DOMINGO, 30-04-2017, ANO 18, N.º 6301
Governo quer cumprir Acordo de Conacri
Guiné-Bissau O Governo da Guiné-Bissau destacou os esforços da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) para a estabilização do país e manifestou a sua determinação para cumprir o Acordo de Conacri, refere um comunicado hoje divulgado. «O Conselho de Ministros manifestou a sua congratulação com os incessantes esforços da CEDEAO para a estabilização do nosso país e reiterou a sua firme determinação em empreender os esforços necessários com vista ao cumprimento do Acordo de Conacri, a partir de um diálogo sério e franco com todas forças vivas da Nação em geral e com os signatários do aludido acordo, em especial», refere o comunicado relativo à última reunião do Conselho de Ministros, realizada na quinta-feira. Depois de uma missão de avaliação da CEDEAO realizada entre domingo e terça-feira a Bissau, a organização da África Ocidental admitiu aplicar sanções aos políticos guineenses que coloquem entraves à «implementação» do acordo para acabar com o impasse político no país. Segundo a CEDEAO, os atores políticos guineenses têm 30 dias, contados a partir do passado dia 25, para aplicarem as diretrizes do Acordo de Conacri, que prevê a formação de um governo consensual integrado por todos os partidos representados no parlamento. Quatro dos cinco partidos com assento parlamentar não reconhecem o atual Governo, que dizem ser de iniciativa do Presidente do país, José Mário Vaz, a quem exigem que demita o primeiro-ministro guineense, Umaro Sissoco Embaló. A organização referiu também que a força de interposição estacionada em Bissau na sequência do golpe de Estado de abril de 2012 vai sair do país até 30 de junho. O início da retirada da força estava previsto para hoje, mas ainda não começou porque não foram recebidas ordens do comando-geral.
Força da África Ocidental adia saída da Guiné-Bissau - comando
Guiné-Bissau A força de interposição da paz da organização da África Ocidental na Guiné-Bissau (Ecomib) já não começa a sair hoje do país, por falta de orientações nesse sentido, disse à Lusa fonte do comando do contingente em Bissau. O Estado-Maior da Ecomib «ainda não recebeu nenhuma indicação do Alto-Comando do contingente» que se encontra em Abuja, Nigéria, disse a mesma fonte, precisando que ainda se aguarda por uma resposta ao pedido formulado sobre a retirada. A fonte sublinhou que mesmo que houvesse uma resposta, a retirada não se poderia efetivar de forma rápida, ou seja, num período inferior a duas semanas. «Pelo menos precisaremos de duas semanas, após a receção da ordem de retirada», afirmou a fonte, precisando que o contingente vai ter que sair da Guiné-Bissau «nos próximos tempos». Uma missão ministerial da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) esteve em Bissau entre domingo e terça-feira, tendo reiterado junto das autoridades guineenses a intenção de a força da Ecomib iniciar o processo de retirada a partir de hoje. O processo vai estar concluído até ao dia 30 de junho. A força de 800 homens foi destacada para Guiné-Bissau na sequência do golpe militar de abril de 2012, tendo, inicialmente, sido constituída por soldados do Burkina-Faso, Nigéria, Senegal e Togo. Atualmente, estão na Guiné-Bissau cerca de 500 soldados. A Ecomib tem como missão garantir segurança aos titulares de órgãos de soberania e às instituições guineenses.
