QUARTA-FEIRA, 29-06-2016, ANO 17, N.º 5996
Atlético Madrid prepara 30 milhões de euros por Bacca
O clube «colchonero» pretende, alegadamente, reforçar o ataque e o avançado colombiano Carlos Bacca (Milan) estará no topo da lista.
Real Madrid pretende oferecer Kanté a Zidane
Leicester O treinador do Real Madrid, Zinedine Zidane, terá pedido à direção do colosso espanhol para garantir a contratação do internacional francês N´Golo Kanté (Leicester). De acordo com a as, Zida
Kanté
29-06-2016 - 08:33
«Agora vão buscar Messi de joelhos» - Bilardo
Argentina Carlos Bilardo, nome incontornável da história do futebol argentino, responsabiliza a Imprensa do país das pampas pelo adeus precoce de Lionel Messi à seleção. «Há cinco anos que digo para deixarem
Sampdoria entra em cena por alvo do FC Porto
Real Madrid A Sampdoria juntou-se ao FC Porto na lista de clubes interessados no concurso de Lucas Silva para a temporada que se avizinha. Relatos oriundos de Itália dão conta de uma proposta do emblema genovê
«A Premier League é uma fraude» - Dietmar Hamann
Inglaterra Dietmar Hamann, antigo internacional alemão que cumpriu grande parte da carreira em Inglaterra, não tem dúvidas de que a Premier League é um dos maiores embustes da história do futebol. «Os inglese
«Messi vai voltar atrás…» - Suárez
Argentina O uruguaio Luis Suárez acredita que Lionel Messi, companheiro de equipa no Barcelona, vai recuar na decisão de abandonar a seleção da Argentina. «Acredito que ele vai mudar de ideias mas, independe
Messi e Suárez
28-06-2016 - 23:19
«Situação de Mkhitaryan mudou», diz diretor executivo
Borussia Dortmund Hans-Joachim Watzke, diretor executivo do Borussia Dortmund, deixou entender que Mkhitaryan, pretendido por José Mourinho no Manchester United, pode estar mesmo de partida para Old Trafford neste merc
Montella é o novo treinador
AC Milan O AC Milan oficializou esta terça-feira a contratação de Vincenzo Montella para o cargo de treinador. O contrato é válido por duas temporadas. Montella chega para assumir o lugar que ficou em abert
Jogos da CPLP: Futebol é a única modalidade coletiva com participação de todos países membros
Cabo Verde O futebol é a única modalidade coletiva que conta com a participação dos nove países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, na décima edição dos Jogos Desportivos da CPLP, que decorre
Sevilha «sem condições» para convencer Rudi Garcia
Espanha Rudi Garcia, treinador francês que chegou a ser aventado como sucessor de Unai Emery no Sevilha, fez saber que o clube andaluz, como tantos outros, não reúne os requisitos que considera indispensáveis
Chilenos: uma lição de fé! (artigo de José Antunes de Sousa, 54)
Espaço Universidade Foi uma noite de suspense e de agudo e teimoso sofrimento. Eu e meus amigos chilenos e também alguns brasileiros que apreciam a rija têmpera daquele povo, trocávamos ansiosas mensagens à medida que o
Esteve em duas medalhas de ouro (e um dos portugueses que foi aos Jogos com Bud Spencer teve destino trágico...)
