ficaram chocados. Mas eles nunca me fizeram sentir como se eu fosse diferente». Jessica Cox nasceu em 1983 em Sierra Vista, no Arizona, um caso que até hoje desafia os médicos por não conseguirem encontrar explicação para a sua deficiência – nasceu sem braços e durante toda a gravidez, a mãe de Jessica pensou que seria uma menina saudável, sem qualquer prognóstico de que ela iria nascer com a deficiência. Na família e no desporto, encontrou as respostas para a cura. Nunca se sentiu diferente, embora os primeiros tempos não tenham sido fáceis. Aos 11 anos, os médicos aconselharam-na a utilizar próteses para ajudar no seu desenvolvimento, mas Jessica não se adaptou. «Não há nada como a sensação de sentir as coisas em carne e osso», por isso preferiu usar o que tinha: os pés. Aos 10 anos, Jessica iniciou-se nas artes marciais, juntamente com os irmãos para que de certa forma pudessem partilhar a mesma atividade em família. Quatro anos depois, Jessica ganhou pela primeira vez a faixa preta pela Associação Americana de Taekwondo. Fazer desporto é algo que nunca a inquietou, pelo contrário, permitia-lhe desafiar o próprio destino – acabava por canalizar todas as emoções de uma forma positiva. Licenciada em Psicologia, parte do trabalho passa por participar em palestras motivacionais, onde já deixou o seu testemunho de coragem em mais de 20 países diferentes. A aparente limitação física nunca impediu Jessica de viver uma vida normal. Desde a infância, nunca soube o que era ter braços, aprendeu sempre a usar os pés para realizar as tarefas do dia-a-dia, como escovar o cabelo, usar o computador, colocar lentes de contacto, preparar uma refeição ou falar ao telefone. E não se fica por aqui. É também com os pés que, Jessica aprendeu a conduzir e conseguiu a carta sem qualquer restrição, toca piano, dança, pratica surf e mergulho e consegue escrever 25 palavras em apenas um minuto. E foi no meio das lutas que Jessica encontrou o amor - Patrick Chamberlain, o instrutor da escola de artes marciais, que lhe provou que a sua deficiência não seria uma barreira. Após dois anos de namoro, casaram-se em 2012 nos Estados Unidos. «Os meus pais sempre me disseram que, encontraria alguém que me visse como eles me veem». A única mulher no mundo sem braços a conseguir pilotar um avião Mas a melhor conquista de Jessica aconteceu em 2008, quando recebeu a licença de piloto que a tornou a primeira mulher do mundo a conseguir pilotar um avião com os pés. Questionada sobre o que sentia quando estava no ar, apenas disse: «É uma sensação de liberdade sem limites». Jessica demorou três anos a preparar-se para ser piloto, em vez dos habituais seis meses para concluir a licença. Jessica está qualificada para pilotar um avião leve à altitude de 10.000 pés e o seu nome é um dos mais badalados do ´Guinness Book´. O abraço impossível que salvou a pequena Ruth A história de Jessica Cox já comoveu o mundo, principalmente Ruth Evelyne, uma menina de três anos que também tem uma história para contar. Karlyn Pranke, a mãe, estava no 20º mês de gravidez, quando descobriu que a filha nasceria sem os membros superiores e foi ao ´Google´ procurar informações. Logo conheceu Jessica, um exemplo de coragem e determinação que escreveu o próprio destino. E Karlyn Pranke queria alimentar a filha de sonhos e esperança e mostrar a Ruth que uma pessoa não precisa de braços para ser bem-sucedida. Após seis horas de viagem Ruth conheceu Jessica e o momento não poderia ter sido mais emocionante – bastou apenas um abraço que parecia impossível e Ruth voltou a sorrir para o mundo. ...
Estilos e Espantos Ítalo Romano nunca perdera o sorriso nem a alegria de viver, apesar de todas as adversidades. Tinha apenas 11 anos quando contra a vontade do pai decidiu acampar com os amigos. Era uma criança cheia de sonhos e esperança, até que decidiu apanhar boleia de um comboio para chegar mais rápido, mas não mediu o tempo. Ficou sem as duas pernas e o que naquele momento parecia ser uma tragédia, acabou por tornar-se uma oportunidade para aprender a viver. Sem nada, agarrou-se ao que de melhor sabia, embora nunca tenha tentado ir mais além – o skate. Foi a partir desse momento que o desporto entrou na sua vida e por ele acreditou que era possível. Hoje é uma celebridade, todos o veneram, e nas pistas ninguém o apanha. Tanto que já o comparam a Og de Souza, o lendário skater que venceu a paralisia que sofreu na infância e aprendeu a superar o medo e a