SÁBADO, 13-02-2016, ANO 17, N.º 5859
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destaques

Veste o 44 e deu corpo às novas curvas da ´Sports Illustrated´
Estilos e Espantos Ashley Graham é o nome, e também a prova viva de que ser ´sexy´ não significa ser magra ou um dos ´anjos´ da Victoria´s Secret com um corpo escultural. Contra os preconceitos e ideias de beleza que têm marcado a moda nos últimos anos, Ashley saltou para a ribalta e diretamente para a capa de uma das revistas americanas mais conceituadas do mundo, conhecida por dar brilho e cor a atletas de topo: Lionel Messi, Usain Bolt, Novak Djokovic, Serena Williams ou Stephen Curry. «Muitas mulheres de todas as idades vêm pedir-me conselhos sobre a forma de ganhar autoconfiança. Não há muitas mulheres que falem sobre as suas imperfeições, como eu, e fico feliz por poder ser a voz que lhes diz que é normal ter celulite. Pensem e falem positivamente sobre os vossos corpos e de outras mulheres e nunca se compararem a alguém. Não há um tamanho certo ou errado. Todos temos constituições físicas diferentes e isso é uma coisa boa! Celebrem e aceitem as vossas diferenças». Ashley veste o 44 e é a nova estrela da ´Sports Illustrated´ para vestir os fatos de banho da sua edição de verão, depois de no ano passado ter conseguido destacar-se na célebre revista com o anúncio ´CurvesinBikinis´ (Curvas em Biquínis) que gravou para a marca ´SwimsuitsforAll´. Durante a Semana de Moda de Nova Iorque, a modelo ´plus size´ também deu nas vistas ao desfilar com a sua própria linha de ´lingerie´. Para trás fica uma infância marcada pelo bullying, que encontrou a redenção através do boxe. Fora das passerelles, Ashley diverte-se a dar palestras aos mais jovens e aproveita o pouco tempo que tem sem os paparazzi, para estar com Justin, o amor que conheceu na Igreja… Em 2015, Serena Williams foi a escolhida para ser eleita a ´desportista do ano´ depois de ter vencido três dos quatro torneios do Grand Slam: ´Australian Open´, ´Roland Garros´ e ´Wimbledon´. A tenista brilhou na capa da ´Sports Illustrated´ assim como outras estrelas de renome: Lionel Messi, Usain Bolt, Novak Djokovic, Ronda Rousey, Stephen Curry, entre muitos outros grandes desportistas mundiais. Fora dos campos, a revista também soube aproveitar as musas das passerelles: a sensual produção de Sara Sampaio, Irina Shaik, Kate Upton em topless, e agora Ashley Graham, que deu nas vistas com um biquíni dourado na edição ´Swimsuit Issue´. Aos 28 anos, é ela que dá as curvas pelo 52º aniversário da revista, ao tornar-se a primeira modelo ´plus size´ que veste não um 32…mas sim um 44. Vítima de bullying na infância Ashley Graham nasceu em Lincoln, Nebraska, em 1987. Começou a carreira como modelo com apenas 12 anos, depois de ter sido descoberto por uma agência de moda enquanto passeava num Centro Comercial em Omaha. Adepta das passerelles, Ashley já foi destaque da ´Vogue´, ´Glamour´, ´Elle´ e da ´Harper Bazaar´. A modelo tem trabalhado em diversas áreas da indústria da moda, incluindo editoriais, catálogos, televisão e cinema. Durante a Semana da Moda de Nova Iorque, Ashley deu nas vistas ao desfilar com ´lingerie´ da sua autoria. Agora é a modelo do momento, a nova ´moda´ da edição de verão da ´Sports Illustrated´, depois de no ano passado ter-se tornado a primeira modelo ´plus size´ a protagonizar o anúncio ´CurvesinBikinis´ (Curvas em Biquínis) que gravou para a marca ´SwimsuitsforAll´. Ashley Graham foi a escolhida pela revista para ser a sucessora da australiana Robyn Lawley, dona de um corpo escultural quatro