SEGUNDA-FEIRA, 31-08-2015, ANO 16, N.º 5693
Ronaldo não quis ver os penalties
Portugal
Jogo com Espanha foi o programa mais visto desde 2004
13:45 - 28-06-2012
Com um total de 3.689.700 telespetadores, o jogo entre Portugal e Espanha, das meias-finais do Euro-2012, foi o programa de televisão mais visto dos últimos oito anos na televisão portuguesa, anunciou a estação televisiva SIC.

«O jogo transmitido pela SIC liderou com 39 por cento de audiência média e 74.8 por cento de share, o que equivale a 3.689.700 telespetadores, lê-se em comunicado.

A transmissão teve o pico de audiência nas grandes penalidades, com 4 milhões e 61 mil de espectadores.

De acordo com a SIC, este resultado foi apenas ultrapassado pela vitória da Seleção Nacional ante a Holanda, por 2-1, nas meias-finais do Euro-2004 disputado em Portugal.
Redação

comentários

0
Imprimir Enviar e-mail Facebook Twitter
Faça um comentário (máx: 300)

mais de PORTUGAL

Portugal O treinador português, José Mourinho, e o capitão da seleção nacional, Cristiano Ronaldo, estão integrados na lista VIP de contribuintes divulgada esta quinta-feira pelo Correio da Manhã. De acordo com o jornal, existem várias personalidades integradas na lista de nomes cujo acesso aos dados fiscais por parte de funcionários do Fisco dá origem a um alerta nos serviços centrais da Autoridade Tributária. Nesta lista estão ainda incluídos os políticos Paulo Portas, Cavaco Silva e José Sócrate
Portugal Depois da derrota com a França por 2-1, o central português comentou a forma como Portugal entrou no jogo, bem como tudo o que sentiu com o regresso à seleção. «Quando perdemos, perdemos todos», afirmou Ricardo Carvalho, referindo que a equipa se dispersou nos momentos iniciais do encontro: «com o desenrolar do jogo fomos crescendo, apesar de ter havido alguma desconcentração no segundo golo.» Em relação ao regresso à seleção, Ricardo Carvalho reafirmou que se sente «a viver um sonho», e q

