A Triste Celebração Olímpica (artigo de Gustavo Pires, 49)

Olimpismo 13-12-2016 18:15
Por Gustavo Pires
No domínio do desenvolvimento humano nada existe de mais ineficiente do que um burocrata deslumbrado com o poder a fazer empiricamente coisas que não deviam ser feitas. Perante esta constatação, se é pouco inteligente transformar o Olimpismo numa espécie de espetáculo de circo ao serviço da alienação da população, ainda é menos transformar os dirigentes desportivos numa espécie de intelectuais orgânicos ao serviço da celebração do regime político seja ele qual for.

Por isso, deseja-se e espera-se que as Federações Desportivas, enquanto células base da organização do desporto nacional se mobilizem no sentido de, perante os poderes públicos, reivindicarem a devolução dos direitos que a lei lhes confere no que diz respeito à responsabilidade sobre o desenvolvimento global das respetivas modalidades, sob pena de, se o não fizerem, passarem a ser cúmplices das estuporadas políticas públicas em curso, que conduziram a mais um fracasso nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro (2016).

O atual modelo de organização do desporto, instituído em 2005, em termos de resultados, tem revelado uma confrangedora ausência de eficiência e de eficácia e uma inaceitável ausência de sentido de justiça social que estão a denegrir a imagem de serviço público que as Federações Desportivas, por vocação própria e para além da demagogia das virtuais medalhas olímpicas, devem prestar aos portugueses e ao País. Por isso, embora atrasadas, são congruentes com a realidade as palavras de Mário Santos, Chefe da Missão Olímpica aos Jogos Olímpicos de Londres e ex presidente da Federação Portuguesa de Canoagem que, na sua prosa semanal (09-12-2016) publicada no jornal A Bola, relativamente à participação olímpica do Comité Olímpico de Portugal (COP), afirmou: "Se os resultados continuam a ser os que são, cada vez mais difícil será justificar este modelo de Programa de Preparação Olímpica (PPO) através do Comité Olímpico de Portugal (COP), bem como os valores de investimento público alocados ao mesmo."

O que é facto é que, nos últimos 12 anos, gastaram-se mais de 400 milhões de euros com um modelo (o tal PPO), concebido em 2004/2005 por Constantino e Vicente Moura e homologado por Hermínio Loureiro, que acabou por produzir resultados absolutamente medíocres. Para além da hecatombe nos Jogos Olímpicos de Pequim (2008), das confusões de competências no Ciclo de Londres (2012) e da folclórica salganhada que foi o Ciclo Olímpico do Rio de Janeiro (2016), ficaram as angústias dos atletas como Rui Bragança a demonstrarem que o modelo PPO pode agradar a alguns dirigentes desportivos ávidos de poder e à generalidade dos dirigentes políticos encantados com a possibilidade de descartarem responsabilidades, todavia, não satisfaz minimamente as necessidades dos portugueses que estão confrontados com: (1º) Resultados nos Jogos Olímpicos dececionantes; (2º) Uma Educação Física e Desporto Escolar incapazes de provocarem um efeito de volume; (3º) As mais baixas taxas de participação desportiva entre os países europeus.

O que, ao longo dos últimos doze anos, tem vindo a acontecer, é a mais confrangedora ineficácia em matéria de desenvolvimento do desporto (da base à elite). (1º) As Federações Desportivas, sem nunca terem sido consultadas, acabaram relegadas para uma espécie de departamento de “ketaring” do Sistema Desportivo; (2º) Os dirigentes políticos (à exceção de Alexandre Mestre que, publicamente, deu um “puxão de orelhas a Vicente Moura e, por isso, presumimos, foi “despedido”) estão transformados em autênticos subalternos à conta dos pequenos deuses que habitam o Olimpo nacional.

Por isso, terminado que está o desgraçado Ciclo Olímpico do Rio de Janeiro (2016) é necessário perguntar quem é grande responsável pela atual situação desportiva do desporto nacional? Infelizmente, como é óbvio em Portugal, a resposta é simples: Ninguém! Contudo, como alguém já escreveu, o desporto deve ser analisado e compreendido “para além do óbvio”. Ora, neste sentido, temos de afirmar que as responsabilidades, não pertencem nem aos presidentes das Federações Desportivas nem aos atletas como Telma Monteiro ou Rui Bragança. Pertencem ao atual presidente do Comité Olímpico de Portugal que, em 2005, na qualidade de Presidente do Instituto do Desporto de Portugal (IDP) assinou o famigerado PPO para voltar a assiná-lo em 2013 na qualidade de Presidente do COP. E é tanto mais responsável quanto se sabe que quando, em 2013, foi eleito para gerir os destinos do COP foi-o na espectativa de provocar uma viragem no desastroso processo de desenvolvimento do desporto que, sob a liderança de Vicente Moura produziu resultados absolutamente dececionantes nos Ciclos Olímpicos de Pequim (2008) e de Londres (2012).