números abaixo do seu tamanho. «É oficial. Sou uma modelo da SI Swimsuit! É um sonho tornado realidade. Obrigada a todos os que defenderam as curvas». Hoje Ashley é uma mulher feliz, famosa e realizada, mas quando era mais nova chegou a sofrer de bullying. Para evitar situações semelhantes, a modelo costuma dar palestras em escolas americanas, sobre a importância do corpo, da imagem e da aceitação. Entre a moda com Nicola Griffin e o boxe Ashley veio revolucionar o mundo da moda e a tendência de alterar-se os padrões que até aqui eram imutáveis. As modelos mais bem pagas da revista – Elle McPherson, Heidi Klum ou Judit Mascó, deram assim o lugar na primeira página a outras mulheres que representavam a mudança. Em 2007, por exemplo, Beyoncé pôs fim a 43 anos de supremacia das modelos jovens e sempre magras. Para posar ao lado de Ashley, a revista apostou também em Nicola Griffin, uma modelo de 56 anos, que é agora a mulher mais velha a protagonizar a edição de verão em biquíni da ´Sports Illustrated´. Mas não estão sozinhas. Para completar o lote de ´modelos revelação´, juntou-se Philomena Kwao, de 26 anos, também ela uma modelo XL. Para as modelos, mais do que uma imagem, a edição da revista tem o objetivo de promover a autoestima e a ideia de que qualquer corpo, seja qual for a forma e o tamanho, pode ser belo. «Não é só ter 20 anos e um metro e oitenta! Estamos todos fartos disso. Todas somos de idades e tamanhos diferentes e essa é a verdadeira beleza. Nós somos mulheres verdadeiras», defendeu Nicola Griffin. Casada desde 2010 com Justin Ervin, um operador de câmara que conheceu numa Igreja, Ashley aproveita o tempo livre para se dedicar ao boxe. ...
Estilos e Espantos O Super Bowl já lá vai, mas o nome de Peyton Manning e dos Denver Broncos ainda dão que falar. Para aquele que é considerado um dos maiores eventos desportivos do mundo, a final de futebol americano foi acompanhada por mais de 112 milhões de telespetadores em todo o mundo. E se dentro de campo Cam Newton tentava ´roubar´ o troféu ao veterano Manning, o intervalo do evento não foi menos espetacular. Lady Gaga, Beyoncé, Coldplay e Bruno Mars arrasaram no Levi’s Stadium, na Califórnia. Depois de conquistar o segundo título da sua carreira durante um Super Bowl, Peyton Manning, parece ter voltado atrás na decisão de terminar a carreira de jogador, antes de completar 40 anos já no próximo mês de março. E se para muitos o mundo parou durante o grande combate de futebol americano, para outros, o evento não foi uma dor de cabeça. No rival Kansas City, Travis Kelce tem andado com a cabeça na lua, e o motivo não são os ´touchdown´s´ que marca, mas sim as mulheres. Famosos, seguidos por uma legião de fãs, afortunados financeiramente, no auge da boa forma física, os jogadores de futebol americano, por norma, têm quase todos, uma característica em comum: estão ou já estiveram envolvidos com uma celebridade. Desde Gisele Bündchen, a musa de Tom Brady, à campeã olímpica Sanya Richards, passando por cantoras, socialites e até atrizes pornográficas, os astros da NFL têm ´olho´ no que respeita às conquistas amorosas. Mas ele foge à regra. Aparentemente solteiro, prepara-se para o maior jogo da sua vida: encontrar a cara-metade num ´Reality Show´… Travis Michael Kelce nasceu a 5 de outubro de 1989, em Westlake, Ohio, EUA, no seio de uma família de desportistas. Don Blalock, o tio, jogou futebol em Purdue, já o avô, também Don Blalock, jogou futebol em Ohio. Com talento para o futebol, basquetebol e beisebol, acabou por se apaixonar pelo futebol americano, o mesmo