Estilos e Espantos Fernando Madeira nadou a seu lado na vez em que Carlo Pedersoli esteve mais perto de ir à luta pelas medalhas nos 100 metros livres dos Jogos Olímpicos. Quatro anos antes, fora a Londres na equipa de polo aquático de Itália que de lá saiu com a medalha de ouro. Mas, muito mais vez e mais brilhante – mas não foi a natação que lhe deu a eternidade. Aliás, nem foi como Carlo Pedersoli que a conseguiu – foi como Bud Spencer, o Bambino que era, bonacheirão, o compincha de Trinitá. Esse nunca mais morrerá. O outro, o Carlos Pedersoli morreu em Roma, a última palvra que soltou foi: - Obrigado! E o que aqui se conta sobre a sua vida é um espanto, acredite… Fernando Madeira, nadador do Sport Algés e Dafundo, saiu da quarta eliminatória de 100 metros nos Jogos Olímpicos de Helsíquia, em 1952, em sexto lugar com 1.02,6 minutos – e nessa sua série apurados para as meias finais foram o americano Dick Cleveland, o japonês Hiroshi Suzuki e o italiano Carlo Pedersoli, os três que a nadaram a menos de um minuto. Pedersoli falhou o acesso à final – e a medalha de ouro ganhou-a Clarke Scholes. Ainda aluno da Michigan State University – haveria de tornar-se depois ator do Grosse Pointe Theatre, aparecendo, a cantar e a dançar, em peças como Cabaret ou Cactus Flower, Barefoot in the Park ou Arsenic and Old Lace. (Sim, nessa arte, Pedersoli não lhe haveria de dar meças, sequer...) Não, Scholes já não competiu nos Jogos Olímpicos de 1956, Pedersoli sim – e voltou a falhar a final por uma nesga. (A razão, haveria de revelá-la, depois, desconcertante...) O OUTRO PORTUGUÊS? MORREU A CORRER DE AUTOMÓVEL... Dessa vez em Melbourne, Carlo Pedersoli já não teve portugueses a nadar contra si. Guilherme Patrone, que também estivera em Helsínquia, ganhou os 100 metros nos campeonatos de Portugal, mas não conseguiu mínimos olímpicos. Não, não era apenas nadador, também fazia corridas de automóveis. Filho de Emílio António de Carvalho Duarte, latifundiário que fora um dos fundadores do Amora FC, Guilherme Patrony de Carvalho Duarte (que para a história da natação entrou como Patrone com o e em vez do y) tinha já a espreitá-lo cruel destino: a 6 de fevereiro de 1958, ao disputar a Volta a Portugal em Automóvel acidente à beira de Odemira matou-o, estava a caminho dos 28 anos… Meses antes, Pedersoli, que também fora brilhante jogador de pólo aquático (campeão de Itália pela Lazio e muito mais aliás, fora por lá que se dera a sua estreia olímpica…) ainda não deixara as piscinas – para ir agarrar a eternidade a outro lado (e com outro nome…)mas estava quase. (E isso e muito mais é o que a seguir se vai contando, surpreendente, talvez ou não...) ...
Estrela de Diamante A eternidade arrebatou-a Vera Caslavska para lá das 11 medalhas olímpicas, 7 de ouro e 4 de prata que ganhou. Não, não foi só. Juntou-lhes 4 de ouro, 5 de prata e 1 de bronze em Campeonatos do Mundo e 11 de ouro, 1 de prata e 1 de bronze em Campeonatos da Europa. A eternidade arrebatou-a também por ter feito o que fez antes dos Jogos Olímpicos do México – que a obrigou a que os seus últimos treinos fossem, escondida, numa aldeola das montanhas a usar ramos de árvores como barras ou sacos de batatas como pesos. E arrebatou-a ainda por ter feito o que fez durante os Jogos Olímpicos do México: baixar a cabeça à bandeira da URSS numa das seis vezes em que foi ao pódio – e não, não foi apenas por sentir que lhe tinham roubado ainda mais ouro. Regressou a Praga, transformaram-na numa pária. Fizeram-lhe chantagens umas atrás de outras, a todas resistiu – e, depois, quando parecia que lhe tinham voltado de novo os tempos felizes, o filho matou o pai, ela afundou-se em depressão, passou por um hospital psiquiátrico, esteve 15 anos a viver em reclusão. De repente regressou à vida – e às grandes causas. Por exemplo, a última foi o ataque ao populismo e a xenofobia do