Desporto e Humanismo ou o valor da transcendência (artigo de Manuel Sérgio, 108)

Ética no Desporto 13-10-2015 15:42
Por Manuel Sérgio
Do ponto de vista epistemológico, o desporto é um dos aspetos da motricidade humana, a qual venho definindo como o movimento intencional da transcendência; sociologicamente, é um “fenómeno social total” (Mauss) e, portanto, que se relaciona, inevitavelmente, com outros sistemas, como o económico-financeiro, o sócio-político, o bio-médico, o psicológico, o histórico, o filosófico, o cultural, etc., etc.

A Comunicação Social quer firmar a ideia que o desporto se resume às marcas, dignas de espanto, dos praticantes de eleição, multiplicadas e gritadas, pela televisão, pela rádio, pelos jornais, pela internet, ao longo do mundo todo. Esta mundialização do culto do rendimento e do agonismo, que se procura apresentar como incontaminado de quaisquer orientações ideológicas, numa perfeita neutralidade axiológica e política, gera uma iconomania de “bestas esplêndidas”, superdotadas e supertreinadas, mas com um horizonte axiológico e político que demasiadas vezes (não digo sempre) não excede o mundo do futebol profissional. Já escrevi que, diante da fome e da miséria e da guerra e do terrorismo, que enodoam o nosso tempo, se pode ser tentado a reconhecer que o espetáculo desportivo é a mais importante das coisas pouco importantes. O futebol é mais do que futebol! Nasceu do ser humano e a ele se destina. Ora, porque assim é, o futebol deverá inserir-se também numa VISÃO humanista da vida, numa AÇÃO humanista da pessoa humana e numa INVENÇÂO humanista da sociedade. Não basta o humanismo como VISÂO. No Renascimento, “abusou-se” desse tipo de humanismo, síntese do idealismo helénico e do pragmatismo romano. Atualmente, por evidentes razões éticas, sociais e políticas e até pelo predomínio da tecnociência, o humanismo tem de abandonar a fase exclusivamente teorética e orientar-se para a “práxis”, quero eu dizer: para a ação esclarecida.

O que é o ser humano? Foi esta a questão prévia que eu levantei, quando procurei criar a minha teoria sobre a motricidade humana e portanto sobre o desporto (e a dança e a ergonomia e a reabilitação, etc., etc.). Logo que me deitei ao estudo e à investigação, sempre acompanhados pelo convívio com treinadores desportivos de muitos méritos, nunca me resignei tão-só e uma intenção epistemológica, mas também ontológica, ética e política, dado que a motricidade humana, antes de ser um objeto do conhecimento, integra a intencionalidade do sujeito. Li (já não sei onde) em Unamuno, que a verdade primeira não é o cogito ergo sum, mas o sum ergo cogito. Ora, a motricidade é o movimento do sum, em movimento intencional à transcendência. Com insuperável mestria, foi Paul Ricoeur, designadamente nos três volumes de Temps et Récit, o obreiro da expressão ser é igual a ser interpretado. E, por isso, nas estruturas fundamentais do sujeito, o anseio de transcendência, de superação tem sido o mais acertadamente sublinhado. Se toda a motricidade humana se compreende pela sua intencionalidade, de toda a hermenêutica da conduta emerge uma energia, um anseio de transcendência, que se torna, por demais, manifesto. Quando alguém diz com segurança “eu quero”, há nesta sua afirmação uma energia operante, que se converte em projeto, muito anterior à conduta e que lhe dá sentido. E é o corpo que oferece o espaço e é o corpo que fala e é o corpo que revela e desvela os possíveis desta subida para a transcendência. Repito-me: o que é o Homem? Segundo Heidegger, “nenhuma época acumulou tantos e tão ricos conhecimentos, sobre o Homem, como a nossa. Nenhuma época alcançou um saber tão profundo, acerca do Homem. Nenhuma época tornou este saber tão rapidamente acessível. E, no entanto, nenhuma época soube menos, sobre e acerca do Homem. Para nenhuma outra época, o Homem foi um ser tão misterioso” (Kant und das problem der Metaphysic, trad. castelhana, F.C.E., México, p. 72).