caminho percorrido pelo irmão Jason, jogador do ´Philadelphia Eagles´. Travis começou a carreira na NFL em 2013, depois de ter sido escolhido pelo ´Kansas City´. Multado e suspenso por conduta antidesportista Travis Kelce jogou futebol americano universitário em ´Cincinnati´, quando foi escolhido pelos Chiefs na terceira rodada do ´draft´ em 2013. Antes da fama, Kelce era já uma estrela em ascensão quando se distinguia como o principal ´quarterback´ na escola secundária ´Cleveland Heights High School´, em Ohio, a sua cidade natal. Durante a temporada de 2010, Kelce foi afastado da equipa, depois de ter violado as regras do jogo. Frente ao ´Denver Broncos´, Kelce foi ainda multado por conduta antidesportiva, por ter empurrado Von Miller. Apesar do comportamento de ´bad boy´, Kelce sempre foi um dos jogadores de destaque da equipa. Em março de 2012, Kelce foi nomeado ´tight end´ do ano. Inspira-se num gorila de gravata vermelha para marcar ´touchdown´ Depois de ter renovado com o ´Kansas City Chiefs´ por mais cinco anos, Travis Kelce tornou-se o segundo ´tight end´ mais bem pago da NFL, com um contrato de 46 milhões de dólares. «Ele é um jogador de futebol talentoso que se tornou uma peça importante para o que fazemos ofensivamente. Travis é um jogador de grande carácter e um líder no balneário», comentou John Dorsey, manager dos Chiefs. No início do ano, Kelce foi selecionado pela primeira vez para o ´Pro Bowl´, o jogo das estrelas da NFL. Conhecido pelo modesto apelido de ´Zeus´ entre os fãs de futebol americano, Travis Kelce surpreendeu o público pela forma como festejou o segundo ´touchdown´ frente ao ´Houston Texas´. Enquanto corria pela lateral do campo com a bola ainda em mãos, Kelce começou a virar o braço direito para num forte remate lançar a bola. Até aqui tudo bem, não fosse esse movimento ter uma explicação, ou melhor, um nome: Donkey Kong, o ´gorila de gravata vermelha´ dos jogos ´Super Smash Bros´ da Nitendo. Tal como Rob Gronkowski Foram sete cirurgias em cinco anos de NFL. É conhecido por ser o maior expoente de ´tight ends´, o número 87 do ´New England Patriots´, escolhido em 2010, na segunda rodada do ´draft´. Chama-se Rob Gronkowski, é rival de Kelce em campo, mas fora dele, todos o comparam à estrela dos Chiefs, verdadeiras almas gémeas no que respeita ao poder de jogo. Mas se dentro de campo são verdadeiras feras, a vida pessoal das duas estrelas tem também um percurso curioso. Gronkowski, ou melhor ´Gronk Spike´, alcunha que adquiriu pela forma como joga a bola com raiva após um ´touchdown´, inspirou uma personagem de um livro erótico - ´A Gronking to Remember´, de Lacey Noonan. À procura de mulher num ´Reality Show´ E se pensarmos que pela fama e fortuna, os jogadores de futebol americano têm todas as mulheres aos seus pés, a realidade é bem diferente da ficção, pelo menos para Travis Kelce. Solteiro e à procura da sua alma gémea, o jogador dos ´Kansas City Chiefs´ vai fazer de tudo para a encontrar num… ´Reality Show´. Jeff Olde, vice-presidente executivo do ´Catching Kelce´, o programa a ser emitido nos EUA no ´canal E!´, acredita que o jogador está à altura. «Além de ser um atleta altamente respeitado, Travis tem uma personalidade avassaladora, que gosta de se divertir e isso faz as pessoas estarem mais perto dele. Estamos muito animados para dar aos nossos espectadores um olhar mais atento na sua busca pelo amor». Com a ajuda dos amigos e familiares, Travis Kelce terá que eleger a sua mulher de sonho, num lote de 50 candidatas, que irão representar o 50 estados dos Estados Unidos… ...