O problema é que Constantino, no Ciclo Olímpico do Rio de Janeiro (2016), limitou-se a fazer, com mais burocracia, mais dinheiro e piores resultados, aquilo que Vicente Moura já vinha a fazer. Quer dizer, Vicente Moura, nos Jogos Olímpicos de Londres (2012), ainda foi capaz de apresentar uma medalha de prata. Constantino, nos Jogos Olímpicos do Rio (2016), depois de anunciar ao País seis medalhas olímpicas, conseguiu uma única de bronze obtida com muito mérito para a atleta porque conseguida numa situação absolutamente dramática de repescagem. Quer dizer, Constantino esteve por um triz de regressar a Portugal “de mãos a abanar.

O que se constata é que o desporto em Portugal está na funcionar em regime de “roda livre” com resultados cada vez piores: 3 medalhas em Atenas (2004); Duas medalhas em Pequim (2008); Uma medalha de prata em Londres (2012); e uma medalha de bronze no Rio (2016). Por isso, a responsabilidade do presidente do COP ainda é acrescida na medida em que, quando em 2013, podia, como se esperava, ter alterado o curso dos acontecimentos não o fez e optou por dar continuidade a um projeto que, sob o ponto de vista teórico e prático, já tinha demonstrado ser um completo desastre.

Apesar disso, segundo a Revista Atletismo (2016-10-30), num discurso sumário produzido no tradicional jantar comemorativo do 35º aniversário do Panathlon Clube de Lisboa o atual presidente do COP, depois de, imediatamente depois do término dos Jogos Olímpicos do Rio (2016), “a quente” ter admitido o fracasso da Missão Olímpica, não demorou muito a mudar de opinião e entrar numa lógica de desculpabilização afirmando que "os bons ou maus resultados nuns Jogos Olímpicos não são um problema de natureza financeira" pelo que "a um aumento do orçamento para a preparação dos atletas, como aconteceu neste último ciclo olímpico, que subiu cerca de 20 por cento em relação ao de Londres, não corresponde necessariamente a um aumento do número de medalhas".

É evidente que os resultados nos Jogos Olímpicos são de natureza financeira. Existe um conjunto de variáveis que determinam o sucesso Olímpico. O projeto SPLISS (Sports Policy Factors Leading to International Sporting Success) considera nove dos quais os quatro principais são os seguintes fatores: Financeiros; Estrutura e Organização; Enquadramento Técnico; Pesquisa e Inovação. Estes fatores têm uma influência direta sobre a generalidade das modalidades desportivas. Embora ao domínio da língua inglesa seja um dos vários pontos fracos do presidente do COP passamos a citar do relatório SPLISS: “It can be argued that money spent on elite sport is the best possible explanation for success in summer sports” (Cf. “Successful Elite Sport Policies”, p.354).

O que, numa tradução livre, quer dizer que se pode argumentar que o dinheiro despendido nos desportos de elite é a melhor explicação possível para o sucesso nos desportos de Verão. Por isso, a afirmação do presidente do COP revela o mais profundo desconhecimento daquilo que se passa a nível internacional. Ora, como é que se pode considerar os Fatores Críticos de Sucesso do País quando, relativamente ao modelo instituído em 2005, do ponto de vista interno, se desconhecem as forças e as fraquezas enquanto determinantes das Competências Distintivas e, do ponto de vista externo, as ameaças e oportunidades enquanto determinantes das Competências Comparativas. Deste modo, o COP, perante uma inaceitável alienação de responsabilidades por parte dos Governos, tem gerido os Ciclos Olímpicos na mais confrangedora ausência de Intenção Estratégica e participado nos Jogos Olímpicos ao estilo “lá vamos cantando e rindo” com uma liderança do tipo “ceguinho seja eu” porque “a sorte protege os audazes”. O problema é que a sorte, para proteger os audazes, requer muita cultura e conhecimento.