Equipa de médicos do Porto chegam para dar assistência médica à população
Guiné-Bissau Uma equipa de médicos e enfermeiros de vários hospitais do Porto chegaram hoje a Bissau para dar assistência médica à população em vários domínios, incluindo cirúrgico. A equipa de médicos deslocou-se à Guiné-Bissau no âmbito de uma missão da Fundação Ricardo Sanhá e vão permanecer no país até 05 de maio. Até àquela data, os médicos vão estar no Hospital de Cumura a prestar serviços clínicos à comunidade, incluindo cirurgias pré-programadas com a equipa médica local, consultas de medicina interna, distribuir medicamentos, capacitar técnicos locais e dar assistência técnica aos equipamentos médicos existentes. «A missão é continuar o que tem sido feito no passado, dando assistência a pacientes que não conseguem receber tratamentos num outro local», disse Ricardo Sanhá. Segundo o presidente da Fundação Ricardo Sanhá, o ano passado a missão conseguiu dar assistência a quase 300 pessoas. «São todos voluntários que estão na Guiné-Bissau para ajudar na saúde», salientou. O cirurgião José Flávio Videira, coordenador da equipa, explicou que a presença em Bissau visa tratar o maior número de pessoas na área da pediatria, cirurgia e na medicina interna. «A Guiné-Bissau ainda tem um sistema deficitário de saúde, em termos de apoio, e nós vamos tratar de quase todos os problemas cirúrgicos que não exigiam cuidados complicados. Vamos tratar casos que as pessoas não precisem de internamento prolongados e assistência médica prolongada», explicou. Segundo o médico, a equipa vai tratar de coisas que exigem intervenções pontuais e não uma assistência médica prolongada. A Fundação Ricardo Sanhá tem como principal objetivo a resolução de necessidades existentes nas áreas da educação e saúde da população da Guiné-Bissau.
Transporte regular entre Bissau e Bijagós começa sexta-feira
Guiné-Bissau O Governo da Guiné-Bissau apresentou publicamente esta quarta-feira os dois barcos que vão fazer a partir de sexta-feira as ligações regulares de transporte de passageiros e de mercadorias entre Bissau e o arquipélago dos Bijagós. Os barcos, Bijagós e Lumaroy, são propriedade da empresa espanhola Consulmar, que vai garantir a partir de sexta-feira ligações a Bubaque, Bolama, Enxude e Catió. «Estamos preparados para começar a trabalhar com dois barcos na Guiné-Bissau e estabelecer um serviço de transporte fluvial de passageiros e mercadorias com elevada qualidade e segurança», afirmou o diretor-geral da empresa espanhola, Ramon Zubiaga Garteiz. Segundo Ramon Zubiaga Garteiz, o Bijagós está direcionado para transporte de passageiros, tendo capacidade para 80 passageiros, e o Lumaroy para transportar carga, mas também pode transportar pessoas. «Temos também duas lanchas rápidas destinadas ao transporte de turismo», disse. O objetivo da Consulmar é ir entre três e cinco vezes por semana a Bubaque, Bolama e Enxude. «Estas duas embarcações irão colmatar parte do problema das ligações às ilhas e esperamos no futuro ter mais embarcações a fazer a ligação entre a parte continental e as ilhas», afirmou o ministro do Turismo guineense, Fernando Vaz. Nas declarações aos jornalistas, Fernando Vaz recordou que aquelas embarcações vão reduzir o isolamento das populações das ilhas e promover a integração nacional e do turismo, desenvolvendo o setor dos transportes marítimos para valorização do potencial económico do país. As ligações vão «aumentar o movimento de pessoas e bens, gerando riqueza e a luta contra a pobreza», disse. O primeiro-ministro guineense, Umaro Sissoco Embaló, recordou, no seu discurso, que um dos objetivos do Governo é criar emprego, sobretudo para os jovens, e desenvolver e melhorar infraestruturas para o bem-estar da população. Os bilhetes entre Bissau e as ilhas vão custar entre 7.500 francos cfa (cerca de 11 euros) em primeira classe, 4.500 francos cfa (cerca de 6,80 euros) em segunda classe) e 3.500 francos cfa (cerca de 5,300 euros) em terceira classe.
