SEGUNDA-FEIRA, 27-02-2017, ANO 18, N.º 6239
Paris e Berlim pedem à Rússia apoio para as negociações de Genebra
Alemanha
Paris e Berlim pedem à Rússia apoio para as negociações de Genebra
15:05 - 17-02-2017
A Alemanha e a França pediram hoje à Rússia para apoiar as negociações entre o regime sírio e a oposição e sublinharam que a única solução possível para esta guerra é a política.

«A opção política é a única» possível na Síria, afirmou Jean-Marc Ayrault, ministro dos Negócios Estrangeiros francês, numa conferência de Imprensa conjunta com o seu homólogo alemão Sigmar Gabriel após um encontro com representantes de vários países, entre os quais a Rússia, durante a reunião de chefes da diplomacia do G20.

Jean-Marc Ayrault disse estar convencido de que, sobretudo a Rússia pode ter «um papel construtivo» se levar o Presidente sírio, Bashar al-Assad, à mesa das negociações com a oposição, na próxima semana, em Genebra.


Redação

Imprimir Enviar e-mail Facebook Twitter

mais do dia

Angola O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal António Martins da Cruz pede «bom senso» e «recato» na forma como a Justiça portuguesa está a conduzir o processo em que é arguido o vice-Presidente angolano, Manuel Vicente. A posição foi transmitida numa declaração emitida pela Televisão Pública de Angola (TPA), na sequência do comunicado emitido sexta-feira pelo Ministério das Relações Exteriores e classificando como «inamistosa e despropositada» a forma como as autoridades portugues
Angola Frequentar o ensino superior em Angola vai custar este ano, pelo menos, 260.000 kwanzas (1.400 euros) a cada estudante, só em propinas, apesar das dificuldades financeiras generalizadas no país. Numa ronda feita pela Lusa pelas universidades da capital angolana, a poucos dias da abertura oficial do ano letivo de 2017 no ensino superior em Angola (março a dezembro), foi possível encontrar preços de propinas mensais (10 meses) que variam entre os 26.000 e os 36.000 kwanzas (148 a 205 euros).
Cabo Verde O ministro da Agricultura e Ambiente de Cabo Verde pediu hoje uma maior presença da Greenpeace no país no sentido de ajudar a reforçar a monitorização das águas e a exploração dos recursos de pesca do arquipélago. «Cabo Verde tem uma Zona Económica Exclusiva (ZEE) que é cerca de 180 vezes mais extensa do que a parte terrestre, o que significa que precisamos de ter uma atitude responsável e monitorizar as nossas águas. A atuação da Greenpeace e de outras organizações, em parceria com entidade

destaques