DOMINGO, 07-02-2016, ANO 17, N.º 5853
Nasri
França
Blanc considera «lamentáveis» insultos de Nasri a jornalista
21:13 - 24-06-2012
O selecionador da França considera que os insultos do médio Samir Nasri a um jornalista da AFP após a derrota (0-2) com a Espanha, que ditou o afastamento dos gauleses do Euro-2012, se devem a um problema entre o jogador do Manchester City e a Imprensa francesa em geral.

«Existe, sobretudo, um problema de Samir Nasri com a Imprensa. É lamentável mas, o verdadeiro problema, é com a Imprensa. São modos muito violentos e existe uma falta de respeito para com o jornalista. Mas o jornalista, em nenhum momento, se fez respeitar», disse Laurent Blanc em declarações à TF1 francesa.

Também Noel le Graet, presidente da federação francesa, considerou inadmissível o comportamento do jogador: «Vou pedir uma reunião com o jornalista, mas é intolerável. Entendo que possam existir reações negativas, mas Nasri atingiu o limite e não consegue controlar os seus impulsos.»
Redação

NOTÍCIAS RELACIONADAS

comentários

0
Imprimir Enviar e-mail Facebook Twitter
Faça um comentário (máx: 300)

mais de FRANÇA

França Aconteceu em setembro de 2014 mas só agora Gael Givet veio revelar porque deixou o Evian poucas semanas depois de ter assinado pelo clube. «Três dias depois do meu pri
França O avançado Alexandre Lacazzete, do Lyon, considerou «merecida» a suspensão de quatro jogos aplicada a Zlatan Ibrahimovic (Paris Saint-Germain) pelas declarações polémicas