Profissionais da televisão denunciam censura mas a direção desvaloriza
Guiné-Bissau Os profissionais da Televisão da Guiné-Bissau (TGB) denunciaram hoje a existência de prática de censura no órgão, mas o diretor da antena desvalorizou a acusação, salientando que é imune à pressão. «Sempre houve censura na Televisão da Guiné-Bissau, não é de agora, mas a que está a ser feita ultrapassa todas as expetativas daí a preocupação crescente dos trabalhadores», explicou Francisco Indeque, presidente do sindicato dos trabalhadores da TGB. Segundo o sindicalista, os trabalhadores da única estação de televisão da Guiné-Bissau vão remeter, nos próximos dias, à direção do órgão um abaixo-assinado para manifestarem a sua indignação. «Chega de censura nos moldes que está a ser feita», observou Francisco Indeque, que explicou que é o próprio diretor do órgão que manda cortar, no alinhamento do telejornal, notícias já feitas e que considera de incómodas. A justificação do diretor tem sido sempre `ordens superiores´ para cortar as notícias, esclareceu Francisco Indeque. Questionado pela Lusa, o diretor de antena da TGB, Tengna Na Fafé, notou que `a censura sempre existiu´ no órgão e que todos os governos `tentam controlar aqui e ali´ as notícias divulgadas. «É um pouco extemporânea esta acusação» do sindicato, defendeu Na Fafé, que apontou melhorias na televisão desde que a atual direção assumiu o órgão, há dois meses. O diretor de antena disse que da sua parte nunca recebeu `ordens superiores´ como alega o sindicato para justificar a retirada de notícias no alinhamento do telejornal. Tengna Na Fafé realça que é imune à pressão e que no dia em que for pressionado abandona o cargo.
Greve geral nos órgãos de comunicação social estatais suspensa
Guiné-Bissau A greve geral dos funcionários dos órgãos de comunicação social públicos da Guiné-Bissau, que devia ter início hoje, «foi desconvocada», indicou o presidente do fórum dos sindicatos representativos dos órgãos. Francisco Indeque disse, à agência Lusa, que a greve, que devia decorrer até quinta-feira, foi suspensa devido a um entendimento alcançado entre os sindicatos e o Governo, que se comprometeu a resolver alguns pontos do caderno reivindicativo dos trabalhadores. A Guiné-Bissau tem quatro órgãos públicos de comunicação social, nomeadamente a rádio e televisões nacionais, a agência noticiosa e o jornal ‘No Pintcha’. «O governo comprometeu-se a disponibilizar equipamentos de trabalho para os quatro órgãos, nomeadamente cinco câmaras para a Televisão da Guiné-Bissau (TGB) e ainda três unidades de montagem de vídeo», precisou Indeque. Nos outros órgãos públicos, o governo irá estudar, com os técnicos, «quais as necessidades urgentes e disponibilizar equipamentos, acrescentou o sindicalista. O executivo também se comprometeu a desbloquear os subsídios que a lei determina que devem ser dados aos funcionários públicos doentes e que necessitam de tratamento médico especializado no estrangeiro. Ficou, igualmente, acordado a efetivação de todos os funcionários em condição de estagiários com mais de dois anos de exercícios nos quatro órgãos referidos, mas já não houve entendimento para o pagamento de 9 meses de salários em atraso desde 2000.
ONU avalia necessidades eleitorais
Guiné-Bissau Uma missão de Avaliação das Necessidades Eleitorais da ONU realiza a partir de terça-feira uma visita à Guiné-Bissau para apoiar os próximos processos eleitorais, informaram hoje as Nações Unidas em comunicado. A missão, que vai estar no país até 03 maio, desloca-se a Bissau a pedido do Governo guineense para "assistência eleitoral da ONU e do mandato do Conselho de Segurança para apoiar os próximos processos eleitorais", salienta o documento. Durante a sua estada na Guiné-Bissau, segundo o comunicado, a missão vai avaliar o `ambiente político e eleitoral, o enquadramento jurídico e institucional que regula o processo eleitoral e a capacidade e necessidades dos vários atos eleitorais´. Depois da avaliação, a missão fará recomendações sobre se a ONU deve fornecer assistência eleitoral e o tipo de assistência que deve ser prestada. A missão, que integra representantes do Departamento de Assuntos Políticos da ONU e do Programa das Nações Unidas de Apoio ao Desenvolvimento, vai reunir-se com vários representantes nacionais e parceiros internacionais.
