SEGUNDA-FEIRA, 27-02-2017, ANO 18, N.º 6239
País
Desapareceram cerca de 50 armas da Direção Nacional da PSP em Lisboa
17:48 - 16-02-2017
O Ministério da Administração interna deu esta quinta-feira conta do «extravio de cerca de 50 armas de 9mm» da Direção Nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP), no Largo da Penha de França, em Lisboa.

O caso está a ser investigado pelo Ministério Público e já foram instaurados processos disciplinares a dois elementos da PSP, que foram suspensos de funções.

Numa nota enviada à comunicação social, o Ministério da Administração Interna informa que o inquérito ao armazenamento de armas do Departamento de Apoio Geral da Direção Nacional da PSP foi aberto «na sequência da apreensão de uma arma de fogo da PSP numa operação policial».

«Em causa está o extravio de cerca de 50 armas de 9mm, tendo os factos sido participados ao Ministério Público, para efeitos de investigação e apuramento de responsabilidades criminais», esclarece o Ministério.
Redação

Imprimir Enviar e-mail Facebook Twitter

mais do dia

Angola O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal António Martins da Cruz pede «bom senso» e «recato» na forma como a Justiça portuguesa está a conduzir o processo em que é arguido o vice-Presidente angolano, Manuel Vicente. A posição foi transmitida numa declaração emitida pela Televisão Pública de Angola (TPA), na sequência do comunicado emitido sexta-feira pelo Ministério das Relações Exteriores e classificando como «inamistosa e despropositada» a forma como as autoridades portugues
Angola Frequentar o ensino superior em Angola vai custar este ano, pelo menos, 260.000 kwanzas (1.400 euros) a cada estudante, só em propinas, apesar das dificuldades financeiras generalizadas no país. Numa ronda feita pela Lusa pelas universidades da capital angolana, a poucos dias da abertura oficial do ano letivo de 2017 no ensino superior em Angola (março a dezembro), foi possível encontrar preços de propinas mensais (10 meses) que variam entre os 26.000 e os 36.000 kwanzas (148 a 205 euros).
Cabo Verde O ministro da Agricultura e Ambiente de Cabo Verde pediu hoje uma maior presença da Greenpeace no país no sentido de ajudar a reforçar a monitorização das águas e a exploração dos recursos de pesca do arquipélago. «Cabo Verde tem uma Zona Económica Exclusiva (ZEE) que é cerca de 180 vezes mais extensa do que a parte terrestre, o que significa que precisamos de ter uma atitude responsável e monitorizar as nossas águas. A atuação da Greenpeace e de outras organizações, em parceria com entidade

destaques