destaques

Ninfomaníaca? Ser mulher? Ou foi outra coisa que irritou Mourinho...
Para lá do que se vê Ganhou fama como uma foto que não era a sua, mas agora os holofotes caíram sobre si – Eva Carneiro, a médica do Chelsea que nada tem de Portugal a não ser o nome. Nasceu em Gibraltar, filha de pai espanhol e mãe inglesa. Em criança gostava de ballet e equitação, além de dançar salsa e samba. Mas uma viagem ao México, mudou-lhe por completo o destino. Conheceu o futebol durante o Mundial de 1998, ganhando um ´bichinho´ que não mais largou, tornando-se ´especialista´ no desporto-rei. Estudou medicina, mas rapidamente direcionou a sua carreira para o desporto, tendo passado dois anos num instituto médico desportivo em Melboune, na Austrália. Em Londres, acompanhou a seleção feminina de futebol inglesa e trabalhou de perto com os atletas britânicos que competiram nos Jogos Olímpicos de 2008. É simpatizante do Real Madrid, mas só tem olhos para os ´blues´, afinal é o Chelsea que lhe paga o ordenado. Começou por trabalhar nas reservas, até chamar a atenção de Andre-Villas Boas que a levou diretamente para o banco da equipa principal. Ele saiu, mas ela permaneceu apesar de todos os comentários sexistas por ser mulher. Até agora, até declarar guerra a Mourinho quando decidiu ir atrás de um jogador quando o ´special one´ dizia ser só cansaço. Uma decisão que nada surpreendeu Rupert Patterson-Ward, o ex-namorado que a acusou de ser ninfomaníaca e ter relações com os jogadores. Afinal, qual foi o pecado de Eva? Nunca foi de estar parada, já desde criança tinha o ´bichinho´ do desporto. Praticou equitação e dançou ballet, mas não foi muito além – em ambos tinha dores e lesões musculares, que aligeirava com repouso, mas sabia que nunca poderia ser uma atleta de elite. Decidiu mudar de ares. Teve a ideia de ser médica e foi parar ao futebol. A caminho do México apaixonou-se pelo futebol ao ver jogar a seleção brasileira Chama-se Eva Carneiro, o apelido induz em erro, além de que, ganhou fama com uma foto que não era dela, mas sim da modelo russa, Eliska Kovarova. Filha de pai espanhol e mãe inglesa, nasceu em Gibraltar a 15 de setembro de 1973. Tinha 16 anos quando escolheu a profissão ao ver um jogo da Liga dos Campeões – queria ser como os médicos que corriam do banco para assistir os jogadores com dificuldades. Estudou medicina em Nottingham onde mais tarde se mudou para Melboune, especializando-se em medicina desportiva. A passagem pela Austrália fez com que ficasse fã de surf, modalidade que ainda pratica. «Passar um dia inteiro a surfar em boa companhia é a melhor coisa que pode haver». O contacto com o futebol propriamente dito, surgiu mais tarde, durante uma viagem ao México, na mesma altura que decorria o Mundial de 1998 e a cidade se enchia de turistas brasileiros, que se juntavam em grande festa para ver a sua seleção jogar. Com tanta animação, Eva não conseguiu ficar indiferente, todo aquele frenesim mexeu com ela. Mal sabia, que depois daquele dia, nunca mais seria a mesma. «Viajava para o México e paramos numa cidade que era o destino de lua-de-mel dos brasileiros. Eles fizeram uma festa para celebrar o jogo do Brasil. Na época estava mais interessada em aprender a sambar. Os brasileiros dançaram depois de cada golo e durante o intervalo. No final do jogo estava viciada em futebol e samba». A paixão e o sonho levaram-na a mudar-se para Londres, onde tirou o mestrado e trabalhou para o West Ham, enquanto completava a tese de doutoramento. Nessa altura, Eva trabalhou no Instituto Médico Olímpico, onde acompanhou os atletas britânicos que competiram nos Jogos Olímpicos de 2008, e exerceu funções na Federação Inglesa de Futebol (seleção feminina). Do reinado com Villas-Boas à repulsa com José Mourinho O verdadeiro sonho de Eva concretizou-se em 2009, quando ingressou no Chelsea, o clube londrino liderado pelo magnata russo, Roman Abramovich. Começou por trabalhar com as camadas jovens e nas reservas até que, chamou a atenção de Andre-Villas Boas, o português campeão que tinha acabado de trocar o FC Porto rumo ao desconhecido. A 16 de agosto de 2011, Villas Boas não pode contar com Paco Biosca, o novo chefe espanhol do departamento médico do clube - não tinha os papéis em ordem a tempo de se sentar no banco durante os jogos dos ´blues´. Um erro burocrático que acabou por ser a chave de ouro para Eva, que saltou das reservas diretamente para o banco durante a abertura da ´Premier League´. O êxito foi tanto que nunca mais deixou de acompanhar a equipa. O sexismo por ser mulher O mediatismo