CEDEAO "otimista" com saída do impasse político
Guiné-Bissau A missão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) iniciou hoje contactos com as autoridades guineenses para discutir a saída do impasse político que se vive na Guiné-Bissau e manifestou-se otimista. A missão chegou no domingo às 21:30 (22:30 em Lisboa) a Bissau, tendo a ministra dos Negócios Estrangeiros da Libéria, Marjon Kamará, afirmado estar otimista com a saída da crise. «Vamos ajudar os guineenses a acabar com a crise», disse. Após a sua chegada a Bissau, a missão ainda esteve reunida com os representantes da comunidade internacional presente no país. A CEDEAO já esteve hoje reunida com o poder tradicional, líderes religiosos e movimento da sociedade civil, tendo ainda previstos encontros com as autoridades políticas do país durante o período da tarde. A missão vem avaliar a implementação do Acordo de Conacri, com o qual a comunidade da África ocidental acredita poder acabar com o impasse político no país. A CEDEAO patrocinou em outubro de 2016 o Acordo de Conacri, instrumento político que visa a criação de um Governo de consenso de todos os partidos com assento parlamentar, do grupo dos 15 deputados expulsos do PAIGC (Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde) e do Presidente guineense, José Mário Vaz. Além de um Governo de consenso, o acordo prevê também que o primeiro-ministro seja uma figura que mereça a aprovação de todas as partes e ainda de confiança do chefe do Estado. No entanto, quatro dos cinco partidos representados no parlamento acusam o líder guineense de ter nomeado Umaro Sissoco Embaló primeiro-ministro sem o seu apoio, pelo que não reconhecem o seu Governo e têm pedido a demissão do atual executivo. Os quatro partidos acusam o Presidente José Mário Vaz de não cumprir com o Acordo de Conacri. O presidente da comissão da CEDEAO, o beninense Marcel de Souza, que integra a delegação que visita Bissau, já instou, em duas ocasiões, José Mário Vaz a implementar o Acordo de Conacri sob pena de a organização retirar a sua força de interposição da paz estacionada no país desde 2012.
Jovens guineenses organizam protesto em Bissau contra crise política
Guiné-Bissau Cerca de 300 jovens do Movimento dos Cidadãos Conscientes e Inconformados da Guiné-Bissau organizaram, este sábado, na capital, um protesto pacífico contra a crise política do país. No protesto, que teve início na rotunda do aeroporto e terminou junto ao Estádio Lino Correia, em Bissau, pediram «a demissão do Governo e do Presidente», bem como a realização de eleições antecipadas. Os jovens voltaram às ruas em protesto contra o chefe de Estado, José Mário Vaz, «porque demonstrou várias vezes a sua incapacidade de exercer o cargo de Presidente da República para unir os guineenses e assumir a dianteira do progresso do país», disse Sumaila Djalo, porta-voz do movimento. «Exigimos a José Mário Vaz que se demita das suas funções. O povo está cansado da pobreza generalizada», salientou. A manifestação foi acompanhada de forte dispositivo de segurança, que cortou várias estradas do centro de Bissau e o acesso à rotunda, onde está localizada a Presidência da República. No protesto foi ainda pedida a dissolução da Assembleia Nacional Popular.
Missão da CEDEAO em Bissau para avaliar aplicação do Acordo de Conacri
Guiné-Bissau A Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO) vai enviar à Guiné-Bissau, entre este domingo e segunda-feira, uma missão ministerial para avaliar a aplicação do Acordo de Conacri, avançou fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros. O objetivo da missão é avaliar o cumprimento e a aplicação do acordo com o qual a comunidade da África Ocidental acredita conseguir acabar «com o impasse político». A CEDEAO patrocinou, em outubro de 2016, o Acordo de Conacri, instrumento político que visa a criação de um Governo de consenso de todos os partidos com assento parlamentar, do grupo dos 15 deputados expulsos do PAIGC (Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde) e do presidente José Mário Vaz. Além de um Governo de consenso, o acordo prevê, também, que o primeiro-ministro seja uma figura que mereça a aprovação de todas as partes e ainda que seja da confiança do chefe do Estado. No entanto, quatro dos cinco partidos representados no parlamento acusam o líder guineense de ter nomeado Umaro Sissoco Embaló primeiro-ministro sem o seu apoio, pelo que não reconhecem o Governo e têm pedido a demissão do atual executivo. Os quatro partidos acusam José Mário Vaz de não cumprir o Acordo de Conacri. O presidente da comissão da CEDEAO, o beninense Marcel de Souza, que integra a delegação que visita Bissau, já instou, em duas ocasiões, José Mário Vaz a aplicar o Acordo de Conacri sob pena de a organização retirar a sua força de interposição da paz estacionada no país desde 2012. Em reação ao que considerou «ameaça inaceitável» ao chefe do Estado, o primeiro-ministro do país acusou Marcel de Souza de estar a atuar fora do quadro normal da organização que, sublinhou, «só toma decisões do género em cimeiras dos líderes». Integram a missão da CEDEAO, além de Marcel de Sousa, a ministra dos Negócios Estrangeiros da Libéria, Marjon Kamara, o chefe da diplomacia do Togo, Robert Dussey e o ministro de Estado e secretário-geral da presidência da Guiné-Conacri, Nabi Bangoura. A missão será recebida por José Mário Vaz, líder do Parlamento, Cipriano Cassamá e pelo primeiro-ministro, Umaro Sissoco Embaló.