De facto, até ao século XX, o Homem foi o tema. No entanto, a partir daí, o Homem é o problema. Mas um problema, com uma nítida vocação de transcendência, com uma força espontânea e fascinante de fazer da transcendência uma afirmação de liberdade e dignidade humanas. Ora, no movimento da transcendência tudo se torna possível, pois que a transcendência visa precisamente o possível. O possível, não apenas ao nível do físico-biológico, mas também do espiritual, do psicológico, do moral, do social, do político. Neste ponto me ocorre a tese de Norbert Elias, já clássica, segundo a qual a civilização europeia foi o seminário feracíssimo do desporto moderno, pois que a História do Velho Continente supõe um progressivo domínio da razão sobre o instinto e o desporto transforma-se num importante fator de domesticação da violência, num processo de pacificação social, pois que as vitórias e as derrotas, no desporto, perdem o caráter dramático que apresentam noutras situações da vida humana. Não sei se assim é, pois que o desporto altamente competitivo, ao reproduzir e multiplicar o economicismo do neoliberalismo triunfante, nele se casam também todos os aspetos necessários à composição de um drama. O que é um jogo Benfica-Sporting, sobre o mais, senão um drama? Até alguns dirigentes e críticos, ditos desportivos, se mostram incapazes de desdramatizar um jogo de futebol e de apontar o ideal, as ideias, os ritmos, as imagens, os conceitos, que fazem do desporto um processo de libertação do que em nós é pura irracionalidade e, como tal, intolerância e violência. Será que estes palradores incontidos, de um clubismo verdadeiramente patológico, ainda não entenderam que a sua violência verbal, atendendo à publicidade inescrupulosa de que beneficiam na Comunicação Social, é causa evidente de mais violência – violência que não é apenas verbal? E, apesar de tudo isto, invertendo posições, apresentam-se como queixosos, como acusadores, como vítimas! Até onde chega a pouca vergonha! São bem um exemplo de uma época tumultuária de confusão de valores... que é a nossa!

“O mais importante é participar”. Esta máxima (erroneamente atribuída a Coubertin) proferiu-a, pela primeira vez, o bispo Ethelbert Talbot, na abertura dos Jogos Olímpicos de Londres (1908). Mas transcrevo as palavras do bispo: “Nestes Jogos, participar é mais importante do que ganhar, como, na vida, é mais importante a forma como se luta do que a própria vitória”. Infelizmente, esta pedagogia foi desprezada pelo capitalismo global, que nos aliena e explora, e que aí está gangrenado por toda a sorte de escândalos de corrupção e de fraudes. Ser desportista é, antes de tudo, aprender a ganhar e aprender a perder. Aprender a perder? Sim, porque todos temos limites e é, nos inêxitos, que os limites mais evidentes se tornam. O fracasso, no desporto, não está na derrota, mas em renunciar à luta por novas vitórias. O único jogo que se perde é o que abandonamos. É na transcendência física e moral que a competição desportiva se transforma em lição, de valor incalculável, a outras esferas da nossa existência. Triste sinal o deste desporto que aplaude a mediocridade, em nome da eficácia, que sacrifica os valores mais puros nos altares do êxito. Neste desporto, ninguém ganha porque vale, mas vale porque ganha. Por isso, o culto exarcebado do campeão que, verdadeiramente, não passa de um culto exacerbado do individualismo mais obcecado. O filósofo catalão Guillem Turró Ortega escreve, com grande significado e alcance, no seu livro, El valor de superarse – deporte y humanismo: “Abundan las personas obsesionadas por un afán de victoria desmesurado, que viven abrumadas por la presión de conseguir el triunfo, que actúan como si tudo estuviera marcado por el resultado final (…). Esta mentalidad resultadista – propia de los que creen que ganar es lo único importante – entra en conflicto com nuestro discurso pedagógico”(p. 87). Eu digo mesmo: entra em conflito com a vida, porque, na vida, vitória e derrota são duas caras da mesma moeda. Enfim, muito se aprende a pensar o desporto, como espaço de transcendência!...

Manuel Sérgio é Professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana e Provedor para a Ética no Desporto
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