Aung San Suu Kyi comenta êxodo dos rohingya

Birmânia 06-09-2017 11:20
Por Redação
A líder do Governo birmanês quebrou o silêncio sobre a crise da minoria muçulmana rohingya no país, com milhares de pessoas em fuga da sua região. Aung San Suu Kyi critica o que diz ser um «icebergue de desinformação» e a garantia foi dada durante uma conversa telefónica com o Presidente turco Recep Erdogan, tornadas pública esta quarta-feira.

As Nações Unidas, que alertaram na semana passada para esta situação, referiu que pelo menos 146 mil pessoas da minoria muçulmana rohingya, não reconhecida pelas autoridades birmanesas, fugiram para o Bangladesh para fugirem a um conflito entre uma rebelião local e o Exército.

«Sabemos muito melhor do que terceiros o que significa estarmos privados de direitos e de proteção democrática», disse, em uma referência aos anos de luta contra a junta militar birmanesa.

O conflito começou no dia 25 de Agosto, quando rebeldes do «exército» Rohingya atacou 20 postos governamentais no estado de Rakhine, levando os militares a responder a esses ataques.

Aung San Suu Kyi, Nobel da Paz e líder do país, tem sido acusada pelos países ocidentais e pela ONU de nada fazer para proteger esta comunidade.

O Papa estará na Birmânia e no Bangladesh em novembro.
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