Titular da seleção do Brasil, Alisson dá força ao irmão Muriel

Belenenses 04-10-2017 10:09
Por Redação
A preferência pelas luvas está no sangue da família Becker. Começando pelo bisavô, guarda-redes de uma equipa amadora de nome Vale dos Sinos, no Brasil, passando pelo pai, José Becker, que nas brincadeiras de infância com a bola se oferecia para o lugar indesejado, e até, imagine-se, a mãe, Magali, guarda-redes de andebol no colégio.

A genética passou para Muriel e Alisson. O primeiro, mais velho, 30 anos, deu os primeiros passos no Internacional e por lá cumpriu quase toda a carreira. O segundo, 25 anos, que cresceu no mesmo clube - chegaram a ser concorrentes em Porto Alegre -, atravessa agora o período de maior fulgor na carreira, sendo internacional brasileiro e um dos indiscutíveis na Roma, candidata ao título em Itália.

Para os pais não terá sido fácil ver os filhos lutar pelo mesmo objetivo. Esse sofrimento terminou no ano passado. Muriel rumou a Portugal e assinou pelo Belenenses; Alisson seguiu para a equipa romana. Mas o contacto, esse, nunca se perdeu.

Alisson, concentrado com a seleção brasileira que prepara o duelo com a Bolívia, de qualificação para o Mundial de 2018, falou com A BOLA e abordou o bom momento do irmão nos azuis.

«É um guarda-redes completo, técnico, muito rápido e com potência. O Belenenses está em ótimas mãos e ganhou mais um adepto em Roma! Acompanho todos os jogos! O ‘Muri’ é uma referência e um orgulho para a família Becker. É um dos meus ídolos, inspirações. Ainda aprendo muito com ele. Falo com o Muriel todos os dias... Sei que está a ajudar o Belenenses com bons resultados. As exibições dele não me surpreendem, conheço bem a qualidade dele e o que pode fazer», assegura o internacional brasileiro.
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