de haver uma mulher no banco fez com que se tornasse uma figura reconhecida em todo o mundo, mesmo que nem sempre pelas melhores razões. A primeira vez que Eva teve que lidar com o facto de ser uma mulher médica num mundo dominado pelos homens, aconteceu durante uma viagem ao Brasil. Durante o voo, uma senhora entrara em trabalho de parto. «O meu português era tão mau que nem consegui perceber que estavam a perguntar se havia algum médico. Felizmente, havia um brasileiro a bordo que respondeu rapidamente ao pedido, e depois ajudei-o». Apesar de ter ajudado a fazer um parto em pleno avião, Eva não gostou da forma como foi tratada pela imprensa brasileira. Podia ler-se: «um médico e uma enfermeira fizeram o trabalho de parto». Estereótipos à parte, em Stamford Bridge ninguém a esqueceu. Mesmo depois da saída de Villas Boas, continuaram a chamar Eva ao banco principal...e seguiram-se outros reinados - Di Matteo, Rafa Benitez e o ´special one´, José Mourinho. Eva que outrora era uma mera desconhecida, começou a ganhar fama, e tornou-se um alvo fácil para os constantes piropos nos estádios ingleses, tanto que, impulsionou uma campanha contra o sexismo em Inglaterra. Do seu lado, tinha a Ministra britânica do desporto, Helen Grant, que veio a público exigir que se atuasse mais contra a discriminação. E quando tudo parecia mais calmo, a bomba voltou a explodir, e Eva voltou a ser o centro das atenções. O pecado de Eva No Chelsea, Eva tinha a exclusiva missão de se preocupar com a saúde dos jogadores, mas para Mourinho, Eva falhou num aspeto – esqueceu-se do jogo e de pensar como um treinador em situações de risco. Se antes era considerada a musa dos ´blues´, hoje é uma carta em cima da mesa. Eva esperou mais de uma década até cumprir o sonho, e agora caiu do pedestal. A razão? Não caiu nas graças de José Mourinho durante o jogo frente ao Swansea, quando Eden Hazard apresentou problemas físicos, numa altura em que o Chelsea jogava reduzido a dez elementos. Mourinho não queria que lhe fosse prestada assistência, insistia que o jogador estava apenas cansado, mas o árbitro deu ordem e Eva seguiu o fisioterapeuta Jon Fearn para dentro de campo. Momentaneamente, o Chelsea jogou apenas com nove elementos, o que não agradou a Mourinho. Para piorar a situação, Eva recorreu às redes sociais para agradecer as muitas mensagens de apoio, o que acabou por condenar a sua posição no banco de suplentes. Quem manda no banco é Mourinho, e desde então, Eva não voltou a ser convidada a sentar-se nele. A questão é iminente: permanecerá ligada ao Chelsea? Não sabemos, mas a verdade é que Eva simpatiza com o Real Madrid, mas desde que trabalha em Londres só tem olhos para os ´blues´. E em Espanha, uma recente petição ´online´ já fez um apelo para que a médica assine pelo Barcelona. Ninfomaníaca? Os ´affairs´ com os jogadores do Chelsea E o calvário de Eva parece não ter fim. Depois da ´guerra´ com Mourinho, foi a vez de Rupert Patterson-Ward, o ex-namorado dar que falar. «Ela arruinou a minha vida. A Eva disse-me que dormiu com um dos jogadores». Ao jornal ´The Sun´, Rupert não poupou nas críticas à ex-companheira e acusou-a de ter escondido casos amorosos. «Orgulhava-se de ser popular entre os jogadores. Adora ser o centro das atenções». O antigo namorado revelou ainda que, algumas vezes, «elementos do plantel do Chelsea ligavam-lhe à noite a dizer que tinham problemas musculares». Eva saía de casa às 21 ou 22 horas e só voltava no dia seguinte. «A Eva é uma mulher muito sexual e poucas pessoas sabem como ela é. É cruel e consegue tudo o que quer, sempre que o quer. Eu estava obcecado com ela e já estávamos a planear uma família, mas ela usou-me e deitou-me fora. É ambiciosa e não tem escrúpulos. A Eva adora sexo, fazíamos amor todos os dias. É uma ninfomaníaca». ...
Estilos e Espantos Licenciou-se em Criminologia, ambiciona ser Inspetora da Policia Judiciária e fama não lhe falta. Nos tempos livres faz de modelo, e nas redes sociais não há quem passe despercebido aos seus encantos onde conta com mais de 14.000 seguidores. Juliana Rocha é uma mulher renascentista, quem olha para ela, não diz o que é – uma campeã de boxe. Aventurou-se pelos caminhos das artes marciais tinha apenas cinco anos. Pentacampeã nacional na categoria de -64 Kg, ficou conhecida como ´Piton´ nos ringues, devido à forma como encara os seus combates. Fã incondicional de Muhammed Ali, promete dar que falar nos próximos Jogos Olímpicos no Brasil. Para já, sabe-se que é pugilista do FC Porto, em Espanha faz tanto furor como Iker Casillas e há