destaques

Escaldante Sara Sampaio e o Dia dos Namorados
Estilos e Espantos Se há algo capaz de fazer a América tremer é o Super Bowl, o maior espetáculo de futebol americano dos Estados Unidos, e um dos eventos desportivos mais aguardados em todo o mundo. A contagem decrescente já começou, só para assistir ao grande duelo entre Carolina Panthers e Denver Broncos, que este ano se apresentam como concorrentes de peso. De um lado um ´Xerife´ que bem conhece os cantos à casa, do outro, um ´novato´ com fome de vitórias. Mas para os amantes do futebol americano, o Super Bowl é muito mais que um jogo, até porque, os bilhetes não estão ao alcance de qualquer carteira. Fora de campo, os anúncios publicitários exibidos no intervalo da partida também têm uma palavra a dizer, sobretudo se contarem com a presença das ´angels´ da Victoria’s Secret. Vestidas a rigor, as modelos da conceituada marca de lingerie, como já manda a tradição, abandonaram as asas e transformaram-se em autênticas profissionais de futebol… ´Score More´ (Pontua mais) foi o tema escolhido pelos ´anjos´ da Victoria´s Secret, naquele que é, o segundo anúncio publicitário da marca para ser transmitido num dos intervalos do Super Bowl 50. Este ano, para a ocasião, Adriana Lima, Alessandra Ambrosio, Elsa Hosk, Jasmine Tookes e Taylor Hill foram as modelos escolhidas para deixarem de lado a lingerie a que já habituaram os fãs, e vestirem-se a rigor, como se de verdadeiras jogadoras de futebol americano se tratassem. Anjos e Diabos E se há quem pense que os anúncios publicitários são secundários em relação ao foco da grande final da NFL, desengane-se. O intervalo do Super Bowl é um dos espaços publicitários mais cobiçados pelas marcas, já que o evento é televisionado para o mundo inteiro e é um dos mais comentados nas redes sociais. Para celebrar o Super Bowl 50 2016, a Victoria’s Secret, patrocinadora do evento e que todos os anos surpreende com os seus provocantes comerciais durante os intervalos, escolheu como protagonistas as brasileiras Adriana Lima e Alessandra Ambrosio, além de Elsa Hosk, Jasmine Tookes e Taylor Hill para entrarem em campo num jogo que põe frente a frente ´Anjos´ e ´Diabos´. Para gravar o anúncio, as modelos tiveram acompanhamento e receberam ´dicas´ de jogadoras profissionais de futebol americano, revelou Taylor Hill à ´Vogue´ americana. O jogo acaba com a vitória dos ´Anjos´, depois de um ´touchdown´ e uma dança de celebração. Sara Sampaio ´despe-se´ para o Dia dos Namorados O vídeo protagonizado pelas modelos da Victoria’s Secret para o Super Bowl, serve também para chamar a atenção para o Dia dos Namorados, que se realiza já no próximo dia 14 de fevereiro. E se Adriana Lima e Alessandra Ambrosio preferiram vestir-se de ´jogadoras´, Sara Sampaio, modelo portuense que integra o restrito lote das ´angels´, optou por celebrar a ocasião de uma forma mais arrojada. Despiu-se de preconceitos e exibiu toda a sua sensualidade ao apresentar de forma ousada as peças transparentes lançadas pela marca para celebrar o dia dos apaixonados. No final de 2015, Sara Sampaio ficou entre os 20 ´anjos´ da Victoria’s Secret mais bonitos de sempre, numa lista publicada pela revista masculina ´Maxim´. ...
Estrela de Diamante Na primeira edição do evento, foram os Green Bay Packers que saíram vitoriosos sobre o Kansas City Chiefs, mas longe de atrair os olhares que hoje pagam fortunas para os ver correr com uma bola na mão. A televisão não se importava com a sua cobertura, os bilhetes eram uma ´pechincha´, e o intervalo era animado por pequenas bandas de faculdade. Mas isso mudou. O amor à camisola, as histórias dos seus ídolos, o simples grito de ´touchdown´ revolucionaram a história. Desta vez não são meros estudantes que agitam as bancadas, mas estrelas mundiais. Katy Perry já por lá passou, este ano a musa que se segue é Beyonce, acompanhada de Bruno Mars e Coldplay. E dentro de campo os astros não se deixam esperar. De um lado está um ´Xerife´ às direitas, Peyton Manning, o quarterback do Denver Broncos, um dos maiores nomes da história, e o mais velho jogador a lutar pelo troféu de campeão no Super Bowl 50. Do outro lado está Cam Newton, o melhor jogador da temporada nos últimos tempos ao serviço do Carolina Panthers. Fora o futebol, tem um talento especial para a dança, principalmente o ´dab´, tirar selfies e imitar o Super-Homem. Mas não é por isso que lhes pagam. Não é por isso que os adeptos os seguem. Sabem bem o que está em jogo. Depois do Mundial de Futebol, o Super Bowl assume-se como o segundo maior evento de futebol americano do mundo. E os números falam por si. Só nos Estados Unidos, o evento é assistido por mais de 115 milhões de pessoas e movimenta mais de 14 bilhões de dólares na economia do país. E se pensa que arranjar um lugar para o jogo é tarefa fácil, desengane-se. O bilhete mais barato custa agora cerca de 2.560 mil euros. Mas se preferir um lugar de sonho nos camarotes do Levi´s Stadium, a fasquia fica ainda mais arrojada. Nada mais do que 25.762 mil euros… É oficial. Já não se fala de outra coisa e é já no próximo domingo, dia 7 de Fevereiro. O Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia (Estados Unidos) abre as portas para aquele que é o maior evento desportivo que a NFL conhece: o Super Bowl, que na 50ª edição coloca frente a frente ´Denver Broncos´ e ´Carolina Panthers´. E aqui não é só o desporto que está em cima da mesa, mas também música, negócios, cinema e muito, mas muito dinheiro. Mas o que realmente os jogadores querem é o ´Vince Lombardi´…...