descobrir-se a si mesmo. Estreou o ´Out of Frame´, a nova websérie do canal de skate da Red Bull que dá a conhecer pequenas histórias de ´skaters´ que se destacam na modalidade. Uma história de superação e coragem que mostra que, o que parecia ser o fim de uma vida, tornou-se na verdade um grande recomeço. Não tem pernas e não precisa de uma cadeira de rodas. Apenas precisou de um skate para voltar a sorrir e tornar o sonho em realidade. Ítalo Romano, um exemplo de força de vontade e superação «Nunca desista, nunca recue, tu fazes o teu próprio caminho», é o lema de vida de Ítalo Romano, o brasileiro que depois de perder as pernas encontrou uma nova forma de viver. Tinha na época 11 anos e queria ir acampar com os amigos. Por ser o mais novo do grupo teve que pedir ao vizinho ajuda para convencer o pai, que achava que Ítalo era muito novo para sair de casa sozinho, mas com tanta persistência lá o convenceu. Mas Ítalo não chegou ao destino, pelo caminho um fatídico acidente quase lhe roubou a vida, na realidade, parte dela. «Fomos a pé até Piraquara, Região Metropolitana de Curitiba, para chegarmos mais rápido fomos à boleia de um comboio. Não como passageiros normais, mas como costumamos dizer ´fazendo surf´ no teto do comboio. Fui o primeiro a tentar e não aconteceu da forma como planeámos. Quando o comboio estava a chegar fui o primeiro a tentar subir. Saltei e tentei segurar-me na escada de um vagão mas acabei por cair. O comboio arrastou-me por alguns metros e passou por cima das minhas pernas». Naquele momento a primeira coisa que lhe passou pela cabeça foi a escola. «Não sabia como os meus amigos iriam reagir quando me vissem assim. Fiquei surpreso, porque fui muito bem recebido pela sociedade». O que parecia ser uma tragédia, acabou por se tornar um desafio, uma oportunidade para voltar a viver. Ítalo não deixou que nada o derrubasse, e agarrou-se ao que mais gostava – o skate. Ítalo sempre acreditou que tinha talento, mas nunca tentou ir mais longe por não ter dinheiro para comprar um. Mas depois do acidente tudo mudou. «O meu amigo Rafael Pingo deu-me um». Sem querer, Ítalo tornou-se um skater profissional e a sua história já inspirou crianças e jovens. «Sinto-me honrado de dar continuidade ao trabalho e esforço do Og. Eu nunca imaginei que iria chegar onde estou hoje, que seria um espelho para as outras pessoas. Isso deixa-me orgulhoso». No entanto, há feridas que Ítalo, agora com 25 anos, ainda não conseguiu superar. «O meu maior desafio quando vou andar de skate na rua é o medo. O Og não tem medo de andar de skate em corrimãos nas ruas e eu não tenho essa coragem». Trocou a cadeira de rodas pelo skate «Depois do acidente, fui conhecendo pessoas diferentes. Hoje, sou o homem mais feliz do mundo». Desde criança, Ítalo mora numa pequena e humilde casa na Vila Jacira, na cidade de Curitiba, com as duas irmãs e a mãe. A paixão pelo skate tornou-se ainda mais forte depois de ter visto uma reportagem sobre ´Og De Souza´, o lendário skater que tal como ele, aprendeu a viver de forma diferente. Og começou a andar de skate em 1988 e usa apenas as mãos. Em criança sofreu de uma poliomielite que lhe roubou o sonho, mas nunca a esperança de ser mais forte. «Só sei que um dia andei em pé pelas histórias da minha mãe e da minha avó». Og não se lembra da última vez em que precisou de cadeiras de rodas para se deslocar, assim como também lhe faltam as memórias do tempo em que chegou a andar com as próprias pernas. Ítalo seguiu-lhe o exemplo, não gosta da cadeira de rodas, o skate é o seu meio de transporte durante 24 horas. «Sinto-me um deficiente com a cadeira de rodas, já com o skate sinto-me uma pessoa normal». Depois de muito treino e dedicação, Ítalo começou a competir e a ganhar diversos campeonatos. Em 2011, tornou-se campeão amador do Paraná, e faz manobras que deixam qualquer um boquiaberto, perante os adversários ´skaters´ que não tinham qualquer deficiência. Mas a sua história não fica por aqui. Ítalo joga voleibol, faz ginásio e já esteve no Dubai a fazer um curso de paraquedismo. «Gostaria de dizer a todos para acreditarem nos seus sonhos e não deixarem ninguém dizer que não são capazes de fazer algo acontecer». O primeiro skater sem pernas a desafiar uma rampa de 27 metros de altura Foi durante uma visita ao programa ´Desporto Espetacular´ dirigido por Luciano Hulk que Ítalo foi posto à prova – seria ou não capaz de percorrer a Mega Rampa de 27 metros de altura, considerada por muitos, um dos maiores desafios para os ´skaters´. O palco foi a estrutura montada na casa do famoso Bob Burnquist, em Dreamland, na Califórnia, e o resto da diversão foi por conta de Ítalo. Determinado e cheio de paixão, não só enfrentou a rampa, como se tornou o primeiro skater sem pernas a consegui-lo, superando o medo e muitos profissionais do skate. «Até hoje recebo elogios nas ruas, as pessoas puxam-me para me dizer como eu estava maluco por o ter feito. Muita gente pensava que era impossível, mas aos meus olhos tudo o que eu precisava era de uma oportunidade e quando esse dia chegou, dei o meu melhor». ...