seu próprio presidente da República… Vera Caslavska nasceu em Praga a 3 de maio de 1942. Cresceu dividida entre o balé e a patinagem no gelo e aos 10 anos saltou para a ginástica. Aos 16 já estava na equipa da Checoslováquia que saiu do Campeonato do Mundo, disputado em Moscovo, com a medalha de prata. Meses depois tornou-se campeã da Europa no solo. 11 MEDALHAS EM JOGOS OLÍMPICOS, 10 EM CAMPEONATOS DO MUNDO, 13 EM CAMPEONATOS DA EUROPA Pesava 55 quilos, media 1 metro e 60 – e em 1960 fez a sua estreia olímpica em Roma. Levou a Checoslováquia à medalha de prata por equipas, era, pois, sinal do que haveria de acontecer nos Jogos de Tóquio, quatro anos depois: ouro no concurso individual, batendo as soviéticas Larissa Latynina e Polina Astakhova - e ouro no salto e na trave. Ainda mais impressionante foi o que Vera fez nos Campeonatos da Europa de 1965: as cinco medalhas de ouro que havia em disputa, ganhou-as todas – repetindo a façanha na edição de 1967. Antes, ninguém o conseguira. (Pelo meio, no Mundial de Dortmund – mais três medalhas de ouro, uma delas no concurso individual, e duas de prata.) A CAMINHO DA PRIMAVERA DE PRAGA... Os meses anteriores foram de Praga a agitar-se. Ota Sik, liderou grupo de economistas que exigiram ao governo uma «economia socialista de mercado» - e a 31 de outubro de 1967 a polícia dispersou à força bruta de gás lacrimogénio e cassetete manifestação de estudantes contra as condições nas suas residências, aos primeiros sinais de protestos, cortaram-lhes água e luz. Escritores foram presos por contestação à Censura e por ataques ferozes à URSS. Antonín Novotny correu a Moscovo a pedir apoio à URSS, mas, ao regressar a Praga, na esperança de que, assim, pudesse acalmar as consciências e as ruas, o Comité Central do Partido Comunista da Checoslováquia destituiu-o, colocando Alexander Dubcek no seu lugar. Não tardou, passou à chefia do governo. Em fevereiro de 68 levantou a Censura, permitindo que se espicaçasses a discussão em torno das reformas económicas, da liberdade de opinião e do abandono do estalinismo, deixando ainda mais marcada a sua posição num famoso discurso na rádio em que largou a promessa: - … de construir na Checoslováquia uma sociedade socialista com rosto humano, profundamente democrática, socialmente justa e voltada para a modernidade. Era a Primavera de Praga a abrir-se – deixando no outro lado da cortina de ferro os líderes da URSS, da Hungria, da Polónia, da Bulgária e da RDA em fúria, censurando Dubcek pela sua «ousadia contrarrevolucionária». NO MANIFESTO DAS DUAS MIL PALAVRAS COM ZATOPEK... Destinado a «operários, camponeses, funcionários, artistas e a todos», em junho de 68, o escritor Ludvik Vaculik deitou ainda mais achas para a fogueira através do Manifesto das Duas Mil Palavras – não falava apenas dos «erros do socialismo», lançava ainda mais duras críticas ao Partido Comunista, reclamava ainda maiores reformas e liberdades. Num abrir e fechar de olhos, juntou mais de 10 mil assinaturas em seu apoio – e Vera Caslavska foi uma das suas ilustres subscritoras. Por essa altura, namorava com Josef Odlozil – que nos 1500 metros dos Jogos Olímpicos de Tóquio ganhara a medalha de prata, atrás do neozelandês Peter Snell e meses depois se tornara recordista europeu de 2000 metros. Odlozil era, então, tal como Émil Zatopek, capitão do exército – e fez o que Vera fez, também assinou o Manifesto das Duas Mil Palavras. OS TANQUES EM PRAGA, O GOVERNO DETIDO EM MOSCOVO... Numa reunião secreta do Pacto de Varsóvia, Walter Ulbricht, o presidente da RDA (que haveria de ser o mandante da construção do Muro de Berlim), defendera imediata intervenção armada para pôr fim à «rebelião de Praga», mas Leonid Brejnev, o presidente da URSS, achou que talvez fosse melhor esperar. Ao saber do Manifesto das Duas Mil Palavras correu, furioso, para o telefone – e exigiu a