Governo distribui mais de um milhão de redes mosquiteiras contra paludismo
Guiné-Bissau O Ministério da Saúde da Guiné-Bissau anunciou hoje a distribuição de mais de um milhão de redes mosquiteiras impregnadas de longa duração para prevenir e combater o paludismo. Segundo o diretor-geral para a Promoção e Prevenção da Saúde, Nicolau Quintino de Almeida, a distribuição das redes mosquiteiras é feita através do Programa Nacional de Luta contra o Paludismo e vai decorrer em três fases. A primeira fase, a do recenseamento, decorre entre domingo e 30 de abril, e visa fazer um levantamento nacional de todos os agregados familiares do país, bem como a distribuição de senhas para levantamento das redes mosquiteiras, explicou o responsável, em conferência de imprensa. A segunda fase, que decorre entre 31 de maio e 04 de junho, quando as famílias detentoras de senhas vão levantar as redes mosquiteiras nos 1.500 postos de distribuição espalhados pelo país. Em 2015, a Guiné-Bissau registou 136.298 casos de paludismo, 11.479 dos quais considerados graves. No mesmo ano, morreram no país devido ao paludismo 450 pessoas. Os casos de paludismo aumentam com a época das chuvas que tem início em maio e prolonga-se até novembro. A campanha, denominada `Durma seguro, durma sempre debaixo da tenda´, tem o apoio do Fundo Global, Organização Mundial de Saúde, Fundo das Nações Unidas para a Infância, Programa da ONU para o Desenvolvimento e de várias organizações não-governamentais nacionais e internacionais. Na campanha do Ministério da Saúde vão participar cerca de 3.000 agentes de saúde comunitária e voluntários, 234 supervisores de proximidade, bem como 66 supervisores regionais e 33 supervisores nacionais.

classificações

Guiné-Bissau - Liga MTN
25. ª jornada
classificação
18-07
Bijagós
12
Bissau e Benfica
18-07
Estrela Negra
00
Sporting Bissau
18-07
Bula
12
Bambadinca
18-07
Balantas Mansoa
21
Canchungo
18-07
UDIB
00
Cuntum
18-07
Bolama
13
Portos Bissau
18-07
S. Domingos
00
Sporting Bafatá
J
V
E
D
GM-GS
P
1
Bissau e Benfica
25
16
7
2
65-19
55
2
Sporting Bissau
25
16
5
4
34-13
53
3
Bambadinca
24
12
5
7
29-20
41
4
Sporting Bafatá
25
11
7
7
36-22
40
5
Balantas Mansoa
24
10
9
5
24-14
39
6
Bula
25
9
9
7
35-29
36
7
S. Domingos
25
8
10
7
20-25
34
8
Canchungo
24
8
9
7
31-26
33
9
UDIB
25
7
8
10
20-24
29
10
Cuntum
25
6
7
12
23-35
25
11
Portos Bissau
23
6
5
12
22-30
23
12
Bijagós
24
6
4
14
24-36
22
13
Estrela Negra
25
5
7
13
17-45
22
14
Bolama
25
4
4
17
20-62
16