Para lá do que se vê Ganhou fama como uma foto que não era a sua, mas agora os holofotes caíram sobre si – Eva Carneiro, a médica do Chelsea que nada tem de Portugal a não ser o nome. Nasceu em Gibraltar, filha de pai espanhol e mãe inglesa. Em criança gostava de ballet e equitação, além de dançar salsa e samba. Mas uma viagem ao México, mudou-lhe por completo o destino. Conheceu o futebol durante o Mundial de 1998, ganhando um ´bichinho´ que não mais largou, tornando-se ´especialista´ no desporto-rei. Estudou medicina, mas rapidamente direcionou a sua carreira para o desporto, tendo passado dois anos num instituto médico desportivo em Melboune, na Austrália. Em Londres, acompanhou a seleção feminina de futebol inglesa e trabalhou de perto com os atletas britânicos que competiram nos Jogos Olímpicos de 2008. É simpatizante do Real Madrid, mas só tem olhos para os ´blues´, afinal é o Chelsea que lhe paga o ordenado. Começou por trabalhar nas reservas, até chamar a atenção de Andre-Villas Boas que a levou diretamente para o banco da equipa principal. Ele saiu, mas ela permaneceu apesar de todos os comentários sexistas por ser mulher. Até agora, até declarar guerra a Mourinho quando decidiu ir atrás de um jogador quando o ´special one´ dizia ser só cansaço. Uma decisão que nada surpreendeu Rupert Patterson-Ward, o ex-namorado que a acusou de ser ninfomaníaca e ter relações com os jogadores. Afinal, qual foi o pecado de Eva? Nunca foi de estar parada, já desde criança tinha o ´bichinho´ do desporto. Praticou equitação e dançou ballet, mas não foi muito além – em ambos tinha dores e lesões musculares, que aligeirava com repouso, mas sabia que nunca poderia ser uma atleta de elite. Decidiu mudar de ares. Teve a ideia de ser médica e foi parar ao futebol. A caminho do México apaixonou-se pelo futebol ao ver jogar a seleção brasileira Chama-se Eva Carneiro, o apelido induz em erro, além de que, ganhou fama com uma foto que não era dela, mas sim da modelo russa, Eliska Kovarova. Filha de pai espanhol e mãe inglesa, nasceu em Gibraltar a 15 de setembro de 1973. Tinha 16 anos quando escolheu a profissão ao ver um jogo da Liga dos Campeões – queria ser como os médicos que corriam do banco para assistir os jogadores com dificuldades. Estudou medicina em Nottingham onde mais tarde se mudou para Melboune, especializando-se em medicina desportiva. A passagem pela Austrália fez com que ficasse fã de surf, modalidade que ainda pratica. «Passar um dia inteiro a surfar em boa companhia é a melhor coisa que pode haver». O contacto com o futebol propriamente dito, surgiu mais tarde, durante uma viagem ao México, na mesma altura que decorria o Mundial de 1998 e a cidade se enchia de turistas brasileiros, que se juntavam em grande festa para ver a sua seleção jogar. Com tanta animação, Eva não conseguiu ficar indiferente, todo aquele frenesim mexeu com ela. Mal sabia, que depois daquele dia, nunca mais seria a mesma. «Viajava para o México e paramos numa cidade que era o destino de lua-de-mel dos brasileiros. Eles fizeram uma festa para celebrar o jogo do Brasil. Na época estava mais interessada em aprender a sambar. Os brasileiros dançaram depois de cada golo e durante o intervalo. No final do jogo estava viciada em futebol e samba». A paixão e o sonho levaram-na a mudar-se para Londres, onde tirou o mestrado e trabalhou para o West Ham, enquanto completava a tese de doutoramento. Nessa altura, Eva trabalhou no Instituto Médico Olímpico, onde acompanhou os atletas britânicos que competiram nos Jogos Olímpicos de 2008, e exerceu funções na Federação Inglesa de Futebol (seleção feminina). Do reinado com Villas-Boas à repulsa com José Mourinho O verdadeiro sonho de Eva concretizou-se em 2009, quando ingressou no Chelsea, o clube londrino liderado pelo magnata russo, Roman Abramovich. Começou