Outra afirmação produzida no referido jantar produzida pelo Presidente do COP, foi a de que “o rendimento ao mais alto nível também não está dependente do melhor ou pior desporto escolar que possamos ter, pois uma boa base não corresponde obrigatoriamente a um vértice da pirâmide e vice-versa”. Em função desta afirmação Constantino deve esclarecer se, no quadro da missão do COP, o desporto é um fim ao serviço do desenvolvimento humano ou se é um meio ao serviço da gestão de negócios. Porque, se em termos sociais, qualquer destas perspetivas é legítima, contudo, sem ser necessário ter uma grande cultura no domínio do Olimpismo, basta ler a Carta Olímpica para se perceber que, para o Movimento Olímpico, o desporto é um meio ao serviço do desenvolvimento humano. Repare-se que Olimpismo não é um negócio pelo que os proventos do COI, na percentagem de 95%, são distribuídos através da Solidariedade Olímpica aos mais diversos Comités Olímpicos Nacionais (CON) e a múltiplos projetos de valor social.

Assim, só se entende a afirmação do presidente do COP como mais uma tentativa para branquear um Ciclo Olímpico desastroso que teve o seu ponto mais alto numa participação olímpica absolutamente desastrada que, agora, deseja celebrar. É evidente que os resultados nos Jogos Olímpicos, a menos que, como foi sugerido por Vicente Moura, se vá contratar atletas aos Países Africanos de Língua Portuguesa, dependem do efeito de volume que deve ser desencadeado e potenciado pelo Desporto Escolar tal como o Efeito de Ídolo é de fundamental importância para provocar entusiasmo pela prática desportiva entre a juventude escolar. Para o efeito, a partir do Conceito de Elite Correspondente que decorre do conceito de Nível Desportivo, é necessário conceber Politicas Públicas que, em termos de desenvolvimento, desencadeiem dinâmicas de efeito ascendente, quer dizer, da base da Pirâmide de Desenvolvimento para o vértice (Efeito de Volume), tal como dinâmicas de efeito descendente, quer dizer, do vértice da Pirâmide de Desenvolvimento para a base (Efeito de Ídolo).

Neste sentido, as palavras de Coubertin produzidas em 1913, quer dizer, há mais de cem anos, em matéria de desenvolvimento do desporto, ainda não foram refutadas. Dizia ele: “Para que cem se dediquem à cultura física, cinquenta têm de praticar desporto; para que cinquenta pratiquem desporto, vinte têm de se especializar; para que vinte se especializem, é necessário que cinco se mostrem capazes de realizar proezas extraordinárias” (Cf.Revue Olympique, juillet 1913, pp. 114-115). Quer dizer que, não há desenvolvimento do desporto sem uma relação eurítmica entre a base e a elite de praticantes que deve ser consumada através de políticas públicas a menos que se deseje transformar: (1º) O desporto num espetáculo de circo; (2º) Os Comités Olímpicos Nacionais em Comités de Alta Competição; (3º) Os presidentes das Federações Desportivas, à semelhança da Roma antiga, em autênticos lanistas do circo do desporto. Por isso, no respeito pela Carta Olímpica e até dos próprios Direitos humanos, para além da Projeção de Tendência a Projeção Planeada do desenvolvimento do desporto deve, obrigatoriamente ser conseguida na relação direta entre a base da pirâmide de desenvolvimento e o vértice e vice-versa.

Porque, se tal não for assim, a ação dos dirigentes desportivos deixa de ser necessária na media em que os atletas e os treinadores, a partir dos mínimos olímpicos resolvem as questões relativas à competição sobretudo em países como Portugal em que a Missão Olímpica é constituída por modalidades individuais uma vez que o futebol não quer participar e as outras modalidades coletivas, infelizmente, não têm nível para estar presentes. A última coisa que esperava-mos ouvir a um presidente de um Comité Olímpico é a defesa de um modelo darwiniano e ultra liberal de desenvolvimento do desporto, em que todos os elementos do Sistema Desportivos ficam subordinados às medalhas olímpicas que no caso português, por mais que se queira pintar os resultados conseguidos o que é facto é que as medalhas são, simplesmente, de virtuais.