Para lá do que se vê Com uma carreira de mais de 20 anos entre televisão e cinema, Naomi Watts não para de surpreender. Namorou o romântico Heath Ledger, é casada com o também ator e produtor americano Liev Schreiber e ninguém a conhece melhor do que Nicole Kidman, a amiga de longa data. Filha de uma hippie e vendedora de antiguidades e de um engenheiro de som da banda musical Pink Floyd, desde cedo mostrou vocação para as artes. Começou com pequenos trabalhos como modelo, até dar o salto para o grande ecrã. Como atriz principal vestiu a pele de Princesa Diana, e fez das suas nos filmes ´21 Gramas´, ´King Kong´ e o ´Impossível´, o que por duas vezes já foi indicada ao Óscar de melhor atriz. E se não tivesse chamado a atenção dos grandes palcos de Hollywood, certamente que Naomi teria um futuro garantido como desportista nata. Apaixonada por ténis e boxe, já foi lutadora de judo e prepara-se agora para ser Presidente, e logo de um clube de futebol… A visibilidade em torno das celebridades tem aumentado cada vez mais nos últimos anos, e as atrizes famosas bem sabem que privacidade é algo que não lhes assiste, num mundo rodeado de ´paparazzi´ à caça da melhor história. Ela tem os pés bem assentes na terra, e apesar de também ser vítima da fama, acredita que nada se compara à popularidade das irmãs Kardashian, musas das ´selfies´ e ´primeiras´ no centro das atenções sempre que estala uma polémica em Hollywood. «Existe muito foco nas celebridades atualmente. Estamos na era Kardashian e isso é um pouco assustador». O beijo a Nicole Kidman A carreira de Naomi Watts começou através de séries de televisão, telenovelas australianas e anúncios publicitários. Mas a fama propriamente dita, surgiu depois de ter conhecido Nicole Kidman, a amiga de longa data que a incentivou a lutar por uma carreira de sucesso em Hollywood. Uma amizade que não as inibem de trocarem ´beijos´ na boca perante as câmaras sempre que sem encontram na passadeira vermelha. Naomi Watts passou parte da infância na sua cidade natal, em Shoreham, Reino Unido, onde nasceu a 28 de setembro de 1968. Filha de Gilette Edwards, uma negociante de antiguidades e Peter Watts, engenheiro de som dos Pink Floyd até 1974, viu o casamento dos pais chegar ao fim quanto tinha apenas quatro anos. Mais tarde, com a morte do seu pai, quando tinha sete anos, Naomi acabou por mudar-se com a mãe para a cidade de Llangefni, ao norte do País de Gales, onde residiam os seus avós, Hugh e Nikki Roberts. Naomi viveu em Llangefni até aos 14 anos, quando se mudou para a Austrália em busca de melhores oportunidades. Como a sua avó Nikki era australiana, Naomi não teve dificuldades em também conseguir a cidadania. De modelo a lutadora de judo Enquanto atriz, Naomi Watts já trabalhou com os melhores diretores cinematográficos: Woody Allen, Clint Eastwood, David Lynch e Peter Jackson, embora ser uma estrela de Hollywood não tenha sido a primeira escolha de Naomi. Em 1986 mudou-se para o Japão onde trabalhou como modelo. Mas a aventura não durou muito tempo. Quando regressou à Austrália, Naomi arranjou trabalho como assistente de um editor de uma revisa de moda australiana, numa altura em que começou a desenvolver uma paixão pelo desporto. Naomi começou a treinar judo e chegou inclusive a participar em campeonatos menores. Mas um convite para atuar numa pequena peça mudou-lhe novamente o destino. Largou tudo e voltou-se para o cinema para então ser uma atriz completa. Entre os vários filmes que protagonizou, destacam-se ´21 Gramas´, ´The Ring´, ´King Kong´ e o ´Impossível´, uma história verídica que conta o drama e a destruição das pessoas que perderam a vida durante o tsunami que invadiu a Tailândia em 2004. Presidente de um clube de futebol Hoje é o yoga e o Jiu-Jitsu que lhe ocupam os tempos livres. Já não se dedica ao judo, mas o desporto permanece ativo na vida de Naomi Watts. Apaixonada por boxe, ténis e futebol, a atriz prepara-se agora para mais uma aventura… vai ser Presidente de um clube de futebol que milita na terceira divisão do País de Gales. Até aqui, o Glantraeth FC era dirigido por Sir George Meyrick de Bodorgan State, um amigo da família real que estava há 20 anos no comando do clube. Foi desta forma que, o praticamente desconhecido Glantraeth FC ganhou destaque nos jornais britânicos nos últimos dias. O clube que, por média tem cerca de 40 adeptos, escolheu a atriz para ser a nova Presidente, muito por culpa do seu passado. «Queríamos alguém com ligações locais e como ela cresceu muito perto daqui, em Llangristiolus (Anglesey), pensámos que seria perfeita», apontou o responsável de comunicação do clube, Stan Strickland. «É obviamente um cargo honorário, mas adoraríamos convidá-la para assistir a um jogo, quando estiver por perto e conhecer o pessoal do clube». E Naomi não hesitou na hora de aceitar a oferta… ...