por trabalhar com as camadas jovens e nas reservas até que, chamou a atenção de Andre-Villas Boas, o português campeão que tinha acabado de trocar o FC Porto rumo ao desconhecido. A 16 de agosto de 2011, Villas Boas não pode contar com Paco Biosca, o novo chefe espanhol do departamento médico do clube - não tinha os papéis em ordem a tempo de se sentar no banco durante os jogos dos ´blues´. Um erro burocrático que acabou por ser a chave de ouro para Eva, que saltou das reservas diretamente para o banco durante a abertura da ´Premier League´. O êxito foi tanto que nunca mais deixou de acompanhar a equipa. O sexismo por ser mulher O mediatismo de haver uma mulher no banco fez com que se tornasse uma figura reconhecida em todo o mundo, mesmo que nem sempre pelas melhores razões. A primeira vez que Eva teve que lidar com o facto de ser uma mulher médica num mundo dominado pelos homens, aconteceu durante uma viagem ao Brasil. Durante o voo, uma senhora entrara em trabalho de parto. «O meu português era tão mau que nem consegui perceber que estavam a perguntar se havia algum médico. Felizmente, havia um brasileiro a bordo que respondeu rapidamente ao pedido, e depois ajudei-o». Apesar de ter ajudado a fazer um parto em pleno avião, Eva não gostou da forma como foi tratada pela imprensa brasileira. Podia ler-se: «um médico e uma enfermeira fizeram o trabalho de parto». Estereótipos à parte, em Stamford Bridge ninguém a esqueceu. Mesmo depois da saída de Villas Boas, continuaram a chamar Eva ao banco principal...e seguiram-se outros reinados - Di Matteo, Rafa Benitez e o ´special one´, José Mourinho. Eva que outrora era uma mera desconhecida, começou a ganhar fama, e tornou-se um alvo fácil para os constantes piropos nos estádios ingleses, tanto que, impulsionou uma campanha contra o sexismo em Inglaterra. Do seu lado, tinha a Ministra britânica do desporto, Helen Grant, que veio a público exigir que se atuasse mais contra a discriminação. E quando tudo parecia mais calmo, a bomba voltou a explodir, e Eva voltou a ser o centro das atenções. O pecado de Eva No Chelsea, Eva tinha a exclusiva missão de se preocupar com a saúde dos jogadores, mas para Mourinho, Eva falhou num aspeto – esqueceu-se do jogo e de pensar como um treinador em situações de risco. Se antes era considerada a musa dos ´blues´, hoje é uma carta em cima da mesa. Eva esperou mais de uma década até cumprir o sonho, e agora caiu do pedestal. A razão? Não caiu nas graças de José Mourinho durante o jogo frente ao Swansea, quando Eden Hazard apresentou problemas físicos, numa altura em que o Chelsea jogava reduzido a dez elementos. Mourinho não queria que lhe fosse prestada assistência, insistia que o jogador estava apenas cansado, mas o árbitro deu ordem e Eva seguiu o fisioterapeuta Jon Fearn para dentro de campo. Momentaneamente, o Chelsea jogou apenas com nove elementos, o que não agradou a Mourinho. Para piorar a situação, Eva recorreu às redes sociais para agradecer as muitas mensagens de apoio, o que acabou por condenar a sua posição no banco de suplentes. Quem manda no banco é Mourinho, e desde então, Eva não voltou a ser convidada a sentar-se nele. A questão é iminente: permanecerá ligada ao Chelsea? Não sabemos, mas a verdade é que Eva simpatiza com o Real Madrid, mas desde que trabalha em Londres só tem olhos para os ´blues´. E em Espanha, uma recente petição ´online´ já fez um apelo para que a médica assine pelo Barcelona. Ninfomaníaca? Os ´affairs´ com os jogadores do Chelsea E o calvário de Eva parece não ter fim. Depois da ´guerra´ com Mourinho, foi a vez de Rupert Patterson-Ward, o ex-namorado dar que falar. «Ela arruinou a minha vida. A Eva disse-me que dormiu com um dos jogadores». Ao jornal ´The Sun´, Rupert não poupou nas críticas à ex-companheira e acusou-a de ter escondido casos amorosos. «Orgulhava-se de ser popular entre os jogadores. Adora ser o centro das atenções». O antigo namorado revelou ainda que, algumas vezes, «elementos do plantel do Chelsea ligavam-lhe à noite a dizer que tinham problemas musculares». Eva saía de casa às 21 ou 22 horas e só voltava no dia seguinte. «A Eva é uma mulher muito sexual e poucas pessoas sabem como ela é. É cruel e consegue tudo o que quer, sempre que o quer. Eu estava obcecado com ela e já estávamos a planear uma família, mas ela usou-me e deitou-me fora. É ambiciosa e não tem escrúpulos. A Eva adora sexo, fazíamos amor todos os dias. É uma ninfomaníaca». ...