Depois, no seu discurso, o presidente do COP produziu mais uma afirmação a todos os títulos inacreditável e disse: “a pequena diferença que pode existir entre uma medalha olímpica e os lugares imediatos, trata-se de um problema de natureza sistémica. O apoio médico, psicológico, etc, que fazem parte do universo da preparação de um atleta olímpico, continua a deixar-nos inquietos, bem como a falta de rigor e acompanhamento de diversos atletas”. Para além de se colocar de fora de um processo de que ele é o principal ideólogo e responsável, o presidente do COP, numa inquietude de que só ele é responsável, parece não se dar conta das contradições em que cai. Sendo uma medalha olímpica “a consequência de um problema sistémico” como é possível que, à partida, o presidente do COP, no seu discurso, tenha excluído precisamente o elemento financeiro e o elemento Desporto Escolar considerados em termos sistémicos, pela investigação internacional de carácter transversal a diversos países, como sendo dos mais representativos.

Infelizmente, tudo isto está a acontecer perante a mais confrangedora abulia do Governo que alienou as suas responsabilidades constitucionais que por tanto terem sido referidas parece que foram esquecidas. Nestes termos, a menos que desejem conduzir o desporto nacional para o marasmo total os dirigentes políticos devem recusar continuar a serem envolvidos no discurso do “canto das sereias” que está a destruir a cultura do estádio olímpico grego a fim de, em alternativa, introduzir a lógica da cultura do circo romano. Nestas circunstâncias o Comité Olímpico de Portugal deve passar a ser denominado por Comité do Circo de Portugal.

Hoje, em Portugal, o desporto está a funcionar: (1º) Sem objetivos claramente definidos; (2º) Sem integração dos projetos das várias entidades; (3º) Sem horizonte temporal que estabeleça os necessários marcos do planeamento; (4º) Sem gestão da qualidade ignorando a relação custos x benefícios para os contribuintes; (5º) Sem recursos humanos, sobretudo a nível dos dirigentes, capazes a nível da superestrutura; (6º) Sem respeitar ou sequer considerar as partes interessadas a começar pelas Federações Desportivas nas pessoas dos seus dirigentes; (7º) Sem comunicação com um mínimo de utilidade para o País; (8º) Sem avaliação dos riscos das opções que se estão a virar contra os portugueses; (9º) Sem relatórios produzidos internamente que, para além da propaganda, tenham um mínimo de interesse e utilidade. De momento o País continua a aguardar o Relatório do Chefe de Missão aos Jogos Olímpicos do Rio (2016); (10º) Sem uma inter-relação inteligente, pedagógica e útil com a sociedade.

O drama do desporto nacional e, sobretudo, dos praticantes desportivos (da base ao topo) é que, passados que estão mais de quatro meses sobre os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro (2016), os dirigentes políticos do Bloco Central, agora alargado ao PCP e ao BE, nada disseram sobre o assunto. Em consequência, tudo leva a crer que, daqui a quatro anos, em Tóquio (2020), e depois de cerca de mais 150 milhões de euros gastos, os resultados da participação nacional vão ser os mesmos ou piores sem que ninguém explique aos portugueses o que é que estão a fazer com o seu dinheiro. No passado dia 4 de Outubro, Constantino disse sentir-se “preparado” para um novo mandato à frente do COP. Ele devia era perguntar aos portugueses se estão preparados para o ter a chefiar o COP mais quatro anos.

Por tudo isto, independentemente de já poderem vir atrasadas, as palavras de Mário Santos são oportunas na medida em que, claramente, dizem aos leitores do jornal “A Bola” e, sobretudo aos dirigentes desportivos e políticos que não há nada para celebrar. Antes pelo contrário, do Ciclo Olímpico do Rio de Janeiro há muito é para lamentar.