Dubcek que colocasse ponto final na «rebelião». Não colocou e na noite de 20 para 21 de agosto de 1968, tropas do Pacto de Varsóvia lançaram-se ao ataque. Paraquedistas soviéticos assaltaram a sede do Partido Comunista e levaram detidos para Moscovo os membros da sua direção – que também eram membros do governo. O povo saiu à rua em defesa da Primavera de Praga – e famoso se tornou a foto de um jovem a atirar-se, de camisa rasgada e peito descoberto, para a frente de um tanque soviético, em Bratislava. Em Praga, populares correram a virar os letreiros com os nomes das ruas para confundirem as colunas dos tanques que se dirigiam a pontos estratégicos da cidade. Foi tudo em vão… Os jornais e as rádios foram tomados pelos invasores – e, detido na URSS, Dubcek foi obrigado a assinar o Protocolo de Moscovo. Capitularam as reformas – e a Primavera de Praga virou inferno… COM ZATOPEK A CAMINHO DOS TRABALHOS FORÇADOS NA MINA... A polícia política entrou em reboliço, prendendo opositores – e um deles foi Emil Zatopek, que era, por essa altura, o mais famoso olímpico europeu vivo e não se limitara a assinar o Manifesto das Duas Mil Palavras – ou a condenar a invasão de Praga, exclamou: - A URSS deveria ser impedida da participar nos Jogos Olímpicos do México! Não tinha dúvidas sobre a consequência brutal do desabafo: - Uma semana mais tarde, chamaram-me ao Ministério da Defesa e expulsaram-me do exército. Por delito de opinião, fui sentenciado a trabalhos forçados numa mina de urânio. Ao escutar a pena, respirei fundo e disparei: se pensam que me humilham com isso, estão enganados! Um desportista não tem medo de pôr o corpo ao serviço do que seja e se calhar assim até vou ganhar mais do que a miséria que me pagavam como militar…...
Estilos e Espantos Se não reparou, já não vai reparar, que a Áustria já disse adeus ao Euro. Não, à primeira vista não parecia o Roger Spry do Vitória de Setúbal, do Sporting ou do FC Porto - mas sim era ele mesmo: o mais exótico preparador físico da história do futebol em Portugal. Agora de barbas, barbas esbranquiçadas, tal como o cabelo, mas o mesmo frenesim, os mesmos métodos mais ou menos bizarros. E sim é isso que aqui se recorda na véspera da Islândia jogar com a Inglaterra, a Islândia que trocou as voltas a Roger Spry... O futebol é uma paixão que se tem, ou não se tem, embora se possa aprender a apreciar. Mas as memórias, essas memórias que recordam as lendas do futebol, só os verdadeiros amantes as têm. Quando Figo, Balakov, Ivkovic, Cadete e outros, corriam incansavelmente à volta do campo. Mas aqui não lhe vamos contar a história desses jogadores, mas sim, a história do preparador físico, que na passagem por Portugal, revolucionou o futebol português, e principalmente, revolucionou a mentalidade desses jogadores. Não foi fácil, mais difícil ainda, foi perceber o que um tal de Roger Thomas Spry lhes gritava. No fim, acabavam aos pulos, a dançar e a fazer golpes de karaté em pleno relvado. UM INGLÊS QUE CAIU DE PARAQUEDAS EM PLENO SADO Nascido e criado em Inglaterra, Roger Spry, um homem feito, na casa dos 65 anos, despediu-se cedo de França, quando a Seleção da Áustria, onde desempenha o papel de preparador físico, acabou por cair aos pés da fogosa Islândia. E porque aqui lhe falamos de Spry? Não conseguiu travar os islandeses, o Heavy Metal não foi suficiente para acordar os austríacos, mas em Portugal, marcou uma geração de jogadores, fez amizade com influentes treinadores, e acabou por escrever o seu nome no futebol português. Não só se apaixonou por Portugal, como tem um lugar reservado no Sado, para quando abandonar a carreira... Roger Spry chegou ao Vitória de Setúbal em 1986 para acompanhar o treinador Malcolm Allison, o outro inglês extravagante que o futebol português teve. Jovem e astuto tentou mudar o futebol. Não se limitou a fazer os jogadores correrem à volta