mesmo quem a considere a Ronda Rousey portuguesa... É a mais nova dos Jovens Sem Fronteiras, movimento missionário de Fiães, terra onde nasceu. É católica praticante e gosta de ajudar o próximo – costuma participar em quermesses para angariar bens para quem precisa e ajuda a organizar jantares com meninos sem família. Ao longe, ninguém diz o que é. Menina de passerelles, tem por hábito refugiar-se no cinema nas horas vagas – ´Cinderella Man´ e ´Million Dollar Baby´, estão na lista de favoritos. «Todas as vezes que o revejo, é uma situação complicada. Depende dos filmes, mas há muitos que me põem a chorar». E a escolha tem uma explicação. Quando não é modelo, Juliana Rocha Piton é pugilista de alta competição e não se sente ´arrependida´, muito menos discriminada, por ter entrado num mundo que é dominado pelos homens. Caso contrário, admite, «não faria sentido estar no boxe». Menina-prodígio do boxe português quer ser a próxima Ronda Rousey Foi através do pai, Álvaro Rocha, grande adepto de desportos de combate que, Juliana conheceu o mundo das artes marciais. Iniciou-se no karaté, tinha apenas cinco anos, até passar para o kickboxing. Aos 14, já encarava competições a nível internacional e em novembro de 2005, sagrou-se pela primeira vez campeã da Europa na modalidade. Só mais tarde foi apresentada ao boxe, e ao fim de seis anos, já contava com quatro títulos nacionais consecutivos. «Não é fácil, envolve sempre muito trabalho e dedicação». Em 2009, Juliana ganhou a medalha de prata no Torneio Internacional ´Boxam´ em Cádis. Recentemente sagrou-se campeã ibérica ao derrotar a campeã de Espanha. Os Jogos Olímpicos são, mais que um objetivo, o seu maior sonho. Para os olhos alheios, o boxe é um desporto predominantemente praticado por homens, mas Juliana encara a competição de outra forma. «É bom ser mulher e praticar boxe». As pessoas com quem se cruza mostram-se admiradas pelo facto de ser pugilista. A paixão pela modalidade é tão grande que até já contagiou algumas amigas da faculdade, ´muito curiosas´ com o fenómeno. Nascida a 7 de março de 1992, Juliana é aos 23 anos, uma das referências do boxe feminino de Portugal. Agenciada pela Central Models, Juliana tem ganho espaço no mercado publicitário e já é tratada como um dos novos fenómenos do país. Fã de Ronda Rousey, é encarada como a nova musa do desporto em Portugal. A carreira como Inspetora da Polícia Judiciaria Além de boxeadora profissional e modelo, Juliana também é formada em criminologia pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto e tem mestrado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. No futuro, ambiciona integrar a Polícia Judiciária, dado o seu gosto por questões criminais. «É preciso querer e gostar, acima de tudo. Costumo dizer que a minha vida é como uma pizza em que preciso de todas estas atividades para que esteja equilibrada e, quando uma destas fatias está mais fragilizada, sinto-me afetada». Pentacampeã nacional, Juliana foi em 2011, protagonista do documentário em curta-metragem ´Píton´, idealizado por André Guiomar como trabalho final de conclusão do curso de Som e Imagem da Universidade Católica, da cidade do Porto. Um projeto que, tornou-se um premiado documentário português: «Na altura tinha meramente a ideia de entregar o trabalho na universidade», comentou André ao site ´P3´, dias depois de ter visto o seu trabalho ser premiado mais uma vez, com o primeiro lugar do ´NY Portuguese Film Festival´. O FC Porto que tanto encanta Espanha Julen Lopetegui deu que falar quando recebeu no Dragão, Iker Casillas, o mediático guarda-redes do Real Madrid e da Seleção Espanhola. Além dos novos trunfos no futebol, o FC Porto tem dado que falar por outros motivos – é que Juliana treina no clube de boxe dos dragões e quer a todo o custo competir nos Jogos Olímpicos de Rio de Janeiro de 2016. Uma destreza que já conquistou a vizinha Espanha, que além de Casillas tem os olhos postos em Juliana. Foi o caso do jornal desportivo ´Marca´ que ficou rendido aos encantos da pugilista azul e branca, desmistificando a ideia de que, dizem eles, ´todas as portuguesas têm bigode´. Fã incondicional do mítico ´Muhammed Ali´, um dos maiores pugilistas da história do desporto, Juliana é toda uma mulher renascentista – usa a beleza para no ringue, nocautear qualquer adversário, mas não precisa de apresentações – nas redes sociais, tanto no Facebook como no Instagram, conta já com mais de 14.000 seguidores. ...