Gustavo Pires é professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana
Ler Mais
19:13  -  25-11-2016
Crises Olímpicas (artigo de Gustavo Pires, 48)
00:54  -  07-11-2016
A Olímpica Síndrome de Cheshire (artigo de Gustavo Pires, 47)
18:51  -  30-10-2016
Olímpico-tropicalismo (artigo de Gustavo Pires, 46)
19:15  -  10-10-2016
Olimpismo Líquido (artigo de Gustavo Pires, 45)
00:12  -  24-09-2016
Comité Olímpico de Portugal: Conselho de Ética (artigo de Gustavo Pires, 44)
17:14  -  09-09-2016
Olímpica Desilusão (artigo de Gustavo Pires, 43)
23:39  -  10-08-2016
Jogos Olímpicos: O Importante é Participar (artigo de Gustavo Pires, 42)
23:13  -  29-07-2016
Jogos Olímpicos – Bem-vindos à Nova “Guerra Fria” (artigo de Gustavo Pires, 41)
22:08  -  21-07-2016
Mais Olimpismo, Mais Futebol, Mais Futuro… (artigo de Gustavo Pires, 40)
00:39  -  09-07-2016
Legados Olímpicos: A Galinha dos Ovos de Ouro (artigo de Gustavo Pires, 39)
20:10  -  23-06-2016
23 de Junho – Dia Olímpico (artigo de Gustavo Pires, 38)
19:48  -  13-06-2016
Olimpíadas, Jogos Olímpicos & Ciclos Olímpicos (artigo de Gustavo Pires, 37)
20:41  -  27-04-2016
A Fundação do Comité Olímpico de Portugal: 30 de Abril de 1912 (artigo de Gustavo Pires, 34)
16:08  -  02-04-2016
Marcelo Rebelo de Sousa: O Futebol ao Serviço dos Portugueses… (artigo de Gustavo Pires, 32)
18:53  -  24-03-2016
Vergonha Olímpica (artigo de Gustavo Pires, 31)
01:04  -  12-03-2016
Plano Estratégico para o Desporto (artigo de Gustavo Pires, 30)
23:17  -  23-02-2016
Desenvolvimento, Estratégia e “Realpolitik” (artigo de Gustavo Pires, 29)
21:48  -  09-02-2016
Simplesmente…, Mulheres… (artigo de Gustavo Pires, 28)
20:44  -  15-01-2016
Olimpicamente Dopados (artigo de Gustavo Pires, 27)
19:51  -  13-12-2015
João Wengorovius Meneses e o Aniversário Neokitsch do COP (artigo de Gustavo Pires, 25)
23:18  -  29-11-2015
Uma Nova Agenda para o Desporto (artigo de Gustavo Pires, 24)
21:14  -  22-11-2015
O XXI Governo e a Galinha das Medalhas Olímpicas (artigo de Gustavo Pires, 23)
19:12  -  08-11-2015
O Catalisador Olímpico (artigo de Gustavo Pires, 22)
15:53  -  26-10-2015
Educação Física & Desporto: Um Absurdo Epistemológico (artigo de Gustavo Pires, 21)
18:07  -  20-09-2015
Programas Eleitorais – Partido Socialista (artigo de Gustavo Pires, 19)
22:59  -  31-07-2015
A Síndrome Blatter e o Futuro do Movimento Olímpico (artigo de Gustavo Pires, 17)
17:40  -  15-07-2015
Francisco Lázaro – A Primeira Morte nos Jogos Olímpicos Modernos (artigo de Gustavo Pires, 16)
16:49  -  11-07-2015
A Desgraçada Moeda Olímpica (artigo de Gustavo Pires, 15)
22:30  -  19-06-2015
Olimpismo e Direitos Humanos (artigo de Gustavo Pires, 14)
20:20  -  07-06-2015
De uma Cultura de Balneário para uma Cultura de Clube (artigo de Gustavo Pires, 13)
17:59  -  24-05-2015
Olimpismo e Cultura de Participação (artigo de Gustavo Pires, 12)
00:38  -  18-04-2015
Olimpismo e Desenvolvimento: Um Processo Amigável (artigo de Gustavo Pires, 11)
22:49  -  10-04-2015
Um Movimento Olímpico Vazio de Significância (artigo de Gustavo Pires, 10)
22:37  -  02-04-2015
Espírito Olímpico (artigo de Gustavo Pires, 9)
22:27  -  26-03-2015
Thomas Bach versus Pierre de Coubertin (artigo de Gustavo Pires, 8)
16:50  -  21-03-2015
Thomas Bach e a Educação Física (artigo de Gustavo Pires, 7)
19:02  -  26-02-2015
A Educação da Violência (artigo de Gustavo Pires, 6)
15:43  -  22-01-2015
Pierre de Coubertin, Olimpicamente Neoliberal (artigo de Gustavo Pires, 5)
23:58  -  14-11-2014
As Olisipíadas: Para uma Cultura de Autenticidade (artigo de Gustavo Pires, 4)
19:04  -  31-10-2014
Pierre de Coubertin e o Modelo Europeu de Desporto (artigo de Gustavo Pires, 3)
17:43  -  14-10-2014
A Competição em Pierre de Coubertin (artigo de Gustavo Pires, 2)
18:53  -  29-09-2014
«Ver longe... Ser Competente... Organizar o Futuro...» (artigo de Gustavo Pires, 1)
Comentários (0)

Destaques

ATENÇÃO: Este site utiliza cookies. Ao navegar no site estará a consentir a sua utilização. Saiba mais