do campo – isso já eles sabiam – com Spry os treinos eram personalizados e não tinham que pagar mais por isso. Gabavam-lhe as pinturas de guerra que levava para os treinos, o rádio que sempre o acompanhava, onde punha os jogadores a dançar no aquecimento, sob a batuta do igualmente excêntrico Malcolm Allison. O AMIGO JOSÉ MOURINHO Com formação superior na área da condição física e um cinturão negro numa variante de Karaté, o treino também incluía golpes que mais pareciam de treinos de artes marciais. Mas não, era mesmo futebol, dizia ele. «Basicamente, ensinamos os jogadores a levar porrada e sorrir. O adversário fica a pensar: este gajo é maluco ou é o super-homem». Inglês de gema, Spry adaptou-se bem ao futebol português e à vizinhança: ficou hospedado nas margens do Sado durante três anos, tempo suficiente para ver nascer uma das suas filhas, «uma setubalense de gema». Depois da passagem pelo Vitória de Setúbal, Spry acabou por regressar a Inglaterra onde representou o Aston Villa. Mas Portugal ficou-lhe na memória, e mais cedo ou mais tarde, sabia que o regresso estava para breve. Até porque lá deixou um amigo, para muitos special one, para ele apenas José. No Vitória de Setúbal, Spry encontrou Félix Mourinho, que tinha sido por lá guarda-redes, e uma jovem promessa – o filho – mundialmente famoso – José Mourinho, que dividia os seus tempos entre o curso superior em Lisboa e os treinos do Vitória. NO SPORTING DEPOIS DA CHAMADA DE SOUSA CINTRA Em 1991, Spry mudou-se para o Sporting para trabalhar com Bobby Robson e Carlos Queiroz, depois de ter recebido uma chamada de Sousa Cintra. Foi ali, de leão ao peito que se cruzou com Figo, um dos jogadores que mais o marcaram enquanto esteve por terras lusas. «Ainda me lembro de ver Luís Figo a vomitar num treino, mas o sucesso é doloroso. Quando mais dor, melhor. Na altura, ele não gostou, mas cresceu bastante. Foi e é um dos melhores do Mundo. Fizemos compreender que ele tinha uma técnica incrível, mas que ia levar muita porrada na sua carreira. Ele aprendeu que sorrir depois de levar porrada é a melhor lição», revelou o inglês em entrevista ao Mais Futebol. PENTACAMPEONATO NA INVICTA De saída de Alvalade, seguiu-se uma passagem pelo Japão e, uma vez mais, o telefone voltou a tocar, com uma voz portuguesa do outro lado – era Pinto da Costa, e um convite para rumar ao FC Porto, onde Roger Spry trabalhou com António Oliveira e Fernando Santos. Durante o seu percurso na Invicta, assistiu ao crescimento de um mágico, conhecido como Deco. «Lembro-me do Deco, que era pequeno e fraco, foi por isso que não foi aproveitado pelo Benfica. Num jogo frente ao Salgueiros, percebemos o imenso valor que tinha. Então, quando chegou, trabalhei com ele diariamente, mas o tornar mais forte, como podemos comprovar agora», relembrou Spry, há tempos, em entrevista ao Mais Futebol. O plantel sofreu também alguns ajustes, face às saídas de Sérgio Conceição para a Lázio de Roma e mais tarde de Doriva, no mercado de Inverno, para a Sampdória, também de Itália. A época não sofreu fragilidades e começou em grande, com a vitória na supertaça frente ao Braga. Só à 14ª jornada, o FC Porto agarrou-se ao comando da classificação para não mais largar. A consagração fez-se nas Antas, frente ao Estrela da Amadora, em 30 de Maio de 1999. Milhares de portistas acorreram ao estádio para celebrar o feito histórico e único no futebol português - o Pentacampeonato. Com a saída de Fernando Santos do comando do F.C. Porto, Spry seguiu as pisadas do português para o AEK de Atenas. Depois, passou pelo Panathinaikos. Durante a estadia na Grécia, Spry colaborou com a Seleção Nacional, em vésperas do Euro2004. Nos últimos anos, Roger Spry tem dividido o seu tempo entre a Seleção da Áustria e o Celtic de Glasgow, por intermédio de Gordon Strachan. ...

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