Estilos e Espantos É muçulmano, nasceu na Bélgica e é um dos diamantes da fórmula mágica de Loius Van Gaal. Dentro dos relvados, é uma espécie de Pablo Osvaldo – já foi suspenso por agredir um adversário em pleno jogo; quase que enganou José Mourinho; foi apanhado pela polícia quando conduzia alcoolizado. Fora de campo, é um verdadeiro Don Juan, e até já teve que fugir das mulheres - primeiro namorou uma Miss, depois apaixonou-se por uma atriz pornográfica e agora ao que parece namora com uma modelo que já foi capa da Playboy. Azar no jogo ou sorte no amor? Saiba o que andou a fazer Marouane Fellaini... Tem 1,94m e uma cabeleira estilo ´black power´, mas também sabe jogar futebol. Tinha oito anos quando começou a dar os primeiros pontapés na bola. Fellaini é muçulmano, filho de Abdellatif, um ex-guarda-redes marroquino que passou pelo Raja Casablanca na década de 80. Na altura, o pai chegou a assinar contrato com o Racing Mechelen, clube modesto da Bélgica, mas o Raja recusou-se a emitir os documentos necessários para a transferência e a negociação ficou desfeita. Não quis voltar a Marrocos, e tornou-se motorista de autocarros na Bélgica. A 22 de novembro de 1987, nascia Marouane Fellaini, um outro astro do futebol. Trocou Liverpool por Manchester para fugir ao assédio das mulheres Fellaini brilhou com a camisola do Everton entre 2008 e 2013, altura que despertou o interesse do Manchester United, liderado por David Moyes, o seu antigo técnico na equipe de Liverpool. No verão de 2013, mudou-se para Old Trafford, no último dia da janela de transferências (em troca de 32,4 milhões de euros). Mas a primeira temporada não foi fácil – prejudicado por lesões e má forma, oscilou entre a titularidade e o banco de reservas. Apesar disso, o técnico escocês durou apenas dez meses no comando do Manchester United, antes de ser demitido. A equipa terminou em sétimo no campeonato e foi a vez de Louis Van Gaal assumir o poder. Uma oportunidade para Fellaini, que caiu nas boas graças do novo treinador. «Van Gaal exige muito nos treinos, assim como no jogo. Ele é assim. Gosta quando os jogadores dão tudo, isso deixa-o feliz. Se não for assim, discute e grita. Cada dia aprendemos algo». Agressões, fuga à autoridade e mulheres Marouane Fellaini bem tenta manter-se longe dos holofotes mas sem sucesso. O ex-jogador do Everton admitiu ter feito as malas para a cidade de Manchester devido ao assédio de que era alvo por parte das adeptas em Liverpool. «As mulheres não me largavam. Era demasiado. Em Manchester, não sou tão reconhecido e sou tratado de forma mais respeitadora. Não quero ser uma estrela, apenas jogar futebol». E quando não estava a ´fugir´ das mulheres, eram os adversários que fugiam dele nos relvados. Já no Manchester, Fellaini, foi castigado com três jogos de suspensão por ter agredido Ryan Shawcross do Stoke City. A 15 minutos do final da partida, o belga agrediu Ryan Shawcross com uma violenta cabeçada na sequência da marcação de um livre. Para piorar a situação, chegou a ser apanhado pela polícia quando conduzia alcoolizado. O episódio aconteceu na madrugada após a vitória da equipe sobre o Liverpool. O irmão, um tal de Mansour que atrapalhou Mourinho No dia em que o Chelsea iria receber o Manchester United, José Mourinho viveu um momento de alvoroço no hotel onde os ´blues´ estavam instalados. Tudo porque Mansour – o irmão de Marouane apareceu na receção do hotel e disse que ia buscar os bilhetes para o jogo que pedira a Eden Hazard, jogador do Chelsea. Atrapalhado, o rececionista ligou ao treinador português, que ficou preocupado com a possibilidade de um principais jogadores do rival não jogarem, visto que, tinha treinado a equipa a contar com o internacional belga. Mourinho apressou-se a correr à receção, mostrando ao porteiro do hotel uma fotografia dos irmãos gémeos Fellaini para identificar qual deles havia entrado. O porteiro apontou para o irmão – as semelhanças físicas são bastantes mas Mourinho teve sorte, não era ele, mas mesmo assim, o Chelsea venceu por 1-0. Don Juan do futebol Fellaini tornou-se ao que parece um verdadeiro diamante raro em Manchester, mas o seu forte são as mulheres. Durante muito tempo, foi o fiel companheiro de Lara Binet, a namorada de longa data, finalista ´Miss Bélgica´ em 2011. Mas o conto de fadas terminou em 2012. De lá para cá, fugiu delas, mas em 2014, pela altura do Mundial do Brasil, deixou-se conquistar por Roxanne Jeffers. Uma relação que também chegou ao fim, já que, segundo o jornal espanhol ´Mundo Deportivo´, o médio do Manchester United terá deixado a atriz pornográfica para assumir uma relação com a modelo internacional Gaelle García Díaz. ...