Estilos e Espantos Se agora decidisse pendurar as chuteiras não havia problema – Barack Obama tinha a solução. Desde o tempo do secundário que se habituou à prática desportiva, um incentivo do pai, um motorista de caminhão afro-americano. A infância foi passada quase sempre perto da mãe, desde cedo soube que ele era um menino especial. Tinha apenas dez anos quando começou a desenvolver comportamentos compulsivos. Na rua era olhado com desconfiança, na escola, os colegas ridicularizavam-no pelos seus tiques nervosos. Foi vítima de bullying e não escapou às provocações daqueles que achavam que era um ´retardado´, nem mesmo quando chegou por mérito ao banco dos ´devils´ lado a lado com Cristiano Ronaldo. A doença nunca o atrapalhou no futebol. E o Mundial do Brasil foi a prova. Do banco de réus surpreendeu tudo e todos com uma defesa de aço, na verdade foram 16 ao todo e poderiam ter sido muitas mais, mas a Seleção da Bélgica era ´dura de roer´. Tornou-se herói dos Estados Unidos, ganhou a amizade do Presidente e como troféu, ainda lhe calhou uma Nora na rifa. É conhecida pelo vício compulsivo em tirar ´selfies´, principalmente se forem ousadas e sem roupa… Timothy Matthew Howard nasceu em Nova Jersey, a 6 de março de 1979, filho de uma imigrante húngara e de um motorista de caminhão afro-americano. Teve uma infância feliz até aos três anos, altura em que os pais se separaram. Mas os problemas apareceram mais tarde. Tim tinha dez anos quando começou a desenvolver comportamentos compulsivos. Esther, a mãe, sabia que algo não estava bem. «Havia rotinas e padrões que tinham de ser seguidos. Ele tinha de vestir as roupas na mesma sequência em todos os dias». Um ano depois os sintomas agravaram, as obsessões já eram mais assíduos e o prognóstico irreversível. ´Retardado´ e vítima de bullying Foi em criança que Tim Howard descobriu ter a ´Síndrome de Tourette´, uma doença neurológica caracterizada por tiques e movimentos involuntários. «Até aos 15 anos, foi um caos de diferentes tiques. Eles eram bem fortes», explicou Howard à revista ´Neurology Now´. No seu dia-a-dia, os aspetos mais evidentes passam pelo piscar frenético dos olhos e as contrações na região do rosto. Na escola, Tim era constantemente ridicularizado pelos colegas, por várias vezes foi chamado de ´retardado´ e foi vítima de bullying. Mas Tim não se deixava abater, era mais forte que a própria doença e também tinha um sonho. Incentivado pelo pai, Tim chegou a praticar beisebol, basquetebol e futebol. Com o desporto era diferente, a doença não o afetava. Para se controlar durante os jogos, Tim usa táticas de relaxamento e evita tomar remédios, para não atrapalharem os seus reflexos nas partidas. Também tentou combater a síndrome, mas a doença não tem cura. Do basquetebol ao banco dos ´devils´ com Ronaldo Durante o secundário, Tim Howard experimentou o basquetebol, mas viu que não tinha hipóteses de jogar na NBA. Enveredar pela carreira profissional de futebolista era mais realista e o facto de ter experimentado antes o basquetebol, permitiu-lhe desenvolver capacidades de guarda-redes. Para Tim, ´jogar basquetebol e atuar à baliza são duas atividades que não deixam de ser compatíveis e que podem tirar benefícios uma da outra´. Tim Howard começou a carreira profissional no ´North Jersey Imperials´, clube da sua cidade natal, no ano de 1997. Mas em 2003, trocou a MLS (Liga Profissional de Futebol dos Estados Unidos) pelo gigante Manchester United, com o objetivo de substituir o francês Fabien Barthez, que havia dececionado Sir Alex Ferguson. E a sua doença voltava a assombrá-lo. O jornal ´The Guardian´ chegou a anunciou que a equipa inglesa havia contratado ´um guarda-redes com problemas cerebrais´. O ´Independent´ preferiu chamar-lhe de americano ´doente´. Tim destacou-se como guarda-redes principalmente pela sua altura, 1, 91 metros. Comprado por quatro milhões de dólares, Tim destacou-se pelas excelentes atuações, porém, um desaire frente ao Futebol Clube do Porto na Liga dos Campeões, colocou-o no banco de reservas. Tim chegou ao Manchester United na mesma altura que Cristiano Ronaldo, num período em que, Gary Neville apelidou de ´os anos Djemba-Djemba´. Com eles, chegaram também Djemba-Djemba, David Bellion, o brasileiro Kleberson e outros que foram ´flops´ evidentes nas escolhas de Alex Ferguson. Sem espaço nos ´devils´ com a chegada de Van der Sar na época de 2006/07, Tim acabou por ser emprestado ao Everton. ...