Félix da Costa chamado pela BMW

Automobilismo 19-12-2017 10:31
Por José Caetano
António Félix da Costa despede-se de 2017 com o primeiro objetivo de 2018 cumprido! O piloto português foi selecionado pela direção desportiva da BMW para representar a marca de Munique no Mundial de Resistência (WEC) 2018-2019, num dos dois M8 GTE da equipa MTEK inscritos na categoria GTE Am, a mais competitiva do campeonato (na lista de adversários, Aston Martin, Ferrari, Ford e Porsche) e a suceder às principais LMP1 e LMP2.

Os outros três titulares são Martin Tomcyzk, Augusto Farfus e Nicky Catsburg. Em Le Mans (2018 e 2019) e Sebring (2019), mais três pilotos no plantel: Tom Blonqvist, Philipp Eng e Alexander Sims.

O M8 GTE tem estreia marcada para janeiro de 2018, no campeonato norte-americano de resistência (IMSA), no fim de semana de 27 e 28 de janeiro.

Recentemente, a BMW realizou sessão de trabalho de 36 horas em Paul Ricard, França, e participou na sessão de testes oficiais do IMSA, em Daytona, Estados Unidos, com o objetivo de acelerar o desenvolvimento de GTE com zero quilómetros em competição, de forma a melhorar as performances do chassis, mecânica e resistência dos demais componentes de automóvel 100 por cento novo.

António Félix da Costa estreia-se no WEC na época mais longa do campeonato, consequência das alterações aprovadas pelo Conselho Mundial da FIA. Esta temporada, de transição, estende-se até 2019, terminando só depois das 24 Horas de Le Mans (no calendário do próximo Mundial, duas maratonas em La Sarthe!). Este supercampeonato do Mundo iniciar-se-á em maio, em Spa-Francorchamps, e concluir-se-á em junho de 2019, após a prova francesa.

Também no calendário 2018-19, regresso a Sebring, na Florida, EUA, com corrida de 12 Horas autónoma da do IMSA!

Confirmando-se o programa da FIA, a 17 de março de 2019, luz verde às zero horas, bandeira de xadrez às 12 horas. As 6 Horas de Silverstone, Fuji e Shanghai mantêm-se, com a etapa inglesa deslocada de abril para agosto.

Na temporada seguinte, arranque do campeonato em outubro de 2019, final em junho de 2020, após Le Mans, mudanças que visam reduzir custos e aumentar competitividade, principalmente na categoria principal do Mundial (LPM1), onde está apenas a Toyota, após a saída de cena da Porsche, tricampeã das 24 Horas em 2015, 2016 e 2017.
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